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Colunista erroenamente insiste na batida e já amplamente refutada tese de que o Mac é mais seguro porque é menos usado.

 

“Quando notícias como a do enlouquecedor virus Conficker ganham a mídia, os usuários de Mac geralmente sentem um certo senso de conforto — senão se não de convencida superioridade — sabendo que ele não os afeta. Mas quão relaxados (ou convencidos) os usuários de Mac podem estar? É verdade que muito poucos virus foram escritos para o Mac — e nenhum que esteja neste momento se disseminando ativamente. Similarmente, programas de hackers distribuídos por websites maliciosos geralmente rodam apenas em PCs”, escreve Riva Richmond em artigo publicado no site do jornal The New York Times.

Segundo ele, a razão para o Mac estar “relativamente a salvo” do inferno astral do malware que inferniza o mundo PC/Windows é sua ainda pequena participação no mercado. “[O Mac] simplesmente é uma perda de tempo para os mal intencionados de hoje, que tentam praticar crimes em larga escala infiltrando-se em milhões de computadores. E não há nada inerentemente mais seguro no Mac. Pesquisadores encontraram 26 vulnerabilidades no Mac OS X em 2008, quase o mesmo número das encontradas no Windows Vista (27), segundo a fabricante de software de segurança Symantec. Se seu mercado crescer o bastante, o Mac se tornará um alvo e ataques vão acontecer”.

Para tentar estimar o grau de risco que corre o usuário de Mac hoje em dia, Richmond diz ter conversado com Rich Mogull, fundador da firma de consultoria em segurança em informática Securosis e colaborador do site de notícias sobre Mac TidBITS. Segundo Richmond, Mogull fez os seguintes comentários e recomendações:

  • No geral, software de segurança para Mac é desnecessário. O risco é muito baixo e o benefício não vale o custo. Exceções: usuários cujos empregadores exigem software de segurança ou que frequentam sites pornográficos, de jogos ou de compartilhamento de arquivos;
  • O firewall deve ser deixado ligado, especialmente quando se usa o laptop Mac em cafés, hotéis ou outros locais públicos com acesso à internet via rede sem fio. O usuário deve ir em Preferências do Sistema/Pessoal/Segurança/Firewall e habilitar a opção “Permitir acesso a serviço e aplicações específicos”, habilitando conexões à medida que forem necessárias;
  • Usar serviços de e-mail que forneçam filtros antivirus e antispam, como Yahoo, Hotmail, Gmail e o próprio MobileMe da Apple;
  • Para navegar na internet, dar preferência ao navegador Firefox com plugin que impede a execução de scripts. Mogull diz ter ciência de que muitos usuários acharão terrível ver cada código JavaScript bloqueado nos sites em que passarem, mas “é uma bênção para os realmente paranóicos como eu”. Ele recomenda também usar um navegador específico apenas para acesso a contas bancárias;
  • Aplicar todas as atualizações de segurança lançadas pela Apple;
  • Ter em mente que muitos ataques exploram vulnerabilidades humanas, e não na máquina. Não há software capaz de proteger o usuário contra a própria imperícia, imprudência, insensatez e/ou ingenuidade.

Leia mais no artigo completo de Richmond.

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12 comentários para “NY Times perpetua mito da ‘segurança pela obscuridade’ do Mac”
  1. trancemac disse:

    Puxa pessoal. Sou macmaníaco convicto e sinceramente não me interessa tanto assim o motivo pelo qual não há vírus para Macs – se por que ninguém quer fazê-los ou porque é mais difícil de fazê-los ou se simplesmente os hackers, crackers etc. de Mac são gente boa. Na prática o que importa é que eu tenho Mac há 10 anos e nunca tive nenhum problema de segurança.

    Mas é importante ser honesto. Não dá pra ignorar, como o pequeno editorial acima fez, que um Mac foi invadido em 10 segundos num recente concurso…

    NOTA DA MODERAÇÃO: não é verdade que um Mac foi invadido em 10 segundos, conforme estamparam muitas manchetes, dando a entender que é fácil invadir um Mac. O que levou 10 segundos foi a DEMONSTRAÇÃO de uma invasão preparada com muita antecedência. O pesquisador não levou 10 segundos para descobrir a vulnerabilidade no navegador Safari, preparar e executar a invasão, e sim vários meses. Saiba mais lendo o seguinte artigo do AppleMania: http://applemania.info/?p=3394

    É bom lembrar que a invasão foi possível devido a uma vulnerabilidade no navegador Safari, e não no Mac OS X. Se o Safari eventualmente for motivo de preocupação por causa de um ataque que jamais acontecerá no mundo real, basta usar outro navegador.

