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“A Wal-Mart não é mais o maior varejista de música do mundo, honra que tem sido reivindicada pelo iTunes da Apple desde abril de 2008. As gravadoras estão compreensivelmente aborrecidas, pois seu muito bem sucedido modelo de negócio está a um passo de tomar o mesmo rumo do pássaro dodô”.

 

“As coisas mudam e pode ser ruim se por acaso você ganha a vida em uma indústria obsoleta. O advento da eletricidade matou a indústria de lanternas a querosene. Trens, aviões e automóveis reduziram carruagens e cavalos a um pitoresco mercado de nicho. E quem precisa de toca-discos de 8 faixas ou de 78 rpm quando se tem CDs? Eis onde saltamos no grande e totalmente aberto futuro do negócio da música”, diz Anders Bylund em artigo publicado no The Motley Fool.

Ele observa que neste momento estamos diante de uma encruzilhada entre o sistema tradicional de estúdios e uma nova era de agentes digitais grátis. “As vendas de CDs não são mais a galinha dos ovos de ouro que um dia foram. A venda de mídia física, na qual os CDs ficam com a maior parte, caíram 15% no ano passado e espera-se que a tendência continue. A Wal-Mart não é mais o maior varejista de música do mundo, honra que tem sido reivindicada pelo iTunes da Apple desde abril de 2008. As gravadoras estão compreensivelmente aborrecidas, pois seu muito bem sucedido modelo de negócio está a um passo de tomar o mesmo rumo do pássaro dodô”.

Quem está levando o modelo de negócio das gravadoras para a lista das espécies em extinção é o download de música digital, lembra Bylund. “Gravadoras como Warner Music gostam de culpar o compartilhamento ilegal de arquivos pela maior parte de seus problemas, prosseguindo com sua cruzada judicial à la Dom Quixote contra os moinhos de vento da pirataria. ‘Os ganhos com as vendas digitais não compensam as perdas com a mídia física’, queixam-se com frequência. Mas essa lamúria falha em levar em conta que o consumidor libertou-se das restrições do velho formato do álbum. Downloads de uma única faixa a 1 dólar simplesmente mudaram o modo como os fãs compram suas músicas. Pra quê baixar um álbum inteiro quando se pode escolher apenas a parte boa dele e deixar a porcaria enchedora de linguiça pra lá?”

Bylund acha que a maneira de se lutar nessa batalha é passar a confiar um pouco mais no consumidor. “O sucesso da Apple prova que as pessoas estão perfeitamente dispostas a pagar uma quantia razoável de dinheiro para suprir seus desejos musicais, contanto que a experiência da compra seja fácil e elegante. A empresa está vendendo iPods quase tão rápido quanto é capaz de produzi-los e as vendas no iTunes seguem o mesmo ritmo”.

Bylund cita a banda Radiohed como exemplo da disposição do consumidor em pagar um preço justo pela música. A banda distribuiu seu último álbum quase de graça na Internet, em troca apenas de uma doação opcional. Ganhou muito dinheiro com a experiência — e, ainda assim, liderou o ranking de vendas quando o CD foi lançado alguns meses depois. “Abraçar os que baixam música digital pode, portanto, fazer crescer o mercado total ao invés de canibalizar o anterior”.

Mais detalhes no altamente recomendável artigo completo de Bylund.

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Um comentário para “Cartéis da música devem mudar ou morrer, diz Motley Fool”
  1. Daniel Carlos disse:

    Bem, tudo que um dia lidera as vendas, acaba dando lugar a um novo modelo de vendas. As fitas K7 já foram o topo de linha que as pessoas que queria mobilidade e musica podiam ter. Mas deu lugar ao CD, que compartilhou espaço com um formato de midia chamado MD, que não fez muito sucesso, e agora já não é mais usado por ninguém na rua. O CD hoje em dia está mais ou menos como o LP: o povo só escuta em casa!!! São poucos os carros que ainda tem CD-Player, muitos já usam MP3 de cds gravados em casa ou até mesmo de Pendrive. No meu carro, eu tirei o CD-Player e dei pro meu pai, pois eu estou usando atualmente meu iPod Nano pra reproduzir musica!!! Logo logo, os CDs vão desaparecer!!! E isso não vai demorar muito…

  2.  

 

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