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Acionistas têm o direito de saber quem efetivamente está no comando da empresa onde investiram seu dinheiro. Deduções não bastam. Suposições não bastam. Deixar os investidores ligando pontos não basta.

 

“Como prometido ou pretendido, Steve Jobs voltou a trabalhar [nesta segunda-feira, 29], tal como a Apple disse várias vezes que ocorreria desde que ele saiu em licença médica, em janeiro. (…) Embora Cupertino esteja feliz com seu retorno, a Apple terá que enfrentar questões mais profundas das quais não poderá se esquivar”, diz Jim Goldman em artigo publicado no site da rede CNBC.

Segundo ele, o fato de Jobs não estar reassumindo seu posto em período integral — parte da semana na empresa, parte trabalhando em casa — é o que levanta essas questões mais profundas. “Não me importo com o fato de Jobs trabalhar em período parcial, já que a Apple meramente disse que ele retornaria ao trabalho no fim de junho, mas nunca disse se isso significa período integral ou parcial. Talvez algum de nós que acompanha a empresa deveria ter perguntado. Mas na verdade isso não importa. Período integral ou parcial, Jobs vive e respira Apple, seja estando fisicamente no escritório ou em outro lugar. Ninguém, e certamente eu não, duvida da dedicação de Jobs à Apple”.

E é justamente aí que, para Goldman, a coisa pode ficar um tanto imprevisível para todos os envolvidos: Jobs, Apple e toda a equipe. “Não se trata de dedicação, e sim de responsabilidades, deveres, gerenciamento e controle. Tim Cook, diretor de operações, fez um trabalho valoroso mantendo a empresa nos trilhos na ausência de Jobs. A inovação continuou robusta, produtos chegaram ao mercado no prazo, o caixa da empresa continou crescendo e as ações se comportaram admiravelmente. Cook deveria ser enaltecido. No entanto, nunca assumiu o papel de CEO, ou mesmo de CEO em exercício, e Jobs nunca abriu mão de seu título, nem a Apple tem alguma obrigação legal de promover uma divisão de responsabilidades entre ambos. (…) Agora que Jobs voltou, mesmo que seja em período parcial, não há razão para que as responsabilidades do dia a dia voltem para ele. Quando isso acontecer, a Apple deve revelar isso. Se a mudança já aconteceu, a Apple deve revelar. Se essa ainda for uma área nebulosa e tanto Jobs quanto Cook toquem o dia a dia juntos, como tende a acontecer na maioria dos relacionamentos entre CEO e COO, a Apple deve revelar ou pelo menos reiterar isso”.

Para Goldman, os acionistas têm o direito de saber quem efetivamente está no comando da empresa onde investiram seu dinheiro. “Deduções não bastam. Suposições não bastam. Deixar os investidores ligando pontos não basta. (…) Citar Jobs em uma nota à imprensa sobre as vendas do iPhone para mostrar que ele está ‘de volta’ não basta. Meramente dizer que ele está ‘de volta’ também não basta. Uma nota curta de Jobs agradecendo o apoio recebido de fãs, investidores e funcionários por sua fé e orações seria um ato que marcaria sua presença e o tipo de atitude que todos que se importam com ele apreciariam. Chegou a hora de Jobs aparecer e sair das sombras. Se está realmente de volta, deve isso aos milhões que se importam com ele”.

Leia mais no artigo completo de Goldman.

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