    …e que vez por outra vemos algum alerta de vulnerabilidade de algum produto da Apple (Safari, Quicktime, iPhone) que (felizmente) não foi aproveitado por nenhum mal elemento.

    []s

  2. widson disse:

    Meu comentário sumiu e o sistema de contato não funciona nem em Safari nem em IE (diz sempre que os caracteres não estão corretos). Não me espanta que tão pouca gente comente por aqui…..

    NOTA DA MODERAÇÃO: nosso formulário de contato não tem captcha para que lhe seja dito que os caracteres não estão corretos. E o formulário de comentários está funcionando normalmente, tal como você acaba de constatar. Por favor, tente postar seu comentário novamente.

    []s

  3. widson disse:

    Na verdade ele foi invadido em 10 segundos sim, uma vez que esse foi exatamente o tempo, nem menos nem mais, que demorou para o sujeito tomar conta do Mac (com um ataque muito bem preparado anteriormente, de fato).

    NOTA DA MODERAÇÃO: não é verdade que um Mac foi invadido em 10 segundos, conforme estamparam muitas manchetes, dando a entender que é fácil invadir um Mac. O que levou 10 segundos foi a DEMONSTRAÇÃO de uma invasão preparada com muita antecedência. O pesquisador não levou 10 segundos para descobrir a vulnerabilidade no navegador Safari, preparar e executar a invasão, e sim vários meses. Saiba mais lendo o seguinte artigo do AppleMania: http://applemania.info/?p=3394

    Dentro da mesma questão, vale notar que mesmo que o Mac fosse realmente intrisicamente mais seguro (e não estou dizendo que não é, apenas que devemos colocar todos os fatos, não apenas os agradáveis), o dano que um possível vírus causaria, seria provavelmente maior, **proporcionalmente**, ao dano que um vírus de Windows normalmente causa, uma vez que usuários de Mac não usam nenhum tipo de proteção.

    Por favor remova o último comentário, mas é fato que o sistema de contato não está funcionando, no Windows pelo menos…..

  4. widson disse:

    Desculpe, não faço idéia do que é “captcha”, mas a mensagem que recebo toda vez que tento postar uma mensagem no formulário da página de contato é “Os caracteres digitados não conferem com a imagem. Tente novamente!”.

    • Romulo disse:

      É aquela coisa que tem nos chats do terra e do uol ou melhor, em alguns sites de download, e pede pra você escrever o que esta na imagem…

      Talvez alguém tenha interpretado mal ai… Mas o formulário de contato tem captcha..

      Olha se você não ta fazendo nada errado… Se estiver no Windows passa um antivírus pra ter certeza rsrssrrs, da uma olhada nas configurações de segurança… É coisa do seu PC amigo, afinal eu já usei o formulário e não da erros.

  5. Miguel Guerra disse:

    Quem “invadiu” o Mac, disse que consegui entrar no sistema com uma conta de convidado e sem previlégios de administrador. Por isso os danos que poderia ter feito nunca seriam comparáveis aos provocados em Windows.

    • Romulo disse:

      Claro, Mas que diretórios ficam desprotegidos fora do administrador? (não pedem senha para serem modificados ou escritos) E quantas pessoas gostam de gravar assuntos pessoais ai?

      Lembrando que vírus não é para deixar maquinas instável somente… A maioria dos que procura extrair informações do seu PC não mudam em nada o seu sistema…

      Confiar nos antivírus de hoje para esses problemas não dá… Por isso Mogull disse uma grande verdade, isso vale para todos os sistemas… Até quando estou em Linux, principalmente na universidade, deixo firewall ligado, não tem por que ter preguiça… Protege seu trafego não só de pragas, mas de ataques comuns de rede (é mas vai saber o quanto você pode ser odiado rsrsrs), pode banir algum IP enfim até controlar e observar como anda sua banda pra depois pedi satisfação com a telefonista (ainda bem que a GVT me da orgulho rssrsr), ou ver exatamente o que esta conectado, em que portas, com que IPs, baixando quanto, muito útil…

