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“Esperava-se que a Apple figurasse entre os líderes dos smartphones neste trimestre com essa quantidade enorme de unidades embarcadas do novo produto, era só questão de saber quão grande seria — e foi impressionante”.

 

Apesar do sombrio cenário econômico e de problemas experimentados por alguns dos fabricantes líderes de aparelhos móveis, os embarques globais de smartphones atingiram novo pico de pouco menos de 40 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2008, de acordo com as mais recentes estimativas da firma de análise de mercado Canalys. Isso significa que os smartphones agora representam cerca de 13% de todo o mercado de celulares, 11% mais que no trimestre anterior.

O lançamento do iPhone 3G, em julho, e a expansão da Apple em muitos outros países ajudaram a colocar a fabricante na segunda posição como maior produtora mundial de aparelhos do tipo, ficando à frente de RIM no trimestre e resultado em um número de embarques maior que toda a base combinada de aparelhos baseados no sistema operacional para celulares da Microsoft.

“Esperava-se que a Apple figurasse entre os líderes dos smartphones neste trimestre com essa quantidade enorme de unidades embarcadas do novo produto, era só questão de saber quão grande seria — e foi impressionante”, comenta Pete Cunningham, analista sênior da Canalys, na nota à imprensa. Apesar de a RIM ter sido rebaixada para o terceiro posto, contudo, seu crescimento de 80% não deve ser desprezado. “Esse também foi um tremendo desempenho, especialmente considerando oos atrasos sofridos no lançamento do BlackBerry Bold”, adicionou Cunningham. “Alguns clientes também estavam esperando que a tempestade passasse. Com esses novos produtos e o Pearl 8220 disponível no quarto trimestre, é bem provável que a RIM recupere a segunda posição”.

O sucesso de Apple e RIM, bem como o quinto lugar da HTC com seus aparelhos Windows Mobile, erodiram a parcela da Nokia no mercado de smartphones — mercado que liderou consistentemente por vários anos. O amplo portfolio de modelos da Nokia e a grande audiência que atrai deixam-na mais exposta às tendências que afetam o mercado de aparelhos de mão no geral. Ano-a-ano, seus embarques de smartphones caíram no terceiro trimestre pela primeira vez. “A Nokia também está transicionando de alguns modelos muito bem sucedidos, como o N95 e o E65, para uma série de sucessores, como o N96, e o embarque desses novos modelos ainda não decolou”, nota o analista da Canalys Tim Shepherd na nota à imprensa. “E a Nokia tem investido para trazer um produto com tela sensível a toque ao mercado na onda do sucesso do iPhone, apesar de ter tido a experiência de produzir o 7710 há quatro anos. De modo oposto, fabricantes como HTC, com seu Touch Diamond, têm se capitalizado com a demanda do usuário por esse tipo de produto”.

Através de seu serviço Consumer Mobility Analysis, a Canalys entrevistou mais de 13 mil usuários europeus de celulares em uma ampla gama de assuntos relacionados a celulares. Tendo identificado forte aceitação do uso de telas sensíveis a toque já em abril de 2007, outra pesquisa do início de 2008 revelou que três-quartos dos consumidores em países onde o iPhone havia sido lançado expressaram interesse em ter tela sensível a toque em seu celular. Esse tipo de tela também se provou popular quando os usuários consideraram o uso futuro de seus aparelhos com aplicações como reprodução de música, mapas e navegação na Internet. A Nokia está se concentrando nessas aplicações, por exemplo, através do Nokia Maps e do Ovi, e tem sido a primeira na introdução de tecnologias como GPS, mas outros fabricantes têm feito um bom trabalho em dar a impressão de terem aparelhos inovadores otimizados para tal uso.

“Com a concorrência entre os smartphones esquentando, ser capaz de lançar rapidamente tecnologias e melhorias na interface é crítico”, acrescentou Shepherd. “Você precisa também prover uma ótima experiência para o usuário. E isso significa ter controle suficiente do desenvolvimento do sistema operacional, que Apple e RIM claramente já têm. A compra da Symbian pela Nokia deve ajudar nesse sentido, independente do que os demais membros da Symbian Foundation decidam fazer”.

