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“Dentre mais de 218 milhões de iPods vendidos até hoje, houve apenas 15 casos relatados de problemas com baterias incendiárias. Estatisticamente, o percentual é tão insignificante que corro o risco de provocar incêndio em minha calculadora se tentar calculá-lo.”

 

Por STEVEJACK

Os artigos semestrais “iPod tocha” começaram a circular novamente.

Ao invés de dar crédito a recicladores como Times Online e outros, vamos dar uma olhada na fonte na recente onda de artigos.

A fonte dessa onda de jornalismo amarelo Oh-iPods-Podem-Pegar-Fogo-e-a-Apple-Está-Tentando-Abafar-o-Caso é uma só: a KIRO-TV, de Seattle.

Seattle, Washington! 😉

Amy Clancy relata para o KIRO 7 Eyewitness News: “Investigação exclusiva do KIRO 7 revela que um alarmante número de tocadores MP3 iPod da Apple entram em combustão espontânea, ferindo pessoas e danificando propriedades”.

Uau! Isso soa mal. E é “exclusivo”, nada menos que isso. Mas qual é exatamente a definição de Amy para “número alarmante”? Para isso eu teria que percorrer 22 parágrafos (de um artigo impresso escrito por uma repórter de TV, nada menos; mereço adicional de insalubridade). Bem, então, qual é exatamente a definição de Amy para “número alarmante”? Quinze. Isso mesmo, 15 incidentes! De um total de 218 milhões de unidades do iPod vendidas até hoje. Isso representa um percentual bem pequeno, na verdade estatisticamente insignificante. Eu usaria minha calculadora de mesa para calculá-lo, mas receio que tentar calcular um número tão pequeno possa fazer com que a bateria da calculadora pegue fogo repentinamente, causando ferimentos em mim e danificando minha propriedade.

Será que essa insignificância estatística impede Amy Clancy de trabalhar naquela emissora de TV sediada em Seattle? Claro que não. Veja como ela relata o caso:

“A Consumer Product Safety Commission (CPSC) divulgou mais de 800 páginas que revelam, pela primeiríssima vez, uma visão abrangente que mostra que, em uma variedade de ocasiões, iPods começaram a queimar e fumegar sozinhos e até a chamuscar seus proprietários. Os documentos… incluíam mais de 800 páginas de informação…”.

Note bem: 800 páginas. Oitocentas! Mas, apesar da extensão do relatório da CPSC, houve apenas 15 incidentes. Acho que o que realmente deveria virar notícia é que, apesar do estelar histórico de quase perfeição da Apple com as historicamente instáveis e problemáticas baterias de íon de lítio, uma agência do governo tenha achado necessário desperdiçar o dinheiro do contribuínte produzindo 800 páginas para relatar apenas 15 incidentes.

De qualquer forma, no meio de sua longa “exclusividade” sobre ar quente, Clancy também diz: “Até agora, nenhum sério dano foi relatado à CPSP”, junto com “a atual geração de iPods usa uma bateria que até agora não mostrou ter problemas similares”.

Vixe! Essa “notícia exclusiva” fica cada vez menos digna de atenção…

Segundo a história da KIRO, “Levou mais de 7 meses para que a investigadora da KIRO 7 Amy Clancy pusesse as mãos no documento da Consumer Product Safety Commission referente aos iPods porque os advogados da Apple entravam com recurso atrás de recurso”. Segundo Murad Ahmed, do Times Online, que fez ampla pesquisa até encontrar alguém no Reino Unido com uma bateria defeituosa em seu iPod, a Apple ofereceu “reembolso integral apenas se estivessem dispostos a assinar um termo de compromisso. O acordo proposto os colocava sob risco de processo se algum dia revelassem os termos”.

De acordo com o Times Online, “O caso faz eco com circunstâncias anteriores nas quais a Apple tentou abafar incidentes de superaquecimento em seus aparelhos”.