  6. Romulo disse:

    Essa história chove a tanto tempo sobre o Linux quanto sobre o Mac OS X… Sei lá, alguém vai ganhar alguma coisa provando se essa teoria é valida ou não??? Quem mora em outra realidade paralela não tem o direito de responder nessa em! Não vai roubar! rsrrssrrs 🙂

    Não há vírus funcionais para nenhum dos 2… FINITE 🙂 … Acho que não preciso dizer mais nada…

  7. Ipso Facto disse:

    Fora o trecho com os comentários e conselhos de Mogull, o que temos aqui é mais um típico exemplo da clássica Síndrome de Estocolmo e Dissonância Cognitiva que aflige alguns usuários de Windows de modo tão desesperado. Ou então pode ser um caso de simples ignorância.

    Mais uma vez, de novo, novamente, outra vez, repetindo:

    É totalmente ilógico afirmar que a plataforma Mac é mais segura porque é menos usada. Se obscuridade fosse sinônimo de segurança, o que explicaria o surgimento de um vírus para iPod rodando Linux (uns poucos milhares de aparelhos dentre centenas de milhões em todo o mundo) enquanto não há UM ÚNICO virus para os mais de 30 milhões de sistemas Mac OS X atualmente online por 7 anos ou mais? Por que os criminosos não miram os usuários mais abastados, que são os que compram Mac?

    Se obscuridade fosse sinônimo de segurança, por que já havia virus para a versão beta não-pública do Windows Vista (algumas centenas ou milhares de cópias) enquanto os milhões de Macs em uso na época continuavam livres de virus?

    Tenho feito essas perguntas por anos, mas tudo que obtenho em resposta é um contrito e revelador silêncio.

    A idéia de que a plataforma Windows é insegura porque mais gente usa Windows e a Mac é segura porque menos gente usa simplesmente é falsa. O Mac OS X é mais seguro que o Windows por projeto. Ponto. Seu fundamento é o UNIX, isso já diz tudo. Como referência, leia retratação de David Pogue sobre o mito da segurança do Mac pela obscuridade. Pogue, aliás, é colega de Richmond na redação do NYT, talvez Richmond devesse ler mais os arquivos do próprio jornal onde trabalha.

    Toda vez que um vírus novo ou antigo assombra os reféns do mundo Windows, alguém ignorantemente desenterra o mito da “segurança pela obscuridade” do Mac. Isso ocorre por uma razão simples, embora cada vez mais ridícula com o passar do tempo: lógica certamente não é qualidade dos fabricantes de antivirus, montadores de PCs/Windows e do resto de sanguessugas que vivem do inferno astral que assombra o mundo Windows. Eles vivem do medo. O aumento da penetração do Mac no mercado sempre é acompanhado do aumento da propagação dessas bobagens anti-Mac. As ovelhas precisam ser mantidas no redil do Windows, não importa se à custa de reputação, realidade, produtividade, sanidade, etc. Muitos investiram tanto no Windows que lhes parece impossível assistir de camarote o Mac erodir pouco a pouco o mercado de PCs/Windows sem que façam nada para tentar reverter esse processo, nem que seja por meio de espalhar Medo, Incerteza e Dúvida (MID, ou “FUD”, na sigla em inglês).

    A bobagem da segurança pela obscuridade é um mecanismo de defesa dos apologistas da Microsoft e dos que mamam em suas tetas para manter seu rebanho no redil. 30 milhões de Macs não é um número “obscuro” de forma alguma. Sete ou mais anos de navegação segura e livre do inferno astral do mundo Windows certamente é segurança. Apesar das tentativas de ataque via engenharia social (phishing, trojans, etc. — nenhum SO pode instilar bom senso na mente do usuário), a única ameaça ao usuário de Mac é a grande leva de máquinas Windows infectadas transformadas em zumbis causando lentidão na Internet com tráfego de spam e tentativas de golpe em busca de mais PCs/Windows inseguros.

    O problema todo tem um nome: Windows. Usuário de PC/Windows: saia dessa vida, compre um Mac!

  8. Zequinha disse:

    Ei, editor, a palavra “senão” no primeiro parágrafo está incorreta. Teria que ser “se não”. Abraços!

  9.  

 

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