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Nenhuma explicação foi dada para a retirada do programa que tinha como única função exibir o elevado status financeiro do dono do iPhone. Mas o sumiço do “I Am Rich” não foi o único.

 

“A Apple retirou de sua loja de aplicações para o iPhone o controverso ‘protetor de tela glorificado’ de US$ 999. Uma espiada dada na loja nesta quinta-feira mostrou que o programa ‘I Am Rich’, criado por alguém chamado Armin Heinrich, não estava mais lá. A aplicação mostra uma pedra preciosa vermelha na tela do iPhone com o único propósito de passar aos curiosos o recado de que o dono do aparelho é da classe dos cheios da grana”, diz artigo publicado no FOXNews.

Segundo o artigo, na quarta-feira, quando o programa ainda estava à venda na App Store, uma pequena janela pop-up informava que o I Am Rich não estava disponível para venda a residentes nos EUA. “Devido à desvalorização do dólar [no mercado internacional], isso até que poderia fazer sentido”.

“No entanto, vários blogs conseguiram obter a descrição oficial, que dizia em parte: ‘O ícone vermelho em seu iPhone ou iPod touch sempre lembra você (e outros a quem for mostrado) que você pôde pagar por isso. É um trabalho artístico que não tem nenhuma função oculta’”, relata o FOXNews.

O artigo informa ainda que, segundo o site da revista Wired, a Apple também removeu esta semana dois outros programas da App Store: o NetShare, aplicação que transforma o iPhone em modem sem fio (o que viola os termos de serviço da operadora AT&T), e o BoxOffice, que fornece listagens de filmes.

Mais detalhes no artigo completo do FOXNews.

“O ‘I Am Rich’ não é a obra de arte mais inteligente, mas também não é ruim. Para alguns, o iPhone por si só já é um óbvio símbolo de ostentação e o ‘I Am Rich’ é só um comentário sobre isso. Além do mais, comprar mais que o necessário como indicação de saúde financeira é praticamente um valor básico americano para um crescente segmento da população. Será que pagar US$ 5 mil por um relógio de pulso ou US$ 50 mil por um carro diante de alternativas muito mais baratas é muito diferente de pagar US$ 1 mil por uma aplicação para iPhone?”, pondera Jason Kottke em artigo publicado no kottke.org.

Para ele, excluir o “I Am Rich” da App Store só por ser muito caro e fútil seria meramente fazer birra. “Os freqüentadores da App Store devem ter o direito de escolher se devem ou não comprar uma aplicação para o iPhone, especialmente porque a App Store é o único meio legítimo de aquisição de aplicações para o iPhone. Imagine se a Apple decidisse que músicas seriam oferecidas no iTunes baseado unicamente no gosto da empresa. Nada de Kanye, pois Jay-Z é melhor. Nada de Dylan, pois é muito meloso. Obviamente, ela não faz isso. Ela oferece uma imensidão de músicas diferentes e deixa o interessado decidir. Devemos condenar a Apple por esse tipo de comportamento, não aplaudi-la”.

Mais detalhes no artigo completo de Kottke.

“Se todos que ‘compram’ essa aplicação exigirem reembolso ou estorno na fatura do cartão de crédito, pode-se ver porquê a Apple, e talvez o autor do programa, Armin Heinrich, retirou o programa. E o que me faz pensar que foi Heinrich, e não a Apple, que retirou o programa é que, com a App Store, os desenvolvedores pagam taxa de reembolso. É perfeitamente possível que Heinrich já esteja sendo cobrado em centenas, talvez milhares, de dólares de taxa de reembolso”, comenta John Gruber em artigo publicado no Daring Fireball.

Mais detalhes no artigo completo de Gruber.

[ATUALIZADO às 16:00 h] — “Heinrich, um programador alemão de software, ainda não recebeu da Apple explicação para a remoção. ‘Não faço idéia do porquê fizeram isso e não tenho ciência da violação de nenhuma regra ao colocar o programa à venda na App Store’, disse Heinrich por e-mail ao The Times hoje”, relata Mark Milian em artigo publicado no site do jornal The Los Angeles Times.

Segundo Milian, Heinrich disse que, nas 24 h em que o programa esteve à venda na App Store, oito “aristocratas” o compraram: seis dos EUA, um da Alemanha e um da França. “Isso dá uma receita de US$ 5600 para Heinrich e US$ 2400 para a Apple, que tira 30% de cada venda para ‘manutenção da loja’”.

“No e-mail, Heinrich disse achar que havia mercado para o programa. ‘Tenho certeza de que muito mais gente gostaria de comprá-lo — mas atualmente não podem fazê-lo’, disse Heinrich. ‘A aplicação é uma obra de arte e incluía um “mantra secreto” — só isso’”, diz Milian.

Mais detalhes no artigo completo de Milian.