Isso pareceria bastante sinistro se não fosse um procedimento legal padrão seguido em tais circunstâncias por qualquer empresa minimamente informada. E, no caso da Apple, qualquer coisa é motivo para ataques, mesmo que estatisticamente insignificante, por isso seria imprudência não tomar tal precaução.

Então, recaptulando:

  • 800 páginas! Você me ouviu? 800 páginas! (Só queria ter certeza de que você entendeu bem.)
  • iPods entram em combustão espontânea e começam a fumegar, ferindo pessoas e danificando propriedades!
  • Tá, tudo bem, houve 15 incidentes no relatório, mas não importa. O importante é que o relatório tem 800 páginas!
  • A Apple vendeu 218 milhões de iPods até hoje, portanto 15 em 218.000.000 é um número estatisticamente insignificante e é, provavelmente, o melhor resultado dentre todas as empresas que usam baterias de íon de lítio em produtos similares;
  • Desses 15 casos em mais de 218 milhões de unidades vendidas, “nenhum sério dano foi relatado”;
  • A Apple oferece reembolso mediante acordo de confidencialidade para proteger-se exatamente desse tipo de jornalismo amarelo que estou denunciando aqui.

A reportagem do KIRO 7 Eyewitness News pode ser vista — Pense Antes de Clicar® — aqui.

SteveJack é usuário de longa data de Macintosh, web designer, produtor de mídia e colaborador regular da coluna Opinião do site MacDailyNews. Reproduzido com permissão.

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Fuja do lugar comum: venha para o AppleMania!

 

19 comentários para “SteveJack: jornalismo amarelo volta a atacar iPod”
  1. Marcelo Martins disse:

    É o onus do sucesso. Qualquer contador de chop e imitador de flatulencia para iPhone vira notícia, um iPod explodindo não iria ficar de fora da mídia. Agora “jornalismo amarelo” me lembrou do lula dizendo pra não falarem mal do sarney.

  2. Teilor disse:

    Novamente põe um fanfarrão para escrever neste site.

    Será que o autor deste texto percebe que a principal falha da Apple nisso tudo foi esconder os problemas que seus produtos possam apresentar da forma que o fez? Impedir que a mídia chegue a informação não é a forma correta de proteger uma marca.

    Você diz que outras empresas forçam consumidores a assinar contratos de sigilo para receber um reembolso por um produto obviamente defeituoso. Pois cite exemplos. Não te parece absurdo uma empresa coagir alguém a assinar um contrato para receber algo que lhe é de direito? Se bem que esse nem é caso, considerando que a menina comprou um iPhone e levou uma granada de mão.

    Esse tipo de texto denigre a imagem dos mac users, pois nos passa uma imagem de fanáticos que são incapazes de admitir os erros da empresa da qual são fãs.

    • Johnny Bravo disse:

      Teilor,

      Pessoalmente eu não me importaria em admitir erros se houvesse algum a ser admitido.

      O fato de VOCÊ achar que a Apple errou não significa que tenha errado realmente. Essa é apenas e tão somente a SUA opinião.

      É muito fácil falar dos outros quando não se está na pele deles. Salvaguardadas as devidas proporções, creio que você daria um petista ideal na época em que era oposição. Quando virou governo, virou também o inimigo número 1 dos radicais de plantão, porque, de repente, os ex-opositores viram que a coisa não era bem como pensavam. Rosnar feito cão raivoso é fácil, difícil é dar a cara à tapa.

      Vá lá primeiro viver na pele os desafios da Apple com a opinião pública e com a salvaguarda da própria imagem quando enfrenta problemas causados por defeitos em componentes de terceiros, depois você vem falar de erros.

      [TRECHO SUPRIMIDO PELA MODERAÇÃO]

    • Teilor disse:

      Johnny, realmente o que escrevi é a MINHA opinião. É para isso que serve o formulário de comentários, não é mesmo?

      Em momento nenhum foi minha intenção rosnar como um cão raivoso, do tipo que usa comparações políticas ou que faz deboche e calunia outros comentadores só para validar a SUA opinião.