A Motorola, atualmente no quarto lugar dentre os smartphones graças em grande parte a seus modelos baseados em Linux, anunciou recentemente que deixaria de usar o Symbian OS e se concentraria mais no Android. Com o celular G1 da T-Mobile no mercado dos EUA e Reino Unido, o Android surgirá nos números do quarto trimestre, mas mais fabricantes e uma gama maior de aparelhos precisarão alcançar níveis significativos de embarques globais. “Embora pareçam atraentes para alguns, particularmente para os usuários profissionais, pesquisas sugerem que aparelhos com teclados grandes e deslizantes não têm apelo tão grande no mercado de consumo quanto os de tela sensível a toque”.

Olhando para os dados do terceiro trimestre no quesito sistema operacional, as coisas parecem ter ficado particularmente interessantes com o declínio nos embarques de aparelhos Symbian por fabricantes-chave japoneses. Cada um dos cinco maiores fabricantes adotou um sistema operacional diferente.

Embora tenha sido globalmente ultrapassada pela Apple no terceiro trimestre de 2008, no ano-a-ano a Microsoft aumentou sua parcela no mercado de smartphones ajudada pelos volumes conquistados por fabricantes como HTC e Samsung. Com o Android incorporando o mix, a Canalys espera que em 2009 o Symbian continue na liderança, mas enfrentando um combate mais direto dos outros grandes sistemas operacionais, operadoras e desenvolvedores de aplicações.

A nova edição do relatório da Canalys para as tendências de smartphones e navegação móvel já está disponível. Ele investiga as tendências-chave no mercado global, analisa as diferenças regionais e o desempenho dos fabricantes líderes em hardware e software, tecnologias emergentes, comportamento do usuário e outros fatores para prover um amplo cenário do estado do mercado e da direção em que segue. Esse trabalho único, agora em seu sétimo ano de sucesso, é especificamente concebido para ajudar as empresas a formular suas estratégias neste ambiente que se move rápido.

As estimativas discutidas no relatório vêm do serviço Smart Mobile Device Analysis da Canalys. As segmentações e definições globalmente consistentes da Canalys são usadas por fabricantes de todo o mundo para prover uma visão coerente do mercado de smartphones. A Canalys oferece serviços que visam mercados na Ásia, Amérias do Norte e Latina, Europa, Oriente Médio e África, bem como fornecer avaliações globais de mercado e análises baseadas em pesquisas das atitudes e preferências de consumidores e empresas em relação a aplicações para celulares, aparelhos e serviços.

Mais informações nesta página da Canalys.

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8 comentários para “iPhone vende mais que todos os Windows Mobile juntos”
  1. Ipso Facto disse:

    “Não há qualquer chance de que o iPhone conquiste mercado significativamente. Nenhuma chance” — Steve Ballmer, CEO da Microsoft, 30 de abril de 2007

    “[O iPhone] é o celular mais caro do mundo e não vai atrair clientes corporativos porque não tem teclado, o que não faz dele uma máquina muito boa para e-mail… Portanto, olho para ele e digo, bem, gosto de nossa estratégia. Gosto muito” — Steve Ballmer, CEO da Microsoft, 17 de janeiro de 2007, no vídeo abaixo em que ri do iPhone:

    Agora nós é que rimos do boca-mole Ballmer.

    “O iPhone não importa mais. Agora há alternativas ao iPhone que tem sido lançadas no mundo todo. Ele não é mais novidade” — Eamon Hoey, Hoey and Associates, 30 de abril de 2008

    “Não estamos de forma alguma preocupados. Achamos que temos a única plataforma móvel que você vai usar pelo resto de sua vida. [A Apple] não vai nos alcançar” — Scott Rockfeld, Microsoft Mobile Communications Group Product Manager, 1 de abril de 2008

    “A Microsoft com seu Windows Mobile/ActiveSync, a Nokia com seu Intellisync e a Motorola com seu Good Technology têm tido pouca penetração na empresa. Não temos razão para esperar algo diferente da Apple” — Peter Misek, analista da Canaccord Adams, 7 de março de 2008

    “A meta da Apple de vender 10 milhões de iPhones este ano é otimista” — Toni Sacconaghi, analista da Bernstein Research, 22 de fevereiro de 2008

    “O que o iPhone oferece que outros celulares já não oferecem ou oferecerão em breve? A resposta é não muito… A meta da Apple de vender 10 milhões de iPhones até o fim de 2008 parece ambiciosa” — Laura Goldman, LSG Capital, 21 de maio de 2007

