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Por que a Apple está ganhando a batalha das aplicações para celulares

Usuários do iPhone são bem ativos e usam seus iPhones intensamente para outros propósitos além de falar. A amplamente admirada loja online de aplicações da Apple ajudou a tornar esses aparelhos mais úteis e impulsionou as vendas.

 

“Imagine se os fabricantes de, digamos, aspiradores de pó precisassem projetar modelos diferentes para lojas diferentes: um para a Wal-Mart, outro para a Target, outro para a Tesco e ainda outro para o Carrefour. É mais ou menos isso o que acontece no negócio de escrever programas para celulares”, observa Jack Ewing em artigo publicado no site da revista BusinessWeek.

Ele observa que não há sinal de que a indústria de celulares esteja se movendo na direção de um único sistema operacional dominante, tal como acontece no universo dos PCs em relação ao Windows. Com 12% do mercado de smartphones, aliás, a fabricante da versão móvel do Windows, a Microsoft, está tentando tomar fôlego nesse mercado apresentando a nova versão do Windows Mobile e planos de lançar uma loja online de aplicações tal como a da Apple, comenta Ewing.

“Mas outros nessa indústria duvidam que o Windows Mobile seja capaz de competir com o iPhone da Apple, que se provou popular com os desenvolvedores de software, ou com o sistema operacional Symbian usado pela Nokia, que agora responde por quase metade do mercado de smarphones. ‘O Windows Mobile pode ser o esquisitão da turma’, diz Rob Glaser, CEO da RealNetworks”, conta Ewing.

Ele continua observando que, para os desenvolvedores, trata-se de uma escolha difícil. “Eles podem escrever versões diferentes do mesmo programas para cada sistema operacional, o que consome tempo e é caro. Ou podem optar por aquele sistema que acham que pode lhes atrair mais usuários e esquecer os demais”.

Ewing conta que uma das empresas confrontadas com esse problema é a News Corp. com seu site de relacionamentos MySpace, a qual, tal como outros negócios baseados na Internet, está disponibilizando seu conteúdo em celulares. “A decisão de escrever o programa para o iPhone primeiro ‘não foi pensada’, diz [Chris] DeWolfe [fundador e CEO do MySpace]. Embora a parcela da Apple no mercado de sistemas operacionais para celulares seja de apenas 12%, seus usuários são bem ativos e usam seus iPhones intensamente para outros propósitos além de falar. A amplamente admirada loja online de aplicações da Apple, com milhares de programas que podem ser baixados diretamente para o iPhone e o iPod Touch [sic], ajudou a tornar esses aparelhos mais úteis e impulsionou as vendas”.

Mais detalhes no artigo completo de Ewing.

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