      Sua resposta me divertiu; mas o assunto aqui não era a Apple e seus iPhones explosivos? Ou será que existe uma referência oculta a Microsoft e a antivírus em cada post deste blog, que qualquer um que esteja fora de um campo de distorção da realidade não consegue perceber?

    • Zumbi dos Palmares disse:

      Ô Teilor,

      Não lhe parece suspeito o fato de que, em insignificantes 15 casos de problemas em baterias de iPod em 280 milhões de unidades vendidas, a Apple só teria tentado impor um acordo daquele tipo em um único caso?

      Se isso é prática padrão da empresa, por que não se tem notícia de algo similar nos outros 14 casos?

      Você acredita cegamente em denúncias sem provas, Teilor? Se sim, então você tá maus, viu?

    • Zumbi dos Palmares disse:

      Corrigindo-me: foram 218 milhões de iPods.

    • Teilor disse:

      Desculpem os negritos, foi falta de perspicácia minha. Espero não ter meus comentários apagados por conter provocações gratuitas contra os usuários de Mac.

      Zumbi, 15 casos e apenas 1 divulgado; se a política de relação com o cliente da Apple for igual a desse caso, nunca saberemos quantos casos realmente aconteceram.

      Só não gostei da forma como o autor expôs os fatos, debochando do caso. Escolhi o lugar errado para fazer esse tipo de comentário? Talvez.

    • Zumbi dos Palmares disse:

      Teilor,

      Não vi nenhuma provocação gratuita sua. Mas, considerando ser o Vasco Silva quem é, imagino o tipo de coisa que ele deve ter dito para que seu comentário tenha sido apagado.

      Se a história do abafamento do caso for verídica (o que eu duvido), da mesma forma que um caso veio à tona outros teriam vindo também. Que jornalista não gostaria de dar esse furo e que veículo da mídia não a regurgitaria ad nauseam à caça de cliques e receita publicitária? Que concorrente não adoraria fazer festa em cima disso?

      O fato de ter havido um único caso (e, ainda por cima, sem provas) é altamente suspeito, não acha?

    • Lukeskymac disse:

      Vindo de alguém que diz que o Windows Live Search é mais rápido que o Spotlight (e não é) ••Sem nunca ter usado o Spotlight ou apresentado qualquer prova disso••, que o Flip 3D é mais prático que a “bagunça” que é o Exposé, que o DVD Maker se equipara ao iDVD ••Novamente sem nunca ter usado o iDVD, ou o Exposé••, que o Cover Flow é uma cópia do Flip 3D, que e tantas outras babooseiras, não é surpresa que ele tenha postado ataques gratuitos.

    • Romulo disse:

      É triste, pois a Apple não tinha por que esconder isso, mas no fim das contas como não foi a própria empresa que declarou o caso, a coisa a coisa realmente virou mais do que deveria ser. Enfim o caso é:

      Por que uma empresa não pode ser transparente com o seu consumidor? Não dói, passar tranqüilidade ao consumidor é provar que são realmente casos dispersos e que podemos confiar na Apple plenamente.

      Por que tratar seu consumidor desse jeito, como se ele só pudesse receber o que lhe é de direito quando a empresa bem decidir. Por acaso essa é a satisfação Apple que o consumidor espera receber?

      Talvez a coisa virou uma bola de neve, porem tivesse sido a Apple a nos declarar isso.

  3. O comentário do leitor Vasco Silva foi apagado por conter provocações gratuitas contra os usuários de Mac.

  4. Knux disse:

    se querem falar de estatística, vamos falar de estatística.

    a medida que se aumenta o espaço amostral, a chance de encontrarmos um evento raro tende a 100%.

    ipods explodir, uma menina sobreviver à queda de um avião, um motorista perder o dedo ajustando o banco traseiro de um carro… dado o tempo e quantidade de eventos, essas VÃO acontecer, indubitavelmente…

    tenho certeza que a MS gostaria de ter um “espaço amostral” de zunes grandes o suficiente para detectar combustões espontâneas.

