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Roteiro e atores demonstram que empresa “é dominada por brancos de meia-idade que ganharam seus milhões há mais de uma década e que estão lamentavelmente fora de sintonia com as mudanças na demografia dos EUA”.

 

“A nova propaganda do Windows da Microsoft, estrelada [pelo comediante] Jerry Seinfeld, é ultrapassada e não muito engraçada — mas é altamente reveladora quanto ao que está errado lá em Redmond”, comenta Paul McDougall em artigo publicado no site da revista InformationWeek.

Segundo ele, o panorama em que a empresa de Bill Gates está veiculando sua nova campanha publicitária é: “o Windows está perdendo mercado para o Mac OS da Apple e mesmo para o Linux. E o Vista, a última versão [do sistema operacional Windows], tem sido um grande fracasso. As empresas estão fugindo dele e muitos consumidoers o acham pouco intuitivo e difícil de usar”.

Por isso, observa McDougall, pelo custo estimado de US$ 300 milhões a Microsoft contratou a agência de propaganda Crispin, Porter + Bogusky para tentar recauchutar a imagem da franquia Windows. O primeiro resultado desse trabalho estreou nesta quinta-feira e está sendo veiculado na TV americana, na Internet e em pontos de venda.

Sobre a eficácia da nova campanha até agora, McDougall é taxativo: “Não vai funcionar”. E explica: “O comercial mostra Seinfeld ajudando o presidente da Microsoft, Bill Gates, a comprar sapatos em uma loja de descontos. Gates opta por um par chamado O Conquistador. ‘São muito apertados’, avisa Seinfeld. [O comercial] Não é mais engraçado que isso, mas é uma notável amostra de 90 segundos do porquê a Microsoft vai ter dificuldade em entrar no mundo da Web 2.0, no qual o consumidor — e não agências e marketeiros — decide o que vai ser usado”.

McDougall questiona o que se pode inferir da decisão da empresa de usar um comediante branco multimilionário de 54 anos, que está fora do ar há 10 anos, como peça central de uma campanha que presumivelmente deveria dar ao Windows uma imagem nova e ajudar a Microsoft a reconectar-se com o público jovem. “Em grande parte, [isso diz que a Microsoft] é dominada por brancos de meia-idade que ganharam seus milhões há mais de uma década e que estão lamentavelmente fora de sintonia com as mudanças na demografia dos EUA (…). Esses caras provavelmente ainda acham o Fonz* legal”.

McDougall destaca a assumida falta de conexão entre software e a história de um comediante ajudando Gates a comprar um par de sapatos em um comercial que nem de longe menciona o Windows — a própria Microsoft admite que não há ligação entre eles — e comenta: “A deliberada obscuridade mostra quão esclerosada a Microsoft se tornou. É uma forma de propaganda introdutória que diz: ‘Não importa nossos produtos, a Microsoft é legal’. É como gostar de ver Jerry, Elaine e o resto da gangue na cafeteria. (Perdoe-me se você tem menos de 30 anos e não entende as referências, assista aos reprises na Fox após o notíciário noturno. Desculpe, ‘noticiário noturno’ era uma forma de transmissão de jornalismo que pagava altos salários aos âncoras. Ah, esquece.) Esse é o problema: a eficácia desse tipo de propaganda morreu mais ou menos ao mesmo tempo em que Seinfeld saiu do ar. O consumidor da nova geração, especialmente no que diz respeito à tecnologia, gosta de descobrir as coisas por si mesmo ou através de amigos. Quando encontra algo que funciona, usa. Senão, parte para a próxima. Adapta-se facilmente e mostra lealdade zero a uma marca”.

McDougall compara a eficácia do marketing da Microsoft com o de uma empresa que Steve Ballmer, diretor-presidente da Microsoft, tem obcessão em derrotar: a Google. “Quanto a Google gasta com propaganda na TV? Se você respondeu ’50 mangos’, errou por 50 mangos. Você já viu alguma propaganda da Google em algum lugar? Já viu alguma de Craiglist? Facebook? Não, pois esse pessoal entende que a Web 2.0 tem só três regras para o sucesso: seu produto precisa ser fácil de encontrar online, fácil de usar e precisa fazer o que se espera dele. Faça as coisas direito e você poderá construir um império global multibilionário sem gastar um centavo com marketing. Não precisa de heróis do passado da TV, ela própria coisa do passado”.

Muito mais detalhes no altamente recomendável artigo completo de McDougall.

* “Fonz” é uma referência a Arthur Herbert Fonzarelli, também conhecido como The Fonz ou simplesmente Fonzie, personagem interpretado por Henry Winkler no humorístico Happy Days em meados da década de 1970.

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5 comentários para “InformationWeek: comercial ‘anti-Get a Mac’ mostra que Microsoft está ‘esclerosada’”
  1. Lucas (luke) disse:

    O que o Sr. Vasco e o Sr. Baboo tem a dizer?
    E que comentário inútil o WinXP vai fazer puxando o saco dos dois?

    Eu concordo: a Microsoft está esclerosa. Nada mais precisa ser dito.

  2. Daniel Carlos disse:

    Ah galera, o Jerry Seinfeld, apesar de velho e ultrapassado, é um cara legal!!! Assistam o seriado dele que vocês vão entender… E o Bill Gates… ah, é o Bill Gates!!! Ele é engraçado da forma dele!!! Vejam como ele é engraçado:

    Bill Gates, runs like a girl:

  3. Knux disse:

    editores, não estou conseguindo colocar esse link no chat ali do lado

    http://tech.slashdot.org/article.pl?sid=08/09/08/185238&from=rss

    sistema da bolsa de valores de londres, feito pela ms, fica offline por um dia

  4. Knux disse:

    apenas para contextualizar, a bolsa de londres foi usada na campanha “get the facts” da MS

    “The london stock exchange chose windows 2003 for reliability, they didn’t choose linux”

    e agora, um tempo depois, a bolsa não funcionou por um dia…

    muito bom, MS..

    Cadê o Baboo e o Vasco quando precisamos deles? hahahaha

  5. F3L1P40 disse:

    … e a Microsoft também queimando sua imagem e dinheiro com publicidade. Será que Bill Gates anda comprando ações da Apple às escondidas? Este ponto de vista da InformationWeek é insanamente cruel. Poxa, ninguém vai comparar também o Bill Gates com o Poderoso Chefão comprando verduras na quitanda do bairro, antes de ser baleado?

  6.  

 

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