    Ed Zander, então presidente e CEO da Motorola, disse que sua empresa estava pronta para a concorrência do iPhone, que seria lançado no mês seguinte. “Como vocês vão lidar com ele?”, perguntaram a Zander na conferência Software 2007. Zander desdenhou: “Como [a Apple] vai lidar conosco?” — Ed Zander, 10 de maio de 2007

    “O iPhone não será nada mais que uma novidade que eventualmente desaparecerá” — Gundeep Hora, editor-chefe do CoolTechZone, 2 de abril de 2007

    “A Apple deve desistir do iPhone… O que a Apple está arriscando aqui é sua reputação como empresa sensação que pode se dar mal. Se for inteligente, vai chamar o iPhone de ‘conceito’ e passá-lo para algum otário fabricá-lo com o orçamento de marketing de alguém. Então pode livrar a cara de qualquer fracasso mercadológico… Se não for assim, aconselho as pessoas a taparem os olhos. Vocês não vão gostar do que vão ver” — John C. Dvorak, 28 de março de 2007

    “Mesmo se [o iPhone] for aberto a terceiros, é difícil ver como a base instalada de iPhones possa alcançar o nível de se tornar uma plataforma de serviço realmente atraente para operadoras e desenvolvedores” — Tony Cripps, Ovum Service Manager for Mobile User Experience, 14 de março de 2007

    “Mais que nunca estou convencido de que, após um rebuliço incial de publicidade e vendas para compradores de primeira hora, as vendas do iPhone não serão nada espetaculares… O iPhone poderá muito bem ser o próximo Newton da Apple” — David Haskin, Computerworld, 26 de fevereiro de 2007

    “Há um velho ditado: cada macaco no seu galho. A Apple não é fabricante de celulares, não é o galho dela… Acho que as pessoas tiveram uma reação exagerada [ao iPhone] — não há nele nada de tremendamente novo, se pensar bem” — Greg Winn, diretor de operações da Telstra, 15 de fevereiro de 2007

    “O consumidor não está acostumado a pagar algumas centenas de dólares a mais só porque a Apple faz um produto legal. Alguns fãs vão comprar [o iPhone], mas para o resto de nós é uma pílula difícil de engolir só para ter o aparelho mais bacana” — Neil Strother, analista da NPD Group, 22 de janeiro de 2007

    “Não acredito em todo o auê que se está dando ao iPhone… Só tenho que pensar em que iria querer ter uma dessas coisas (além dos fanáticos religiosos da Apple)… Por isso, por favor, marquem este artigo e voltem aqui dois anos depois para ver os resultados de minha previsão: prevejo que [a Apple] não vai vender nem perto dos 10 milhões de unidades previstas para 2008″ — Richard Sprague, diretor-sênior de marketing da Microsoft, 18 de janeiro de 2007, que já deve ter perdido a língua de tantas vezes que teve que mordê-la.

    “A deliberada indiferença do iPhone para com o mercado global se voltará contra a Apple” — Tero Kuittinen, RealMoney.com, 18 de janeiro de 2007

    “O iPhone não é nada mais que uma bugiganga de luxo que só vai atrair fanáticos por eletrônicos. Em termos de impacto na indústria, o iPhone é menos relevante… É improvável que a Apple cause grande impacto nesse mercado… A Apple vai vender alguns para os fãs, mas o iPhone não vai fincar uma marca de longo prazo na indústria” — Matthew Lynn, Bloomberg, 15 de janeiro de 2007

    “O iPhone me parece algo que vai contra as tendências. O que as pessoas gostam nesses celulares hoje em dia são os tecladinhos, como os do Blackjack da Samsung, do Blackberry, do Palm, todos eles. A Apple não pode errar, mas acho que ela errou” — John C. Dvorak, 13 de janeiro de 2007

    “Estou muito cético. Não acho que o iPhone vai cumprir com tudo que se tem dito. Para iniciantes, embora a Apple basicamente tenha formado o mercado de tocadores musicais, o de celulares já está formado e com um número de grandes marcas. Será que a Apple pode refazer o mercado de celulares baseado em sua imagem? O sucesso está longe de ser garantido” — Jack Gold, fundador e principal analista da J. Gold Associates, 11 de janeiro de 2007

