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“Apple permanece concentrada em produtos estilizados e mais caros, levando alguns a se perguntarem se seus executivos enfiaram a cabeça na terra ou se sabem que seus clientes estão dispostos a quebrar a banca para comprar seus produtos”.

 

“A Intel Corp., maior fabricante de chips do mundo, parece pronta para uma desaceleração econômica, uma vez que seus clientes gravitam em torno de produtos mais baratos. Ao divulgar seus ganhos no terceiro trimestre, nesta semana, o diretor-presidente da Intel, Paul Otellini, disse aos investidores estar vendo ‘sinais de fadiga’ e incerteza mercadológica resultantes da crise de crédito. Ao mesmo tempo, a Intel viu fortes vendas de seu chip Atom, projetado para computadores e aparelhos de baixo custo”, relata Therese Poletti em artigo publicado no MarketWatch.

A Apple, por sua vez, parece pensar bem diferente, observa ela. “Após uma leva de rumores de que o diretor-presidente Steve Jobs revelaria um laptop ao preço-recessão de US$ 800, os investidores se desapontaram com o fato de que a entrada da empresa no mercado de portáteis abaixo dos US$ 1000 tenha sido reduzindo em US$ 100 o preço de seu modelo mais barato de MacBook”.

Ao não reduzir seus preços tanto quanto se esperava em tempos de recessão econômica, Poletti acha que a Apple está fazendo um jogo arriscado. “Em meio a teorias de que os EUA estão em sua pior crise econômica desde a Grande Depressão, a Apple permanece concentrada em produtos estilizados e mais caros, levando alguns a se perguntarem se seus executivos enfiaram a cabeça na terra ou se sabem que seus clientes estão dispostos a quebrar a banca para comprar seus produtos”.

Ela sustenta seu argumento citando dados recentes da firma de pesquisa de mercado Gartner Inc. que mostram que produtos de baixo custo estão ganhando espaço no mercado. “Em uma mudança interessante, duas empresas focadas em laptops despojados e de baixo custo viram vendas robustas. A taiwanesa ASUS e a Acer Inc. viram seu crescimento acelerar. Nos EUA, durante o terceiro trimestre, a Acer cresceu a uma taxa menor apenas que a da Apple. A Apple ainda é a que cresce mais rápido dentre as maiores fabricantes de computadores dos EUA, com 29,4% de crescimento em número de unidades, enquanto a Acer viu seu número de unidades vendidas saltar 11,2% em relação ao terceiro trimestre de 2007”.

Poletti destaca o fato de que os dados da Gartner para o rápido crescimento da Acer mostram que a tendência de preferência por produtos de baixo custo já era evidente desde antes do estouro recente da atual crise econômica. “Os analistas dizem que ainda não está claro se as fortes vendas desses netbooks baratos estão canibalizando as dos outros PCs ou se eles representam um novo segmento de crescimento”.

Poletti acha válido notar que a Apple compra seus processadores da Intel e que pode vir a desenvolver um netbook de baixo custo com chip Atom caso decida entrar nesse mercado no futuro próximo. “Quando Jobs foi perguntado sobre o crescente mercado de netbooks, na terça-feira, ele respondeu: ‘Vejamos como ele se sai'”.

O quarto trimestre geralmente é o mais movimentado do ano para os fabricantes de computadores, observa Poletti. Mesmo assim, diz ela, é provável que o quarto trimestre deste ano seja cheio de decepções, pois o consumidor está fechando a carteira. “Por isso, o tempo vai dizer quem está fazendo a melhor aposta agora: Apple ou Intel”.

Mais detalhes no artigo completo de Poletti.

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5 comentários para “MarketWatch: Apple faz jogo arriscado perante a ‘pior crise econômica desde a Grande Depressão’”
  1. Ipso Facto disse:

    Lá vou eu de novo…

    Asneira nº 1: “leva de rumores”? A fonte desse rumor é apenas uma: este artigo do site da revista Fortune, publicado seis dias antes do evento de lançamento dos novos MacBooks, nesta terça-feira. A partir daí, houve uma leva (agora sim!) de reproduções do rumor, todas baseadas numa única fonte — como sempre, aliás.

