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Imagem de uma jovem recebendo um punhado de dinheiro aparentemente é uma alegoria visual frequentemente usada em filmes pornográficos.

 

“Recebi uma mensagem interessante semana passada de Jim Neal, publicitário e assessor de imprensa aposentado que possui algumas ações da Apple e gasta a maior parte do tempo acompanhando seus altos e baixos”, conta Philip Elmer-DeWitt em artigo publicado no site da revista Fortune.

Segundo Elmer-DeWitt, nos últimos tempos Neal tem tendado entender qual é a da Microsoft com a campanha Laptop Hunters, aqueles onde americanos comuns com um certo orçamento procuram computadores portáteis em lojas e fazem pouco dos da Apple. Tendo lançado a quinta peça publicitária da campanha na semana passada, a Apple pela primeira vez respondeu aos ataques da Microsoft com dois novos comerciais integrantes de sua premiada campanha Get a Mac.

Elmer-DeWitt transcreve as palavras de Neal, que lhe disse:

Os comerciais anti-Apple da Microsoft são geralmente considerados uma resposta ao aumento da participação da Apple no mercado, algo geralmente aceito como decorrente da queda do mercado do Windows, possibilitado pelo fracasso do Vista.

Tudo isso pode ser verdade, mas a estratégia [da Microsoft] é pobre. Acredito que foi decidida por Steve Ballmer, um sujeito mais visceral do que era Bill Gates.

Será que Gates teria tomado a mesma decisão? Possivelmente não. (…) No momento em que a Microsoft decidiu atacar a Apple, deu-lhe credibilidade. É sabido que, sempre que se decide responder a um oponente cuja existência você nem reconhecia, está na verdade valorizando-o. (…)

Quem quer que tenha investido algum tempo na dissecação dos comerciais da Microsoft (e muitos o fizeram) sabe que estão cheios de buracos grandes o bastante para passar um caminhão por eles.

A Microsoft claramente sabe disso. Os comerciais acabaram acidentalmente sendo veiculados de uma maneira bastante equivocada. O problema para a Microsoft é que ela se sentiu realmente compelida a atacar a Apple, tanto que o fez sem ter uma perna sobre a qual se apoiar. Alguém promoveu o argumento de que, na atual recessão, o ponto fraco da Apple é o preço. É um ponto fraco, mas não tão grande quanto a Microsoft quer que se acredite, pelo menos não baseado nas vendas da Apple.

A Microsoft comprou esse argumento mesmo assim. Ela poderia simplesmente ter dito: “Somos menos caros, por isso, se você não tem muito dinheiro, somos sua única opção”. Mas isso não foi suficiente para ela. Por isso, criou a premissa falsa de que os produtos Apple são caros demais pelo que oferecem e que as máquinas Windows dão mais retorno, e então montaram uma série de condições na intenção de apoiar a premissa falsa.

Por que a Microsoft continua a ver seu domínio do mercado como prova de ter um produto melhor está além de minha compreensão. É o tipo do pensamento que realmente pode matar uma empresa a longo prazo, o tipo do pensamento que leva alguém a tomar decisões realmente estúpidas.

É como fazer com que Golias não só caminhe junto com Davi como também que lhe dê as pedras e lhe diga para que as atire com urgência.

Acho que a decisão de Ballmer foi uma reação irrefletida não apenas ao crescimento da Apple no mercado, mas também a preocupações levantadas por grandes clientes seus, como Dell, HP, etc. Foi tomada num momento em que a Microsoft está em uma posição de fraqueza, no momento exato em que deveria continuar ignorando a Apple. Foi uma decisão de marketing muito estúpida.

Mas Ballmer não aguentava mais. Ele mordeu a isca lançada pela Apple em seus comerciais Get a Mac.

Parafraseando o Capitão Kirk, de Jornada nas Estrelas: “Agora eles estão bem onde queriam que estivéssemos”.

“Neal não menciona, mas Bill Gates ficaria ainda mais constrangido se soubesse o que algumas pessoas estão dizendo sobre o formato dos comerciais da Microsoft. A imagem de uma jovem recebendo um punhado de dinheiro aparentemente é uma alegoria visual frequentemente usada em um tipo bem diferente de filme [o pornográfico]”, observa Elmer-DeWitt.

Leia mais no artigo completo de Elmer-DeWitt, que inclui link para o vídeo abaixo, intitulado “Laptop: Porno Hunters”.

 

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5 comentários para “O que a campanha ‘Laptop Hunters’ da Microsoft e os filmes pornô têm em comum”
  1. Ipso Facto disse:

    Ha! Gates constrangido? Me engana que eu gosto! Gates foi o primeiro a enlouquecer com a campanha Get a Mac da Apple. Eis as provas (como se ter posto Ballmer onde está já não fosse prova suficiente):

    Por que a campanha Get a Mac está deixando Gates maluco
    http://www.huffingtonpost.com/chad-hermann/hello-im-a-mac-and-bi_b_42583.html

    Microsoft espalha FUD para tentar conter debandada do Windows para o Mac
    http://www.securityfocus.com/columnists/433

    Bill Gates está roxo de inveja da Apple
    http://seekingalpha.com/article/26163-apple-envy-seizes-microsoft

    Bill Gates perde o juízo: chama a Apple de mentirosa e copiadora
    http://www.newsweek.com/id/56822

    Há muito mais de onde vieram esses.

    O pessoal da agência Crispin Porter + Bogusky, criadora dessa pérola para a Microsoft, é genial. Eles estão realmente fazendo um grande trabalho dizendo ao mundo mais uma vez que o Macintosh é o melhor e que quem compra PC/Windows é um bocó iludido pela etiqueta de preço.

  2. Fernando disse:

    Desculpe o comentário, mas achei esse artigo um tanto preconceituoso.

    • Johnny Bravo disse:

      Se importaria de nos dizer por quê exatamente acha isso?

    • Fernando disse:

      Só porque uma mulher recebe dinheiro ela é puta? Isso é marxismo. Nem naqueles dias que até café me lembra cafetão, eu não imaginei uma coisa dessas dessa campanha. Ok, alfinetadas fazem parte, mas isso não foi legal.

    • Johnny Bravo disse:

      Só porque uma mulher recebe dinheiro ela é puta?

      Não e nem é isso o que o artigo está dizendo. Se foi o que você entendeu, entendeu errado.

      O que o autor está destacando é a similaridade entre a cena de oferecer dinheiro às personagens dos comerciais e a de oferecer dinheiro a mulheres em filmes pornô. Até uma criança consegue perceber isso.

  3.  

 

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