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Todavia, juiz reconhece que Apple tem o direito de decidir como seu software deve ser licenciado e usado.

 

“Um juiz federal decidiu semana passada que a Psystar Corp. pode prosseguir com seu contra-ataque à Apple Inc., dando à fabricante de clones do Mac uma rara vitória em sua batalha de sete meses contra a Apple. Ele também deu a entender que, se a Psystar conseguir provar suas alegações, outros poderão ficar livres para vender computadores com o Mac OS X já instalado”, relata Gergg Keizer em artigo publicado no site da revista Computerworld.

Segundo Keizer, em seu despacho o juiz federal William Aslup disse que a Psystar pode mudar os termos de seus contra-ataque, no qual originalmente acusava a Apple de violar leis antitruste, passando a acusá-la de expandir o escopo das leis de copyright ao atar o sistema operacional do Mac a seu hardware.

“Aslup disse também que, se a Psystar provar que a Apple abusou das leis de copyright, algumas das acusações da Apple contra ela seriam desmerecidas. Ele também pareceu dar a entender que outros poderiam ficar livres para seguir os passos da Psystar. ‘Se caracterizado, o abuso barraria a coação (pelo período do abuso) não apenas contra os réus, que na verdade são a parte interessada na licença de uso, como também contra réus em potencial prejudicados pelo abuso e que podem ter interesses similares’, disse Aslup em seu despacho”, relata Keizer.

Keizer lembra que, em atos anteriores da mesma ação, a Apple alegou que a Psystar não estava agindo sozinha. “‘Pessoas outras além da Psystar estão envolvidas nas atividades ilegais e impróprias da Psystar descritas neste adendo’, disse a Apple nos autos. Na época, a Apple referiu-se a esses indivíduos ou corporações apenas como Fulano 1 a Fulano 10. A Apple disse que revelaria os nomes quando os descobrisse”.

Ainda segundo Keizer, o juiz reconheceu o argumento da Apple de que tem o direito de decidir como seu software deve ser licenciado e usado, mas isso terá que ser decidido depois que o caso em curso for encerrado. “Ele rejeitou a tentativa da Psystar de incluir acusações de concorrência desleal em seu contra-ataque. A Psystar tem uma semana para submeter suas alegações alteradas, após o que a Apple precisa responder em 20 dias”.

Mais detalhes no artigo completo de Keizer.

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3 comentários para “Justiça autoriza clonadora de Macs Psystar a prosseguir com contra-ataque à Apple”
  1. Ipso Facto disse:

    “Se a Psystar provar que a Apple abusou das leis de copyright (…)”. Esse “se” é maior que a boca de Steve Ballmer.

    E a diversão continua. 🙂

  2. Knux disse:

    bom, há de se admitir que foi um avanço para a psystar… afinal, para quem andava apresentando argumentos ridículos que eram rechaçados de imediato pelo juíz, obter a permissão para prosseguir com pelo menos um dos argumentos é uma vitória…

    as vezes eu acho que a psystar faz parte de uma conspiração sim, mas não anti-apple: pró-eula… eu gostaria que uma empresa mais séria estivesse no lugar dela, uma empresa que apresentasse o argumento da eula e abuso de coyright logo de cara, não aquelas barbaridades de antes…

  3. Antonio disse:

    O juiz acatou o contra processo com resalva a acusação de concorrencia desleal deve ser retirada, isso é uma batalha vencida, que garrante continuar a guerra contra Apple, já que no pé que andava as coisas o Psytar não estava consguindo levar o processo a aprecissão pelo judiciário, com essa vitória ela garante ser ouvida.

  4.  

 

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