[ATUALIZAÇÃO 2, em 11/8 às 16:00 h] — “Alguns desenvolvedores, no entanto, têm ficado confusos sobre os limites da Apple para a distribuição de software. A empresa recentemente removeu uma aplicação chamada ‘I Am Rich’ que não fazia mais que mostrar uma pedra preciosa vermelha pela vultosa quantia de US$ 999,99. O programador que a criou, Armin Heinrich, disse que pensou estar cumprindo as regras da Apple para seus desenvolvedores. Um porta-voz da Apple disse que a empresa fez um ‘juízo de valor’ para remover o I Am Rich”, informa Nich Wingfield em artigo publicado no site do The Wall Street Journal.

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7 comentários para “‘Sou Rico’ para iPhone some da App Store da Apple”
  1. Ipso Facto disse:

    Pessoalmente, acho a proposta do programa de uma insana e ofensiva futilidade que só serviria para massagear o ego inflado de algum deslumbrado almofadinha egocêntrico e exibicionista pobre de espírito com estrume no lugar de cérebro.

    Mas…

    Se a Apple retirou o programa da loja só porque alguém lá dentro sentiu-se onfendido (como se uma empresa que vende meias de US$ 29 para iPod tivesse algum direito de sentir-se ofendida), então a Apple pisou na bola feio. Estaria aberto um perigoso precedente de censura ideológica. Seria o mesmo que vetar a venda de versão para iPhone do Al Corão por algum funcionário cristão da Apple. Ela não tem o direito de decidir no lugar do usuário se um dado programa vale ou não a pena ser comprado. Isso é cerceamento do livre arbítrio e seria uma atitude altamente condenável.

    Se, no entanto, foi o próprio autor que retirou o programa (qualquer que seja o motivo), ou se a Apple descobriu algum outro problema de natureza técnica no programa, então não tenho nada a dizer.

    Meu único problema é com a hipótese de a Apple tê-lo feito por qualquer outra razão que não a de algum risco técnico em potencial para o iPhone/iPod touch ou seu usuário. Se a Apple sumiu com ele porque alguém lá dentro não gostou da intenção do programa, por mais fútil e inútil que seja, então a postura da empresa é indefensável e ela deve colocar o programa lá de volta.

    Detalhe importante: se havia quem estava comprando a extorsiva aplicaçãozinha por engano, como de fato já aconteceu, então a Apple deve pensar em um meio de evitar que isso aconteça — como pedindo para o usuário confirmar se realmente quer efetuar uma compra de valor acima de um certo X ou algo parecido.

    Para quem quer que esteja preocupado com a possibilidade de efetuar compras por engano com o recurso 1-Click da App Store: iTunes > Preferences > Store > Buy using a Shopping Cart

  2. Fábio disse:

    Desculpem a ignorância. Mas o que esse programa faz (faria) de tal especial? Que protetor de tela é esse de quase $1,000 ?

  3. Lucas (luke) disse:

    É a foto de um Rubi. Só isso. O app serve só pra mostrar que você é tão rico que comprou um App de $999 só pra aparecer a imagem de uma pedra, como se tivesse custado $0,99…

  4. Paulo disse:

    Com o lançamento do Iphone o nome Apple passou a ser comentado no mudo todo e muitas pessoas passarão a adotar os seus produtos. Com isso devera acontecer uma mudança muito grande na Apple no próximos anos, o que não podemos deixar de admitir é que os designers dos produtos são um dos melhores sem contar com as inovações.
    Mas uma coisa é desenvolver software para meia dúzia de pessoas e a outra a adoção em massa desse software, com isso a Apple deve enfrentar o mesmo problema da Microsoft, pois esta abrindo para as pessoas desenvolver software para seu produtos e não tem como fugir disso pois os produtos Apple vão ter que conversar com outros e etc. se quiser se manter viva no mercado, com isso veremos Bug, vírus, travamentos de maquinas e etc.. surgindo em produtos da Apple e esse mito que o um software é melhor que o outro vai cair por terra. Isso sem falar na Nokia que detem mais de 40% do mercado de celular com um sistema Symbian onde vc pode instalar praticamente qualquer software como mapas, Gmail, Google maps e etc. tudo de graça.
    Acho que a briga vai ser boa e quem vai ganhar?? Somos nós consumidores.

  5. Paulo B disse:

    Galera, acho que no caso especifico desse programa não cabe ideologia!!!, era um programa que não tinha função nenhuma e que só servia para Roubar o $$$$ dos usuários. Quem entra na Apple Store espera que Vírus, Malware (sim eu coloco esso programa nessa categoria) e outros desses tipos tenham passados pela triagem da Apple, de 7 pessoas que compraram 3 reclamaram que compraram por engano, quase 50%

  6. Pedro Rosa disse:

    Além dos programas que foram citados que sumiram, também sumiu o PohneSaber.
    Alguém sabe qual foi o motivo???

  7.  

 

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