Uma nova Microsoft atacando tanto o iPhone quanto o Mac. E, ao contrário da Microsoft, com software grátis. Eis o que a Apple vê na Google.
“Já passou muito da hora: Eric Schmidt (CEO da Google) finalmente renunciou a seu assento no conselho de administração da Apple. Geralmente, essas renúncias são tratadas de forma suave: agradecimentos pelos serviços prestados e etc. Desta vez, porém, Steve Jobs emitiu uma nova: ‘Infelizmente, à medida que a Google entra em mais dos negócios-chave da Apple, com o Android e agora com o Chrome OS, a efetividade de Eric como conselhrio da Apple seria cada vez mais reduzida, uma vez que ele teria que se recusar a participar de porções cada vez maiores de nossas reuniões devido a potenciais conflitos de interesses’”, dizem Jean-Louis Gassée e Frederic Filloux no CBSNews.com.
Segundo eles, o motivo sobre o qual recai a maior suspeita de ser o principal reponsável pela saída de Schmidt da Apple chama-se Android, o sistema operacional para celulares da Google que é concorrente direto do iPhone OS. “Em 2007, ainda não estava claro que os smartphones eram o PC de próxima geração. Mas, um ano depois, em 2008, o cenário da concorrência já estava claramente definido. O Android é o mais perigoso concorrente do mais perigoso oponente da atual e futura torrente de lucro da Apple: o ecossistema iPhone. Daí, qual foi o fator adicional que quebrou a sinergia entre as empresas? Sem dúvida, foi o Chrome OS, com uma grande arremetida do Google Apps”.
“Uma nova Microsoft atacando tanto o iPhone quanto o Mac. E, ao contrário da Microsoft, com software grátis. Eis o que a Apple vê na Google”, ponderam Gassée e Filloux.
Muito mais detalhes no altamente recomendável artigo completo de Gassée e Filloux.
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