    Asneira nº 2: …a Apple permanece concentrada em produtos estilizados e mais caros, levando alguns a se perguntarem se seus executivos enfiaram a cabeça na terra ou se sabem que seus clientes estão dispostos a quebrar a banca para comprar seus produtos. Na manhã de ontem, dois dias após o lançamento dos novos MacBooks, cinco dos dez ocupantes da lista dos computadores e hardware para computador mais vendidos na Amazon.com eram Macs, cujos preços variavam entre US$ 994 e US$ 1749. Dos cinco, o primeiro era o MacBook Pro de US$ 1749. No momento da redação deste comentário a lista dos 10 contém 4 Macs, sendo que o primeiro, que aparece em 2º lugar na lista, é um MacBook Pro de US$ 1779 (a lista atualizada de hora em hora pode ser vista aqui). Alguém certamente está com a cabeça enfiada na terra, mas seguramente não é um executivo da Apple — mais provável que seja uma certa colunista do MarketWatch.

    A Apple é a nº 1 em crescimento mesmo considerando que o Mac é de 2,5 a 4 vezes mais caro que os mini-ecaportáteis da Acer. Assim, o argumento de Poletti de que a Apple deve começar a produzir ecazinhas de baixo nível é simplesmente ilógico. Nos EUA, onde as filas na porta dos restaurantes que fornecem sopa grátis começam a aumentar, as vendas unitárias do Mac crescem 30 vezes mais que as dos PCs. Portanto, ao falar bobagem sobre a Apple, Poletti acaba de passar um belíssimo atestado de incompetência.

    A Intel não parou de produzir processadores topo-de-linha de alto custo, parou? “Por isso, o tempo vai dizer quem está fazendo a melhor aposta agora: Apple ou Intel”. Ninguém precisa esperar o tempo dizer o que já está dito: tanto Apple quanto Intel estão certas. A Intel está atendendo toda a ampla variedade de clientes em sua carteira e a Apple está fornecendo produtos a usuários que entendem o valor da qualidade, da elegância, do Custo Total de Propriedade e todas as outras razões pelas quais as pessoas compram Macs e vão continuar comprando, não importa o que digam colunistas totalmente sem noção como Poletti.

  2. Knux disse:

    A Apple continua oferecendo o macbook branco por um preço ainda mais competitivo (esse sim para acabar com qualquer argumento de que a apple é cara) e ainda o macmini.

    E adivinha o que vai vender igual pãozinho quente? O macbook de alumínio.

  3. Leonardo disse:

    Vcs não dão a mínima para quem não tem dinheiro para pagar a elegância e a qualidade da Apple né? Dane-se, vcs podem. Há uma coisa que se chama inclusão digital. Por que não abrir a experiência Mac para mais pessoas? Elas não merecem né. tsc tsc tsc

  4. rc_pc disse:

    Existe uma lógica que em momentos de crise procura-se economizar evitando-se compras de produtos mais caros.
    A criação destes novos modelos não é um projeto de dias atrás e sim de meses quando ainda não se sabia se a crise viria nestas proporções. A sorte está lançada. A Apple optou por manter o padrão.
    Quanto aos netbooks, a apple já deve (ou deveria) ter um pronto. Eu mesmo já apontei aqui há alguns meses o estrondoso sucesso de vendas que estes minis estão fazendo no exterior. No Brasil, o fenomeno se repete, os 3 últimos colegas que compraram laptops foram netbooks. Eu mesmo já comprei um da Acer e agora quando não tenho uma necessidade específica para o macbook, viajo com ele.
    No entanto, devemos respeitar a decisão do fabricante de não popularizar seus produtos conservando seu nicho.

  5. bernard disse:

    O que vejo como maior problema para a Apple é que ela não tem COMO competir de igual-para-igual em termos de preço com a ACER ou a ASUS. Este é um mercado crescente mas com margens de lucro mínimas em cada unidade vendida… uma aposta neste nicho, já bastante disputado, poderia dilapidar demais a margem de lucro da Apple justamente neste momento de crise. Então, dentro desta análise, NÃO APOSTAR neste mercado pode ser a coisa mais inteligente para a Aplle fazer em meio a tubulência.

    Creio que melhor para a Apple seria deixar a poeira da crise baixar, analizar com calma este mercado e, ai sim, desenvolver um produto diferenciado, com usabilidade e preço desenvolvidos exatamente para os consumidores deste tipo de produto… em outras palavras, ao invés de competir preço-a-preço (onde ela perderia feio) competir criando um produto de nicho novo e com uma “experiência” completamente distinta que os produtos da concorrência oferecem (alguem ai pensou na estratégia do iPhone?)!

    Acredito que esta é (ou seria, antes desta crise) a estratégia da empresa.

  6.  

 

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