  5. Lukeskymac disse:

    A probabilidade é de ? 6,88 X 10 na -8ª potência, certo?

    Isso não dá uns 0.00000000688% ?

    • Romulo disse:

      realmente foram poucos, mas surpreende mais por tao pouco a Apple ter praticado esse tipo de atitude. Agora que aconteceu a coisa saiu 2 vezes mais escandalosa do que deveria ter saído.

      Quando ia passar despercebido pela boca de meia duzia de pessoas, se a Apple tivesse declarado, nos passado tranqüilidade e primordialmente INFORMAÇÃO. Afinal o consumidor da Apple é capaz de entender.

      Falcatrua da mídia ou não, a Apple se declarou como lesada por mídia enganosa? Afinal sabemos que a Apple faz isso quando é de seu direito, como ocorreu com a MS.

      Bom de resto foi um erro, moral, infelizmente. E de marketing afinar a coisa veio em dobro.

    • Zumbi dos Palmares disse:

      Praticado QUE atitude, Rômulo?

      Alguém tem alguma prova de que ela efetivamente FEZ aquilo de que está sendo acusada?

      Você está baseando seu julgamento em rumores. Com isso, corre o risco de se tornar tão moralmente errado quanto a imoralidade que critica.

      Pense nisso.

    • Romulo disse:

      A Apple negou a existência do documento? Negou a veracidade do que declarou Ellie Stanborough?

      Como eu disse:

      @@@ A Apple se declarou como lesada por mídia enganosa? Afinal sabemos que a Apple faz isso quando é de seu direito, como ocorreu com a MS. @@@

      Que os advogados da Apple se manifestem logo (novamente), a Kiro 7 lançou suas provas:

      “Levou mais de 7 meses para que a investigadora da KIRO 7 Amy Clancy pusesse as mãos no documento da Consumer Product Safety Commission referente aos iPods porque os advogados da Apple entravam com recurso atrás de recurso”

      … E não foi desmentida até agora. Mas claro a Kiro 7 pode estar mentindo e os advogados competentes não sabem como provar.

      Se o documento da Consumer Product Safety Commission, não garante nada, é falso, fajuto, é tão difícil assim desmentir o tal documento? Não existem meios de se invalidar tal documento?

      Até lá eu devo ficar na duvida? Não estou condenando a Apple estou expressando minha opinião, mas estou chateado com essa situação, e continuo achando que é o dever da Apple informar o consumidor do que se passa, o que não esta acontecendo afinal o relatória roda por ai dês de 24/07.

      Se a Apple surgir com provas que desmintam o documento ou Ellie Stanborough , ai sim, acredito que foi uma fraude, agora até la manifesto minha opinião e a imagem que esse assunto deixou para mim.

    • Knux disse:

      “Se o documento da Consumer Product Safety Commission, não garante nada, é falso, fajuto, é tão difícil assim desmentir o tal documento? Não existem meios de se invalidar tal documento?”

      ninguém disse que é fajuto. disseram sim que 15 ipods num universo 215 milhões é uma irrelevância estatística.

      a tal da Kiro 7 foi de um sensacionalismo irresponsável

      a proporção de pessoas que sobrevivem a explosões de aviões em pleno ar é muito maior e ninguém toma isso como regra.

    • Knux disse:

      aliás Rômulo, acredite você no próprio documento citado: ele diz que essas ocorrências são raríssimas e não podem ser atribuídas a algum defeito de projeto ou fabricação.

    • Romulo disse:

      Concordo, e nunca me passou que fosse alarmante 15 iPods explodirem no gigantesco mar desse produto Apple.

      Agora não foi isso o que me chateou, nem foi meu foco, fosse apenas pelo fato do defeito inevitável de um aparelho não teórico, era apenas mais uma constatação da Lei Murphy. 🙂

      O Ponto foi o segredo para com o consumidor e o possível contrato de sigilo injusto com o consumidor. Não sei se existe consumidor que goste deste tipo de segredo, enfim é o meu ponto de vista. :/

  6.  

 

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