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Operadora se defende dizendo que acordos de exclusividade como o que tem com a Apple levam a concorrência a compensar a desvantagem com inovação.

 

“Como operadora exclusiva do iPhone da Apple nos EUA, a AT&T tem muito o que comemorar. Mas rivais esperam conseguir estragar a festa”, conta Olga Kharif em artigo publicado no site da revista BusinessWeek.

De acordo com ela, um crescente número de defensores do interesse público quer por fim ao acordo de exclusividade entre Apple e AT&T na operação do iPhone naquele país. Por isso, estão levando o caso às mais altas instâncias governamentais.

“O Consumer Union, a New America Foundation e a Electronic Frontier Foundation, bem como a fabricante de software Mozilla e as pequenas operadoras celulares MetroPCS e Leap Wireless International (LEAP) estão se alinhando em oposição não apenas à parceria Apple-AT&T, mas também a todo tipo de arranjo em que celulares são amarrados exclusivamente a uma única prestadora de serviço celular”, informa Kharif.

Ainda segundo ela, esses grupos estão recorrendo à Federal Communications Commission (FCC) — órgão do governo americano similar à brasileira Anatel —, bem como ao Copyright Office, à Federal Trade Commission e a líderes do congresso americano pedindo que se torne ilegal esse tipo de acordo de exclusividade. Kharif conta que, a julgar pelo histórico de Julius Genachowski, recém-empossado diretor da FCC, os reclamantes podem conseguir o que querem, pelo menos naquele órgão.

“Os opositores também se queixam da insistência da Apple em forçar o usuário do iPhone a baixar software apenas de sua loja online. O argumento é que essas e outras ‘exclusividades’ são anticompetitivas e limitam a escolha do consumidor. ‘É impensável que se possa usar um Macintosh apenas em uma conexão da AT&T’, diz Michael Calabrese, vice-presidente da New America Foundation, que é presidida pelo CEO da Google Inc., Eric Schmidt. A Google tem ajudado a desenvolver software para celulares que competem com o da Apple”, relata Kharif.

Ela observa também que Apple e AT&T não são as únicas empresas que estão sob fogo dessa turma. “Todas as grandes operadoras dos EUA, incluindo a Verizon Wireless, a Sprint Nextel e a T-Mobile USA, têm acordos de exclusividade com fabricantes de celulares como Samsung Electronics, HTC e Research In Motion (RIM). Empresas como a RIM também têm sua própria loja de aplicações atada a aparelhos específicos”.

A AT&T, por outro lado, acredita que acordos de exclusividade como o que tem com a Apple levam a concorrência a compensar a desvantagem com inovação, observa Kharif. “‘Acordos de exclusividade são uma importante forma de competição’, disse a AT&T em nota. ‘A popularidade do iPhone e seus recursos e aplicações inovadores têm provocado uma forte resposta da concorrência, acelerando não apenas a inovação nos aparelhos como também o ritmo dos investimentos em banda larga sem fio e o desenvolvimento de aplicações’. Realmente, muitas operadoras hoje em dia oferecem imitações do iPhone. Se os defensores do consumidor conseguirem o que querem, as rivais eventualmente poderão até oferecer o próprio iPhone”.

Mais detalhes no artigo completo de Kharif.

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2 comentários para “Rivais e outros grupos querem livrar iPhone da AT&T nos EUA”
  1. Ipso Facto disse:

    Eric Schmidt, CEO da Google e membro da diretoria da Apple, deveria sair de cima do muro e não só deixar de participar das reuniões da Apple em que o assunto é o iPhone como também renunciar à direitoria. Os acionistas da Apple deveriam tê-lo chutado para fora de lá tão logo o Android foi anunciado. O conflito de interesses envolvendo Schmidt é aparente demais para ser ignorado.

  2. [...] Rivais e outros grupos querem livrar iPhone da AT&T nos EUA [...]

  3.  

 

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