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Aparelho da Apple foi a única razão pela qual esse segmento do mercado não caiu significativamente no último trimestre, diz analista da firma de pesquisa de mercado Needham & Co.

 

“O iPhone agora é não apenas o segundo smartphone mais popular do mundo, mas também salvou a indústria do smartphone de um declínio no último verão, de acordo com nota de pesquisa publicada por Charlie Wolf, analista da Needham & Co. O aparelho da Apple representava cerca de 16,6% de todo o mercado mundial de smartphones no trimestre encerrado em setembro, agora perdendo apenas para a Nokia. Esta já reconheceu seus desafios no mercado de smartphones e sabe-se que sua participação caiu de 63,3% há um ano para 43,6%, graças ao salto nas vendas do iPhone 3G”, diz artigo publicado no Electronista.

Segundo o artigo, o mesmo foi observado também nas vendas da RIM, fabricante do BlackBerry, e dos fabricantes de aparelhos movidos a Windows Mobile, embora no caso destes a queda tenha sido um pouco menor.

“O relançamento [do iPhone] foi tão forte que, em último caso, mascarou o declínio em potencial de todo o mercado de smartphones. Embora a taxa de crescimento tenha sido nula entre a primavera e o verão e ficado em 28,6%, a presença da Apple foi a ‘única razão’ pela qual o mercado não caiu significativamente, diz Wolf”, conta o artigo.

Ainda segundo ele, nos EUA a Apple agora está atrás apenas da RIM nesse mercado, tenho abocanhado quase 30% dele, contra os 40% da linha BlackBerry. Outros concorrentes, como Windows Mobile e Palm, detém parcelas de 17% e 10%, respectivamente, segundo o Electronista.

“O analista explica a súbita guinada em direção ao iPhone como reflexo de uma ampla preferência pelos modelos de negócio adotados por Apple e RIM, ambas as quais produzem o sistema operacional de seus próprios aparelhos e, portanto, têm mais controle sobre o próprio hardware. Embora o licenciamento de sistemas operacionais para múltiplos dispositivos de hardware tenha funcionado bem nos PCs até recentemente, muitos fabricantes de smartphones têm relutado em permitir um segundo monopólio da Microsoft com o Windows Mobile e, portanto, escolheram o Symbian mais por seu status anti-Microsoft do que por seus méritos”, diz o artigo.

Mais detalhes, incluindo gráficos das curvas de desempenho dos diferentes modelos de smartphones disponíveis no mercado, no artigo completo do Electronista.

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3 comentários para “iPhone já domina quase 30% do mercado de smartphones dos EUA”
  1. Ipso Facto disse:

    “Não há qualquer chance de que o iPhone conquiste mercado significativamente. Nenhuma chance” — Steve Ballmer, CEO da Microsoft, 30 de abril de 2007

    “[O iPhone] é o celular mais caro do mundo e não vai atrair clientes corporativos porque não tem teclado, o que não faz dele uma máquina muito boa para e-mail… Portanto, olho para ele e digo, bem, gosto de nossa estratégia. Gosto muito” — Steve Ballmer, CEO da Microsoft, 17 de janeiro de 2007, no vídeo abaixo em que ri do iPhone:

    Agora nós é que rimos do boca-mole Ballmer.

    “O iPhone não importa mais. Agora há alternativas ao iPhone que tem sido lançadas no mundo todo. Ele não é mais novidade” — Eamon Hoey, Hoey and Associates, 30 de abril de 2008

    “Não estamos de forma alguma preocupados. Achamos que temos a única plataforma móvel que você vai usar pelo resto de sua vida. [A Apple] não vai nos alcançar” — Scott Rockfeld, Microsoft Mobile Communications Group Product Manager, 1 de abril de 2008

    “A Microsoft com seu Windows Mobile/ActiveSync, a Nokia com seu Intellisync e a Motorola com seu Good Technology têm tido pouca penetração na empresa. Não temos razão para esperar algo diferente da Apple” — Peter Misek, analista da Canaccord Adams, 7 de março de 2008

    “A meta da Apple de vender 10 milhões de iPhones este ano é otimista” — Toni Sacconaghi, analista da Bernstein Research, 22 de fevereiro de 2008

    “O que o iPhone oferece que outros celulares já não oferecem ou oferecerão em breve? A resposta é não muito… A meta da Apple de vender 10 milhões de iPhones até o fim de 2008 parece ambiciosa” — Laura Goldman, LSG Capital, 21 de maio de 2007

    Ed Zander, então presidente e CEO da Motorola, disse que sua empresa estava pronta para a concorrência do iPhone, que seria lançado no mês seguinte. “Como vocês vão lidar com ele?”, perguntaram a Zander na conferência Software 2007. Zander desdenhou: “Como [a Apple] vai lidar conosco?” — Ed Zander, 10 de maio de 2007

    “O iPhone não será nada mais que uma novidade que eventualmente desaparecerá” — Gundeep Hora, editor-chefe do CoolTechZone, 2 de abril de 2007

    “A Apple deve desistir do iPhone… O que a Apple está arriscando aqui é sua reputação como empresa sensação que pode se dar mal. Se for inteligente, vai chamar o iPhone de ‘conceito’ e passá-lo para algum otário fabricá-lo com o orçamento de marketing de alguém. Então pode livrar a cara de qualquer fracasso mercadológico… Se não for assim, aconselho as pessoas a taparem os olhos. Vocês não vão gostar do que vão ver” — John C. Dvorak, 28 de março de 2007

