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“O iPhone pode fazer tudo aquilo, não sei qual é a grande inovação. Entendo que o jogo ainda está no início, mas se isso é o melhor que o exército de engenheiros da Microsoft pode fazer, então a empresa está em apuros.”

 

“Tendo jurado lançar um sistema operacional novo a cada três anos, [a Microsoft] tem agora cerca de 20 meses até o suposto lançamento do Windows 7. A mastodonte de esparadrapo na boca acaba de começar a gotejar detalhes sobre os recursos [do novo sistema] e, devo dizer, os vislumbres inciais não foram muito impressionantes”, opina Anders Bylund em artigo publicado no The Motley Fool.

Ele acha que o que a Microsoft demonstrou esta semana como novidade no novo Windows — interface multitoque — é algo que já não chama mais a atenção. “Sabe o modo como o iPhone e o iPod touch fazem aquelas coisas legais de mover coisas com os dedos? Pois é, a Microsoft vai fazer o mesmo. Que ótimo, né?”

Bylund descreve a demonstração feita pela Microsoft há dois dias de sua nova interface multitoque e diz que, exceto por permitir fazer aquelas coisas em uma tela maior, a novidade da Microsoft não é nenhuma novidade. “O iPhone pode fazer tudo aquilo, não sei qual é a grande inovação. Pelo menos a Microsoft desta vez parece estar imitando uma líder estabelecida em design de interfaces. Entendo que o jogo ainda está no início, mas se [isso] é o melhor que o exército de engenheiros da Microsoft pode fazer, (…) então a empresa está em apuros. Pode não haver um bom motivo para alguém migrar para o Windows Vista 360 ou Windows You ou seja lá como vierem a chamá-lo”.

Bylund acha que mais preocupante do que a falta de grandes novidades em termos de recursos é a teimosia da Microsoft em fazer com que o “código inchado” do Vista requeira aquele trem de recursos de hardware. “Muita gente tende a usar seu computador para tarefas simples como navegar na Internet, digitar um documento ocasional e, talvez, organizar suas fotos digitais. Tal audiência não está nem um pouco interessada em recursos extras devoradores de memória e em um ambiente computacional que requeira poderosos processadores gráficos. Simplifique, idiota!”

É claro que há exceções, reconhece Bylund, caso dos designers gráficos (que usam Mac), jogadores compulsivos (que preferem consoles como o PlayStation 3 ou o Xbox 360) e adoradores de novidades tecnológicas. “Tudo bem, persiga um nicho, se quiser, mas pelo menos faça desses extras um opcional ao invés de fazer deles um padrão”.

Bylund conta que a Microsoft tem uma tecnologia alternativa chamada MinWin dedicada a tirar o excesso de gordura do Vista. “Mas a administração tem dito que o próximo Windows não representará nenhum grande divórcio do Vista e as entranhas permanecerão as mesmas. Isso é um grande erro. Será que esses caras não dão mais ouvidos à voz do usuário?”

Bylund diz não se importar com o fato de a Microsoft copiar a Apple e lembra-se das sementes da interface gráfica plantadas pela Xerox há décadas. O que importa para ele é que as idéias certas sejam incorporadas. “O enxuto sistema do iPhone funciona muito bem em um diminuto processador de 620 MHz (de núcleo simples!). Uma versão enxuta do Windows poderia ser igualmente bem sucedida. Talvez fosse melhor desenvolver o Windows CE, que já está pronto para o celular, e dar no Vista um belo chute, tal como a Intel, que fez com que sua arquitetura Pentium 4 se tornasse uma nota de rodapé na história dos processadores. Algumas das decisões certas podem ser desconfortáveis a princípio, mas é hora de começar a tomar decisões certas. Vamos lá, Steve Ballmer! Você tem que ter uma carta na manga. Apenas ponha as cartas na mesa e dê a seus investidores alguma esperança”.

Mais detalhes no artigo completo de Bylund.

No momento da finalização deste artigo nosso iTunes tocava:
Lulu Santos, Adivinha o Quê
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Fuja do lugar comum: venha para o AppleMania!

 

11 comentários para “The Motley Fool: Windows 7 mostra que Microsoft está sem idéias”
  1. Bruno Rodrigo dos Santos disse:

    A Apple pode se dar o luxo de propor uma coisa dessas, já que fornece soluções de hardware e software. Já no caso da M$ é um tiro no pé sem tamanho, e absoluta falta de visão de mercado.
    Mesmo se já houvesse uma base instalada de monitores sensíveis ao toque, seria uma bobagem: monitores com essa tecnologia costumam vir com plugins para integração no sistema operacional.
    Uma das principais queixas em relação ao Vista foi o fato de precisar fazer upgrade de hardware para o sistema funcionar. Agora a M$ propõe MAIS upgrade de hardware pra comprar monitores sensíveis ao toque?
    Fosse um iMac touch até se pensaria em comprar pelo conceito. Para Windows 7 é uma bobagem absurda.
    (tem certeza que isso não é primeiro de Abril atrasado?!)

