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“A Microsoft quer que você compre PCs porque são mais baratos que os produtos Apple, não porque sejam máquinas melhores”.

 

“A Microsoft quer que você compre PCs porque são mais baratos que os produtos Apple, não porque sejam máquinas melhores”, diz Farhad Manjoo em artigo publicado no Slate.

Ele lembra que, até recentemente, Apple e Microsoft se esquivavam da briga por preços e que, nos comerciais da premiada campanha Get a Mac, a Apple evitava mencionar o preço mais alto de suas máquinas e concentrava-se das deficiências do Windows. “A implicação disso é que, se você optar pelo PC para economizar dinheiro, vai ter aquilo pelo que pagou. Tenho feito crônicas sobre a ainda imatura estratégia de marketing da Microsoft por alguns meses e, na maior parte do tempo, tenho sido crítico. O ‘Mojave Experiment’, que tapeou pessoas para que experimentassem o Vista, não exatamente conseguiu inspirar confiança nos méritos próprios do sistema operacional. E sua última grande campanha, estrelando várias pessoas de diferentes etnias declarando que eram PCs, surgiu como um grande esforço da empresa em parecer bacana. Mas agora a empresa tirou as luvas”.

“Como era de se esperar, os partidários do Mac encontraram muitos motivos para criticar o comercial. Eles dizem parecer encenação [e realmente é] e observam que Lauren é uma atriz [e realmente é]. Além disso, insistem que ela vai se arrepender por comprar uma máquina baratinha terrivelmente lenta, com componentes ultrapassados, bateria fraca, pesando uma tonelada, carregada de crapware e com o Windows Vista Home, versão mais básica do sistema operacional da Microsoft”, escreve Manjoo.

E é justamente aí que mora o perigo para a Microsoft, observa ele. “A curto prazo a estratégia até que faz algum sentido. (…) Mas é uma estratégia horrível a longo prazo. Que vai acontecer quando a economia se estabilizar? Que vai acontecer quando as pessoas novamente puderem gastar US$ 1300, US$ 1500 ou mais em um laptop? O que elas farão quando ficarem sabendo que a máquina de US$ 699 de Lauren está impossivelmente lenta e que rebocá-la por aí está prejudicando sua carreira de atriz? Vendendo muitos PCs baratos agora, a Microsoft arrisca-se a semear a idéia de que PCs são baratos. E, no negócio de computadores, ‘barato’ não é um adjetivo que se queira cortejar. O consumidor pode começar a achar que, pagando um pouco mais, pode-se conseguir algo melhor. E, quando puder pagar um pouco mais, ele o fará”.

Manjoo nota que esse é, em essência, o argumento apresentado pelos fãs do Mac quando confrontados com a idéia de que as máquinas Apple são muito caras. “Com certeza, dizem eles, o Mac pode algumas vezes induzir a surpresas na etiqueta do preço, mas isso não significa que são inerentemente muito mais caros. O fato é que ele, por padrão, inclui muitos componentes de alta qualidade, tornando-o uma máquina muito mais poderosa”.

Para provar seu ponto, Manjoo cita Harry McCracken, da Technologizer, que procura manter-se neutro nessa briga e realiza séries regulares de comparativos entre PCs e Macs. “Ele pega um sistema Mac típico e estima quanto custariam computadores rivais configurados similarmente. Em outubro ele descobriu que o novo MacBook 13” de alumínio — vendido a US$ 1299 — tinha preço bem similar ao de máquinas de configuração semelhante de Lenovo e Sony, embora mais caro que uma máquina Dell. Esta semana ele fez a mesma comparação com um MacBook Pro 17” que Lauren achou muito caro. A máquina da Apple vem com um super-rápido processador Intel Core 2 Duo de 2,66 GHz, dois chips gráficos, tela iluminada por LED, bateria para 8 horas — muitos recursos topo-de-linha do tipo que Lauren provavelmente não precisa. Quando se pega outros laptops similares, o da Apple é ligeiramente mais barato que os de Dell e HP, um pouco mais caro que um Lenovo e muito mais caro que um Sony. E tal análise não considera os muitos diferenciais da Apple que não se obtém num PC: sistema operacional Mac OS livre de malware, a incrível satisfação do consumidor com a confiabilidade e com os serviços técnicos da Apple e o fato de que o Mac parece durar mais (ou, pelo menos, tem maior valor de revenda)”.

Manjoo lembra que, dia desses, Steve Ballmer, CEO da Microsoft, ironizou a Apple dizendo que ela meramente vende um logo: “Pagar US$ 500 a mais em um computador [nestes tempos de crise] — mesmo pedaço de hardware — só para ter um logo nele? Acho que é uma proposta mais desafiadora para o usuário comum do que costumava ser”, disse Ballmer. Manjoo acha que ele está certo, mas esquece que a Microsoft também está só vendendo um logo. “Na verdade, isso é tudo o que a Microsoft vende. A Microsoft não produz hardware. Ela faz o Windows, a face simbólica de nossas máquinas. E, ao promover preço baixo, os novos comerciais de Ballmer não contam a você que recursos trazem o logo do Windows. Ele o mantém a salvo dos vírus? Há alguma maneira fácil de resolver problemas? É ambientalmente responsável? Fornece um meio fácil de produzir vídeos? Tem aparência atraente? É isso que as pessoas esperam de seus computadores. Quando ganham dinheiro, estão dispostas a pagar mais por isso. Eis porque a Apple dominou o mercado de laptops no ano passado. Focando-se apenas em preço, a Microsoft está nos dizendo apenas uma coisa sobre o logo do Windows: é isso que você quer quando está quebrado”.

Leia mais no artigo completo de Manjoo.

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Um comentário para “Microsoft tenta promover PC/Windows como ‘o Mac do pobre’, diz Slate”
  1. Ipso Facto disse:

    Então isso é tudo que a Microsoft está conseguindo com sua tão trombeteada verba publicitária de US$ 300 milhões? Críticas atrás de críticas?

    Patético, não?

    Se me permitem, vou dar um Cmd+C/Cmd+V no comentário que fiz ontem em artigo sobre o mesmo assunto:

    O nome da esposa de Steve Jobs é Laurene. Coincidência? Duvido. Acho que está mais para uma pista sobre quão sujo a Microsoft pode jogar e o quão pessoal ela tomou a campanha “Get a Mac” da Apple.

    Ao contrário da Microsoft, a Apple jamais rebaixaria o nível envolvendo disfarçadamente as esposas de Gates e Ballmer em sua campanha publicitária. Mas já sabemos que a Microsoft não tem ética, nem moral, nem classe.

    Ninguém jamais resumiu melhor a Microsoft do que fez Steve Jobs na entrevista do vídeo abaixo, dada antes de seu retorno à Apple, quando disse: “O único problema da Microsoft é que eles simplesmente não têm bom gosto. Eles não têm absolutamente nenhum bom gosto e não me refiro a detalhes, e sim ao todo. O que quero dizer é que eles não têm idéias originais e não incorporam cultura a seu produto. (…) Fico triste não por causa do sucesso da Microsoft — não tenho nenhum problema com o sucesso deles, eles merecem esse sucesso, na maior parte. Meu problema é com o fato de que eles simplesmente fazem produtos de terceira classe.” (Steve Jobs, 1996)

    E o que Ballmer teria a dizer? Talvez desse uma palestra com o tema Como Jogar Sujo Quando me Sinto Ameaçado, ou Como Abusar do Monopólio e Gerar Falências. Ou, melhor ainda, talvez repita este show:

  2.  

 

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