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“Temos muitos problemas com o Vista. Ele tem muitos defeitos. Consome muita memória. Não é compatível com outros equipamentos e supõe-se ser um upgrade do XP em uso pelas agências estaduais, mas não é”.

 

“Pode ser um ‘Hasta la vista, baby’ para as compras do Windows Vista, da Microsoft, pela agência estadual de tecnologia da informação sob uma proposta de provimento orçamentário. A proposta de verba de US$ 182,2 milhões em dois anos (…) requereria que as agências estaduais obtivessem autorização por escrito do comitê legislativo de orçamento antes de comprar tecnologia Vista relacionada a sistema operacional, equipamento ou licenças”, conta Peggy Fikac em artigo publicado no The San Antonio Express-News.

Segundo ela, o senador Juan Hinojosa criticou a intenção de aquisição de licenças do sistema operacional da Microsoft alegando que não vale a pena. “Hinojosa, vice-presidente do Senate Finance Commitee, disse: ‘Temos muitos problemas com o Vista. Ele tem muitos defeitos. Consome muita memória. Não é compatível com outros equipamentos e supõe-se ser um upgrade do XP em uso pelas agências estaduais, mas não é’”.

A Microsoft, por sua vez, respondeu dizendo-se frustrada pelas críticas do senador, relata Fikac. “Tonya Klause, representante da Microsoft, disse em nota: ‘A Microsoft há muito demontrou um sustentado compromisso com o Texas, razão pela qual essa crítica é decepcionante. A empresa tem mais de 1500 funcionários trabalhando no Texas e, só no ano passado, abrimos um novo datacenter de US$ 500 milhões em San Antonio’”.

Leia mais no artigo completo de Fikac.

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3 comentários para “Senador do Texas quer impedir agência estadual de comprar o Windows Vista”
  1. Ipso Facto disse:

    “A empresa tem mais de 1500 funcionários trabalhando no Texas e, só no ano passado, abrimos um novo datacenter de US$ 500 milhões em San Antonio”. Típico da Microsoft. O número de funcionários e o custo de um datacenter não têm rigorosamente nada a ver com a qualidade (ou a falta dela) do Vista ou com a capacidade do hardware do estado de rodá-lo.

    Independente disso, o seguinte trecho do artigo “É melhor deixar o governo de fora da parceria Apple-AT&T“, de Steve Jack, encaixa-se como uma luva no caso de intromissão política nas decisões de uma agência governamental:

    Quando o governo entra na história, quase sempre vai longe demais (veja: promover a compra de imóveis por quem não poderia comprá-los ajudou a nos levar ao atual caos econômico). E então, quando o governo vai longe demais, nunca parece interessado em arrumar a bagunça que criou, exceto quando a crise estoura na cara de todo mundo (veja o exemplo anterior: algumas vozes solitárias clamaram pela solução do problema da bagunça nas hipotecas e foram ignoradas).

    O governo está cheio de gente promovendo idéias com boas intenções cujas consequências quase nunca são totalmente consideradas. As autoridades eleitas geralmente não são as melhores (senão estariam na iniciativa privada) ou as mais brilhantes (ouça o que dizem os congressistas normais dos EUA) e eles com frequência parecem embriagados pelo poder. É assim em todas as forças políticas. Uma vez que se dê ao governo controle sobre alguma coisa, divirta-se tentando tirá-lo dele. Geralmente esse controle se perde para sempre.

    Tenha cuidado com o que pede ao governo, pois, em muitos aspectos (exceto o militar), o governo dos EUA tem a estranha capacidade de fazer a Microsoft parecer ágil, eficiente e inovadora. (…) É um vespeiro. Quase sempre é. Consequências não previstas pipocam em todo lugar, o que geralmente requer mais regulamentação e, bem depressa, a coisa toda deixa de ser uma boa idéia para tornar-se uma bola de neve que rola em direção a um ridículo e devastador pântano de problemas (exemplo: Washington D.C.).

    Deixemos que os produtos sejam bem ou mal sucedidos pelos prórios méritos, não por canetadas de burocratas do governo! É de se esperar que agências governamentais compreendam suas necessidades e capacidades melhor que um punhado de políticos sentados sobre dinheiro público.

    A propósito, minha opinião seria a mesma se a notícia envolvesse o Mac OS, o Linux ou qualquer outro sistema operacional.

    • Romulo disse:

      Não é bem assim… Até certo ponto, apesar de para a realidade do mundo os juros brasileiros serem um abuso econômico, estes mesmos juros estão nos protegendo dos efeitos drásticos que a crise provoca aos países ricos, as pessoas destes países tiveram de se contentar em ganhar menos, já no Brasil o quadro é mais ameno, não estamos intactos, mas não levamos um choque… O estilo de vida e ganho da sociedade não decaiu aqui…

      Se teve alguma coisa de sobra foi liberdade, sim dada pelo governo, mas um governo péssimo, o que não prova que o governo não deve interferir… Mas sim que precisamos votar em pessoas mais conscientes; alguém que não aumentaram fortemente os gastos em armamentos. E reduza a taxa de juros e corte os impostos das grandes empresas. Assim, para o país sair rapidamente da crise, e ampliar as contradições que agora estão explodindo.

      A atual bolha imobiliária não foi obrigada pelo governo. A ganância descontrolada dos cidadãos do país se aproveitou das taxas de juros negativas, foi possível concentrar a aplicação de uma parte dos capitais especulativos e gerar um crescimento acelerado e artificial que sustentou boa parte do crescimento dos EUA.

      Os bancos convenciam as pessoas a terem empréstimos hipotecários baratos para comprar casas ou a hipotecarem suas casas e usarem o dinheiro para consumir. Enfim, faziam outra hipoteca por um preço maior ainda. Assim, obviamente a construção de imóveis cresceu muito.

      Os bancos então transformaram todas essas dívidas em títulos que eram revendidos. E quando começou a faltar cliente para revender, foram atrás os que não tinham garantias de pagamento dos empréstimos (os subprime). Então certo dia, os novos imóveis não encontraram mais compradores.

      Em 2006, a venda de imóveis começou a cair e assim desabou toda a estrutura. O preço das casas despencou; as hipotecas caíam e finalmente o governo voltou a elevar os juros. As as pessoas já não podiam pagar as hipotecas.

      Começou, assim, a crise atual, com uma recessão que se estendeu rapidamente a todo o setor financeiro… Tudo por que o governo não se quando devia…

      O fato não é nem de perto pedir pouco ou muito, mas sim uma boa mistura de bom senso com equilíbrio… O consumidor tem de ser consciente, fora votar em pessoas que sejam capazes de intervir positivamente na economia…

      A bagunça na hipoteca se deve apenas a gente gulosa fazendo sua sujeira… A incompetência do governo foi abrir as portas para quem quisesse fazer festa; agora quem elegeu o governo? Essa bagunça é um exemplo de que as agencias governamentais, os bancos, o setor imobiliário, enfim… Não sabem se virar sozinhos também…

  2. DarkSide disse:

    Interessante a Microsoft usa o poder do dinheiro para se justificar, mas não defende em nada a “qualidade” do produto dela

  3.  

 

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