Pesquisas de mercado colocam a Apple em segundo lugar no mercado norte-americano de smartphones, atrás apenas da RIM com o Blackberry.
“Em seu primeiro trimestre completo de vendas o iPhone já tinha deixado para trás toda a linha de smartphones rodando Windows Mobile na América do Norte,
segundo dados compilados pela Canalys e publicados pela Symbian. Isso coloca o iPhone à frente de smartphones rodando Symbian, Linux e Palm OS, mas atrás da primeiro colocado RIM Blackberry. Os dados reúnem resultados de vendas no varejo já relatados pela NPD, que, de modo semelhante, descreveu o tamanho do mercado do iPhone em 27%”, informa Daniel Eran Dilger em artigo publicado no RoughlyDrafted.
Para ele, a estréia da Apple já no segundo lugar ao longo de todo o mercado norte-americano de smartphones no terceiro trimestre é um feito particularmente notável, já que até então o iPhone estava sendo vendido apenas nos EUA e apenas através da operadora AT&T. “Todas as demais plataformas estavam disponíveis pela Sprint, Verizon e T-Mobile, bem como pela AT&T”, comenta Dilger. “O iPhone não estava disponível em mercados significativos como os do Canadá e México, além das regiões dos EUA não servidas pela AT&T, incluindo a maior parte [do estado de] Vermont, Dakota do Norte, Dakota do Sul e Alaska.”
Mais detalhes no artigo completo de Dilger.
Emerson, Lake & Palmer, Karn Evil 9: 3rd Impression
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lá lá lá
Como tenho dito sempre, sinto um prazer sádico em denunciar o falastrão Steve “Boca-Mole” Ballmer, CEO da Microsoft, toda vez que as estatísticas o desmentem tão espetacularmente após ter dito que “não há qualquer chance de que o iPhone conquiste uma significativa parcela do mercado”. Taí a prova do crime:
Já experimentei lidar com técnicos e com políticos. No primeiro caso o enfoque é na exatidão do resultado e toda lucidez e transparência só tem a somar. No segundo caso, vale mesmo é como se mostra o resultado e toda alienação e falta de integridade estão presentes. Este é mais um exemplo clássico onde a superioridade da inovação de um produto venceu e calou a boca dos políticos opositores e críticos de plantão. “A verdade tarda mas não falha.”