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Eles têm recebido recursos que podem, em um ano ou dois, tornar uma aplicação baseada em navegador em nada diferente daquela que roda no desktop.

 

“Supõe-se que a indústria do software seja madura e caracterizada por algum tipo de monopólio ou duopólio. Então como explicar a atividade em torno nos navegadores: três dos maiores nomes da indústria da tecnologia — Microsoft, Google e Apple —, cada qual tendo um significativo empenho no desenvolvimento de seu próprio navegador, lançando atualizações periódicas? E há também a Fundação Mozilla, a turma por trás do popular navegador de código aberto Firefox”, escreve Lee Gomes em artigo publicado no site da revista Forbes.

Para ele, concorrência é sempre uma coisa boa, especialmente no que diz respeito aos navegadores de Internet. “Eles têm recebido recursos que podem, em um ano ou dois, tornar uma aplicação baseada em navegador em nada diferente daquela que roda no desktop. Imagine ter o equivalente ao Photoshop ou PowerPoint em seu navegador — e, assim, disponível em qualquer máquina que você eventualmente esteja usando, seja desktop, laptop ou smartphone”.

Gomes observa que essa nova abordagem do uso da informática ainda não tem um nome marcante, como Ajax — nome dado ao quarteto de tecnologias de programação que coletivamente possibilitam a existência de programas como Google Maps e Gmail —, ainda que alguns refiram-se a ela como HTML 5.

“Muitos assumem que programas baseados em navegador rodariam ‘na nuvem’, ou seja, em servidores remotos em empresas como Google e Amazon. Mas [Dion] Almaer [engenheiro da Fundação Mozilla que desenvolveu o editor de texto usado para escrever programas de computador e que funciona baseado no navegador Firefox no site bespin.mozilla.com] disse que não há razão para que o software tenha que ser escrito para rodar dessa forma. Um programa editor de imagens baseado em navegador, por exemplo, pode rodar inteiramente em seu desktop”, relata Gomes.

Sobre quem ganha e quem perde com essa nova abordagem, Gomes acha que a primeira a não gostar dela é a Adobe. “A Adobe pode não vê-la com bons olhos. A fabricante do software Flash preferiria que os programadores se prendessem a seu software. A Microsoft geralmente não se empolga com padrões que não pode controlar; ela está também empurrando seu programa multimídia Silverlight, que desempenha algumas das funções do software [do padrão] HTML 5. Apple, Google e Mozilla, em contraste, favorecem qualquer coisa que limite a posição da Microsoft no mercado. As três cooperam no desenvolvimento de software da mesma forma que concorrem por mercado. Se chegar o dia em que um navegador for o único programa de que todos precisam, essas três estarão dentre as que mais ficarão satisfeitas”.

Mais detalhes no artigo completo de Gomes.

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12 comentários para “Recomeça guerra dos navegadores: IE x Firefox x Safari x Chrome”
  1. Rodrigo disse:

    “como Ajax — nome dado ao quarteto de tecnologias de programação que coletivamente possibilitam a existência de programas como Google Maps e Gmail”

    Essa Gafe foi pessada

    Segundo Wikipedia: AJAX (acrônimo em língua inglesa de Asynchronous Javascript And XML)
    O quarteto de tecnologias que o autor se refere deve ser (Asynchronous, Javascript, And, XML)
    Na verdade Asynchronous é uma forma de trabalhar com JavaScript e não uma tecnologia
    e o And não precisa falar nada né!!!

  2. Johnny Bravo disse:

    Rodrigo,

    Até um completo idiota pode parecer sábio quando fica calado.

    Por que você não leu o restante do artigo da Wikipedia ao invés de parar na primeira linha? Se o tivesse feito, talvez não tivesse pago esse mico (e ainda mostrado a cara).