    “Mesmo se [o iPhone] for aberto a terceiros, é difícil ver como a base instalada de iPhones possa alcançar o nível de se tornar uma plataforma de serviço realmente atraente para operadoras e desenvolvedores” — Tony Cripps, Ovum Service Manager for Mobile User Experience, 14 de março de 2007

    “Mais que nunca estou convencido de que, após um rebuliço incial de publicidade e vendas para compradores de primeira hora, as vendas do iPhone não serão nada espetaculares… O iPhone poderá muito bem ser o próximo Newton da Apple” — David Haskin, Computerworld, 26 de fevereiro de 2007

    “Há um velho ditado: cada macaco no seu galho. A Apple não é fabricante de celulares, não é o galho dela… Acho que as pessoas tiveram uma reação exagerada [ao iPhone] — não há nele nada de tremendamente novo, se pensar bem” — Greg Winn, diretor de operações da Telstra, 15 de fevereiro de 2007

    “O consumidor não está acostumado a pagar algumas centenas de dólares a mais só porque a Apple faz um produto legal. Alguns fãs vão comprar [o iPhone], mas para o resto de nós é uma pílula difícil de engolir só para ter o aparelho mais bacana” — Neil Strother, analista da NPD Group, 22 de janeiro de 2007

    “Não acredito em todo o auê que se está dando ao iPhone… Só tenho que pensar em quem iria querer ter uma dessas coisas (além dos fanáticos religiosos da Apple)… Por isso, por favor, marquem este artigo e voltem aqui dois anos depois para ver os resultados de minha previsão: prevejo que [a Apple] não vai vender nem perto dos 10 milhões de unidades previstas para 2008″ — Richard Sprague, diretor-sênior de marketing da Microsoft, 18 de janeiro de 2007, que já deve ter perdido a língua de tantas vezes que teve que mordê-la.

    “A deliberada indiferença do iPhone para com o mercado global se voltará contra a Apple” — Tero Kuittinen, RealMoney.com, 18 de janeiro de 2007

    “O iPhone não é nada mais que uma bugiganga de luxo que só vai atrair fanáticos por eletrônicos. Em termos de impacto na indústria, o iPhone é menos relevante… É improvável que a Apple cause grande impacto nesse mercado… A Apple vai vender alguns para os fãs, mas o iPhone não vai fincar uma marca de longo prazo na indústria” — Matthew Lynn, Bloomberg, 15 de janeiro de 2007

    “O iPhone me parece algo que vai contra as tendências. O que as pessoas gostam nesses celulares hoje em dia são os tecladinhos, como os do Blackjack da Samsung, do Blackberry, do Palm, todos eles. A Apple não pode errar, mas acho que ela errou” — John C. Dvorak, 13 de janeiro de 2007

    “Estou muito cético. Não acho que o iPhone vai cumprir com tudo que se tem dito. Para iniciantes, embora a Apple basicamente tenha formado o mercado de tocadores musicais, o de celulares já está formado e com um número de grandes marcas. Será que a Apple pode refazer o mercado de celulares baseado em sua imagem? O sucesso está longe de ser garantido” — Jack Gold, fundador e principal analista da J. Gold Associates, 11 de janeiro de 2007

    “A Apple vai lançar um celular em janeiro e estará disponível ao longo de 2007. Será um kit adorável, um prazer em segurar na mão e sua funcionalidade limitada será fácil de acessar e usar. O celular Apple será exclusividade de uma das maiores redes em cada território e alguns clientes vão mudar de operadora só para tê-lo, mas não tanto quanto esperado. Conforme os usuários começarem a perceber que a concorrência oferece melhor funcionalidade a preço mais baixo, as vendas vão estagnar. Depois de um ano, uma nova versão será lançada, mas faltará a ela a inovação da primeira e ela desaparecerá rapidamente. A única pergunta que ainda fica é: quando o iPhone fracassar, levará o iPod junto?” — Bill Ray, The Register, 26 de dezembro de 2006

    “As finanças de algo como [um iPhone] não são convincentes” — Rod Bare, analista da Morningstar, 8 de dezembro de 2006

    “A Apple está se propondo a vir com um novo celular… E ela vai fracassar enormemente… As vendas do aparelho vão disparar no início. No entanto, as coisas vão se acomodar e o celular Apple vai tomar seu lugar nas prateleiras junto com câmeras de vídeo, celulares, roteadores sem fio e outros ex-sucessos… Quando o iPod surgiu, no fim de 2001, resolveu alguns grandes problemas que os tocadores MP3 tinham. Infelizmente para a Apple, problemas como aqueles não existem no negócio de celulares. Celulares não são aparelhos desajeitados e inadequados. Pelo contrário, são muito bons. Realmente bons” — Michael Kanellos, CNET, 7 de dezembro de 2006

    “Aprendemos e lutamos por alguns anos para descobrir como fazer um celular decente. Os caras do PC simplesmente não saberão fazê-lo. Não vão conseguir” — Ed Colligan, CEO da Palm, 16 de novembro de 2006

    Quando você conseguir parar de rir, pode postar uns comentários aí embaixo. ;-)

  2. Diego disse:

    hahahahahaaha, uma frase melhor que a outra :P

  3. F3L1P40 disse:

    Don’t be trapped by dogma

    “Your time is limited, so don’t waste it living someone else’s life. Don’t be trapped by dogma — which is living with the results of other people’s thinking. Don’t let the noise of others’ opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary. ”

    Steve Jobs

  4.  
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