  2. O comentário do leitor Aurélio Minerbo, vulgo “Baboo”, foi apagado por ser desrespeitoso com o site e com seus leitores. O leitor foi também posto em moderação e assim permanecerá enquanto não demonstrar disposição em tratar os demais leitores como gostaria de ser tratado por eles.

  3. jose reinaldo disse:

    Ai ai. Não gosto de ficar repetindo as coisas, mas vamos lá.

    Touchscreem não é exclusividade do iphone. Muito antes do conceito do iphone existia a versão beta (de 2001 à 2003) do microsoft surface, que é… ora veja só! touchscreem!

    O winmin é um conceito, pode ser usado no futuro, mas você acha mesmo que a Microsoft deve arriscar a retrocompatibilidade (de novo) e trocar o Kernel do SO? E se acontecer, o que a voz do usuário dirá quando a Adobre Creative Suite (quase 5.000,00 reais) não puder ser instalado no Windows 7 por questões de compatibilidade?

    E O Bruno aí de cima se enganou, o 7 não exigirá upgrade de hardware, apenas adicionará suporte à uma tecnologia que tende à se tornar comum no futuro. Se o camarada não possuir um monitor touch, ele poderá usar o mouse e teclado como sempre.

    Até gosto de falar mau da Microsoft. Mas costumo usar argumentos mais condizentes com a realidade.

  4. Eu inocente esperava que o Win7 resolvesse os problemas do Vista. Ledo engano. O que deu para sacar é que pegaram a porcaria do Vista, adicionaram alguns recursos do Surface, mudaram (ou mudarão) o tema, e vão vender como um produto novo. Mais ou menos como fizeram com o XP em relação ao 2000.

    Quem comprou o Vista, nem se preocupe, porque se o recurso “surface” não vier no próximo SP, não fará falta nenhuma.

  5. CWagner disse:

    Salve, José.

    A M$ está desesperada, mas acho que não tanto como pregam por aí.

    Em relação a novas aplicações para antigos SOs, existe a virtualização, que está bem madura, com supote por hardware, inclusive e pode ser usada para executar até mesmo aplicativos de outros Sistemas Operacionais.

    Mas acho que a questão principal seria: A M$ estaria disposta a admitir um erro (Windows Vista), e também a conivência com os fabricantes de hardware. Deveriam logo declarar esse casamento e jogar limpo com os usuários e clientes empresariais.

    No mais espero que a M$ continue a fazer oq ue sempre fez, compiar os sistemas realmente inovadores e procurando em projetos abertos (BSD) a resposta para as questões que não sabem responder.

    Saúde e Paz a todos.

  6. Baboo disse:

    Hahahahha a Microsoft não mostrou nem 1% do Windows 7 e os fanboys já estão falando besteira…

  7. Bruno disse:

    A grande diferença é conseguir implementar essa tecnologia e chegar ao usuário final. Quantas pessoas poderiam aproveitar esse recurso? Talvez o Ballmer esteje agora pensando no futuro, quando lançarem o windows 7 talvez todos os monitores sejem touchscreen! Daqui a uns 10 anos… É inacreditável que uma grande empresa como a MS, que possui muitos recursos, não consiga fazer o que a Apple fez com o OS X. Um novo sistema operacional, limpo e estável, que possa rodar aplicativos virtualizados. Se estão pensando nas empresas, não deveriam, quase toda a gama de aplicativos e tecnologias empregadas são de propriedade dela própria! Não é fácil mas algum dia terão que fazer, só queria que a Apple liberasse o seu sistema operacional, a coisa iria ficar feia.

  8. Gustavo disse:

    Tão estável que corrompe arquivos dpeois de uma atualização?

    Ah, e tela sensível ao toque não é cópia da apple, é bem antes dela, e bota antes nisso, ou será que a apple então vai processar a MS por tela copiado?hahaha

  9. Cleidson disse:

    Bem, o que li no artigo é, caso exista, uma verdade parcial. A Microsoft pretende sim se basear no windows vista, que afinal de contas, não foi um desastre tão grande. Particularmente eu não coprei este sistema operacional e lastimo pelos que compraram um OS pesado, cuja principal finalidade é apresentar um visual envidraçado translúcido mal reproduzido. Como bons compradores que são, não perscrutaram as noticias sobre o Vista, que explicitavam a pressa em lançar, a não incorporação de recursos (estes presentes agora no Seven) e os requerimentos mínimos. O seven, pelo já demonstrado pela Microsoft, é um acerto. A superbar é uma investida direta ào dock da Apple, um elemento tão sem sentido e desnecessário quanto os citados no artigo, uma perfumaria boba. O novo OS Seven junta o que o mac precisa de duas coisas pra fazer: uma barra de tarefas (ou seja lá o que se chama aquela mistura de menu, ferramenta e sabe-se lá mais o que) e o Dock, com simplicidade e funcionalidade. O visual foi aprimorado e o usuario está retomando as rédeas do controle. Então acredito que o Seven acertará onde o Vista errou.

  10. Vitor disse:

    Fanatismo puro pela Apple e seus produtos, é só o que se encontra. Tá na hora de rever os conceitos e sair dessa redoma.

    Abs

  11.  

 

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