    “A Apple vai lançar um celular em janeiro e estará disponível ao longo de 2007. Será um kit adorável, um prazer em segurar na mão e sua funcionalidade limitada será fácil de acessar e usar. O celular Apple será exclusividade de uma das maiores redes em cada território e alguns clientes vão mudar de operadora só para tê-lo, mas não tanto quanto esperado. Conforme os usuários começarem a perceber que a concorrência oferece melhor funcionalidade a preço mais baixo, as vendas vão estagnar. Depois de um ano, uma nova versão será lançada, mas faltará a ela a inovação da primeira e ela desaparecerá rapidamente. A única pergunta que ainda fica é: quando o iPhone fracassar, levará o iPod junto?” — Bill Ray, The Register, 26 de dezembro de 2006

    “As finanças de algo como [um iPhone] não são convincentes” — Rod Bare, analista da Morningstar, 8 de dezembro de 2006

    “A Apple está se propondo a vir com um novo celular… E ela vai fracassar enormemente… As vendas do aparelho vão disparar no início. No entanto, as coisas vão se acomodar e o celular Apple vai tomar seu lugar nas prateleiras junto com câmeras de vídeo, celulares, roteadores sem fio e outros ex-sucessos… Quando o iPod surgiu, no fim de 2001, resolveu alguns grandes problemas que os tocadores MP3 tinham. Infelizmente para a Apple, problemas como aqueles não existem no negócio de celulares. Celulares não são aparelhos desajeitados e inadequados. Pelo contrário, são muito bons. Realmente bons” — Michael Kanellos, CNET, 7 de dezembro de 2006

    “Aprendemos e lutamos por alguns anos para descobrir como fazer um celular decente. Os caras do PC simplesmente não saberão fazê-lo. Não vão conseguir” — Ed Colligan, CEO da Palm, 16 de novembro de 2006

    Quando você conseguir parar de rir, pode postar uns comentários aí embaixo. ;-)

  2. lordtux disse:

    Manda essa notícia pro Dvorak, o clone do Balmer.

  3. Zumbi dos Palmares disse:

    Ballmer já tá sabendo, lordtux. Por isso é que parte dos US$ 300 milhões que serão gastos com propaganda servirão para pagar colunistas para falarem bem do Windows. ;-)

  4. Lucas (luke) disse:

    “O consumidor não está acostumado a pagar algumas centenas de dólares a mais só porque a Apple faz um produto legal. Alguns fãs vão comprar [o iPhone], mas para o resto de nós é uma pílula difícil de engolir só para ter o aparelho mais bacana” — Neil Strother, analista da NPD Group, 22 de janeiro de 2007″

    Uh, iPod, alguém quer?

    “O iPhone me parece algo que vai contra as tendências. O que as pessoas gostam nesses celulares hoje em dia são os tecladinhos, como os do Blackjack da Samsung, do Blackberry, do Palm, todos eles. A Apple não pode errar, mas acho que ela errou” — John C. Dvorak, 13 de janeiro de 2007″

    Ah, tá, todos nós amamos teclados minúsculos nos celulares, eles são a GRANDE atração de smartphones.

    “Não acredito em todo o auê que se está dando ao iPhone… Só tenho que pensar em que iria querer ter uma dessas coisas (além dos fanáticos religiosos da Apple)… Por isso, por favor, marquem este artigo e voltem aqui dois anos depois para ver os resultados de minha previsão: prevejo que [a Apple] não vai vender nem perto dos 10 milhões de unidades previstas para 2008? — Richard Sprague, diretor-sênior de marketing da Microsoft, 18 de janeiro de 2007, que já deve ter perdido a língua de tantas vezes que teve que mordê-la.

    Cof cof… Desculpe, Winshitter. Poderia repetir?

  5. Ricardo Felix disse:

    Sem comentários. A Apple como sempre, calando a boca de todo mundo, quietinha no seu canto.

  6. Leonardo disse:

    John C. Dvorak não deveria sequer ser mencionado!

  7. Fábio disse:

    Só tem fanboy comentando nesse fórum! Eu quero ver se ninguém vai chiar quanto ao bloqueio do bluetooth, a censura na appstore, o impedimento de programar em outra linguagem sem ser a da apple, dentre outros diversos problemas… A Apple tá ficando igual a Microsoft que vocês criticam tanto

  8. Knux disse:

    a linguagem do programa não tem o que reclamar… é uma framework para desenvolver para o celular, ponto-final. a maioria dos celulares é assim…

    quanto ao bloqueio de blutooth e a censura da appstore, acho que você não andou lendo esse site ultimamente, pois tem críticas a isso vindo de várias pessoas, inclusive o editor.

  9.  

 

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