    Do próprio artigo que você citou, lemos que o AJAX incorpora em seu modelo:

    1. Apresentação baseada em padrões, usando XHTML e CSS;
    2. Exposição e interação dinâmica usando o DOM;
    3. Intercâmbio e manipulação de dados usando XML e XSLT;
    4. Recuperação assíncrona de dados usando o objeto XMLHttpRequest;

    Para completar, JavaScript, fazendo tudo isso funcionar em conjunto.

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/AJAX_(programação)

    Portanto, o autor está absolutamente correto ao dizer que o AJAX é um quarteto de tecnologias. Infelizmente pra você, se alguém aqui cometeu alguma gafe foi você mesmo! Por isso, no seu lugar eu pediria licença para ir atualizar o antivirus e sairia de fininho.

    • Knux disse:

      mesmo nessa lista que você copiou da wikipedia, tem 5 itens. você espertamente modificou para fazer parecer que o javascript não é um item, sendo que é (afinal faz parte até do acrônimo ajax).

      mas a rigor, se a lista da wikipedia estivesse enumerando coisas distintas, até ela estaria errada…
      1- eu entendo que 3 e 4 poderiam estar juntos;
      2- no começo ajax era só javascript com recuperação assíncrona através do XMLHttpRequest. todo o resto poderia ser colocado na grande sala que virou o termo web 2.0

      pena que é um negócio didático e está falando oque incorpora ou não no modelo, não uma enumeração das tecnologias que formam o ajax.

      eu entenderia se o autor falasse cinco tecnologias, ou duas… mas quatro é dureza…

  3. Troll disse:

    Ai meu rim!

  4. Claudio disse:

    No geral gosto mais do Safari do que do Firefox, mas um único recurso que considero essencial, me faz utilizar o Firefox, o da escolha do local onde se vai salvar o arquivo quando estou fazendo um download.
    No Safari esse local é pré-definido, e acaba deixando essa ação um tanto engessada.

  5. Victor disse:

    Claudio, as preferências do Safari 4 permitem definir a pasta de destino dos downloads.

    • Claudio disse:

      Nas versões anteriores do Safari também.
      E o problema é justamente esse, no Firefox você decide onde vai salvar o arquivo na hora que está fazendo o download.
      Dependendo do arquivo, quero salvar em um local diferente, no Safari sou obrigado a primeiro mudar o local nas preferências para depois fazer o download, isso é muito menos prático.

  6. Wee disse:

    ai ai… nucam falam do opera =/

  7. Zumbi dos Palmares disse:

    Ópera? Não é aquele gênero artístico que consiste num drama encenado com música? 😉

    Piadinhas à parte, segundo a Net Applications o Opera responde por irrisórios 0,71% do mercado de navegadores:

    http://marketshare.hitslink.com/browser-market-share.aspx?qprid=0

    Portanto, você não deveria estranhar o fato de que ninguém fala dele.

  8. O comentário do leitor Marcos (e-mail marcosonlive@g…) foi rejeitado por conter ofensas gratuitas contra outro leitor.

  9. romulo disse:

    Bom, eu fico com o Firefox mesmo… Não sei se o safári é tão aberto assim para seu dono, mas no Firefox posso mudar as configurações da atividade interna do navegador como as conexões, o cache… como ele responde e faz suas conexões, enfim, etc… E eu gosto bastante da grande variedade de plugins… Também não sei se o safári oferece uma boa margem de plugins… Mas enfim, inclusive o Firefox pode ser tornado mais leve… e este também já é mais leve para o HD…
    Bom, como dito posso flexionar muito o programa de acordo com o que eu quero no about:config e com os plugins… Também é mais bonito… Testei o safári sem tentar modificar e acabou sendo mais lerdo que meu Firefox tunado… E eu não noto diferença ou problemas de compatibilidade… se aparece algo é algum site soda querendo que eu acesse com o Explorer…

  10. anônimo disse:

    Mozilla e Apple não tem nada para cooperar no momento, apenas o Google com ambas.

  11.  

 

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