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“Recado a Steve Ballmer: se você tiver um botão do pânico, agora pode ser uma boa hora para apertá-lo”.

 

A Google Inc. anunciou nesta terça-feira (2) a disponibilização para download de seu navegador web de código aberto Chrome, inicialmente disponível apenas para o sistema operacional Windows, mas com promessa de lançamento futuro de versões para Mac OS X e Linux.

“O novo navegador abre uma nova frente na concorrência entre Google e Microsoft, que tem o Internet Explorer, navegador web mais amplamente usado. Pode também frear a ascenção do navegador Firefox, da Fundação Mozilla, a quem a Google tem ajudado com engenheiros e dinheiro. No entanto, Google e Mozilla estenderam na semana passada sua cooperação até 2011”, diz artigo publicado no The Business Journal of the Greater Triad Area.

Mais detalhes no artigo completo do The Business Journal of the Greater Triad Area.

De acordo com números da Net Applications para agosto de 2008, divulgados nesta segunda-feira, o Internet Explorer continua dominando o mercado, com 72,2% da preferência do usuário — ainda que em tendência de queda contínua há anos —, enquanto o Firefox, que segue em direção oposta, subiu para 19,7% e, em terceiro, o navegador Safari, da Apple, com 6,4%, também em crescimento.

“O Chrome parece ser um retrabalho radical da arquitetura interna de um navegador moderno, com cada sessão aberta em uma aba rodando seus próprios processos no navegador. Os plugins rodam como sub-processos separados nas sessões das abas. Essa independência, junto com um modelo de segurança mais isolado que mantém o conteúdo executável de uma página web sob estrito controle, é concebido para produzir um navegador web mais confiável. Se uma página trava um processo, não trava todo o navegador. Há até mesmo um gerenciador de tarefas para usuários avançados poderem identificar os processos mal comportados e interrompê-los seletivamente”, diz artigo publicado no heise online.

O artigo observa que o Chrome utiliza o algoritmo Webkit, o mesmo adotado pela Apple no Safari e pela Nokia, dentre outros, para renderizar páginas. “A execução de [códigos em] JavaScript fica a cargo do V8, outro algoritmo de alto desempenho nos moldes do TraceMonkey e SquirrelFish, com geração e otimização dinâmica de código e gerenciamento preciso de memória para coleta rápida de lixo. O Chrome incorpora também o Gears, da Google, por padrão, dando às aplicações web no Chrome acesso a bancos de dados, geolocalização e integração com o desktop”.

Mais detalhes no artigo completo do heise online.

“Recado a Steve Ballmer: se você tiver um botão do pânico, agora pode ser uma boa hora para apertá-lo”, ironiza Tom Bemis em artigo publicado no MarketWatch.

Segundo ele, o anúncio do lançamento do Chrome aumenta a pressão sobre o diretor presidente da Microsoft, Steve Ballmer, e sobre a própria empresa. “A Microsoft já está cambaleando por causa do assalto da Google na publicidade online e por seus bem-sucedidos esforços em sabotar a tentativa de compra da Yahoo Inc. feita por Ballmer no começo do ano. Agora vem uma jogada que mira no que sobrou da estratégia da Microsoft para a Internet: o domínio contínuo do mercado de navegadores. Isto é apenas justiça poética. Afinal, a Microsoft destruiu a rival Netscape ao distribuir [gratuitamente] seu navegador Internet Explorer nos anos 90”. [Na época, o Netscape era pago.]

Dadas sua história de práticas comerciais questionáveis, a Microsoft tem tudo menos simpatia pública, comenta Bemis. “E, com uma imagem moribunda que provavelmente não vai atrair novos talentos para combater a Google, os prospectos de gerar qualquer produto entusiasmante ou interessante no futuro não são bons. Quanto à Google, a máxima poderia ser: ‘Hoje o navegador, amanhã a nuvem'”.

Mais detalhes no artigo completo de Bemis.

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7 comentários para “Google lança Chrome: as implicações para IE, Firefox e Safari”
  1. Ipso Facto disse:

    Qualquer coisa que aumente a concorrência e faça o Internet Explorer sofrer uma morte horrenda e ignominiosa para mim está bom. 😉

    Agora, a pergunta que não quer calar: quantas décadas essa coisa vai ficar em beta, como o Gmail?

  2. Knux disse:

    você precisa aprender a ignorar essas letras gregas do google…

    o beta, ou o alfa, só significa que o google tem liberdade de adicionar coisas legais sem ter que ficar avisando todo mundo.

  3. Luís Antônio disse:

    Justamente, o “beta” exibido nos produtos do Google indicam a tendência da Web 2.0, que é o constante desenvolvimento. Nunca haverá uma versão final dos produtos mas sim a constância no seu desenvolvimento.

  4. Digger disse:

    Já estou usando por 24 horas e posso dizer com absoluta certeza: Ele consegue ser melhor que o Safari para Windows. Muito leve e Muito rápido!!!

    Averiguei com cuidado todos os aspectos desse novo browser e estou admirado. Simples, eficaz e com recursos que se tornarão obrigatórios em todo navegador, de agora em diante.

    Até mais!

  5. Carlos Sales disse:

    Nota 10, não trava e abre as paginas muito mais rápido que os concorrentes.
    Parabéns!!!!

  6. Knux disse:

    a barra de endereços inteligente do firefox ainda é melhor, mas está bem legal….

    vamos ver se vai comer mercado do IE ou dos outros…

  7. joilson disse:

    eu acho bom que o google tem um novo sistema operacional espero que ele tenha compatibilidade com jogos e programas .. mais por com o tempo o servidor deles vao enviando atualizaçoes … se le tiver muitas compatibilidades com programas como o windows acredito que nao vai demmorar muito tempo para o google conquistar e ficar ao mesmo nivel da microsoft windows… o windows so é a maior empressa até hoje porque na quele tempo as pessoas nao tinham opçao de escolher outro sistema operacional porque so exitia o msdos. e windows espero que o google acabe de ves com o mau da microsoft de derrubar empresas a gualquer custo do nota 10 para o windows e nota mil para o google por tomar uma atitude cemsa e tetar derrubar o google…ta de parabens mesmo ….

  8.  

 

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