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Fabricante legítima do Macintosh documentou a desobediência da clonadora a uma ordem da justiça de preservar evidências ao tentar apagar remotamente dos computadores de seus clientes software que permite a instalação do sistema operacional Mac OS X em PCs.

 

Quem realmente está por trás da Psystar?

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“A batalha legal contra a Apple sobre a produção e venda de clones do Mac teve uma reviravolta para pior quando a Apple incluiu nos autos acusação contra a Psystar por espoliação, ou destruição intencional de evidências. Se a acusação da Apple provar-se verdadeira, tem o potencial de arruinar as chances da empresa de seguir em frente em sua defesa”, informa Jeff Gamet no The Mac Observer.

Gamet conta que, de acordo com a acusação, a Apple documentou ocasiões específicas em que a Psystar intencionalmente apagou o código usado por ela para instalar o Mac OS X em PCs e que dirigentes e funcionários da empresa foram avisados de que deveriam preservar evidências. “‘Ainda assim, como admitido pelo Sr. Pedraza [CEO da Psystar], a Psystar não cumpriu com suas obrigações e destruiu as evidências de sua deliberada desobediência’, disse a Apple”.

“‘A Apple sabe desse software por causa da declaração feita pelo Sr. Pedraza à justiça e, tenho certeza, porque a Apple tem cópias dele obtidas em computadores da Psystar que circulam publicamente, embora a Psystar aparentemente tenha tentado apagar remotamente esse software dos computadores dos clientes’, disse ao Mac Observer um advogado familiar a esse tipo de caso. ‘Isso é de uma burrice incrível, pois, moralismos à parte, os dirigentes da Psystar não tinham como impedir a Apple de obter esse software'”, relata Gamet.

“Como se não bastasse, seu pedido de concordata na Flórida agora parece suspeito, já que foi pedido logo após o Sr. Pedraza ter revelado a existência do código que agora parece ter sido destruído. Se ficar evidente que a Psystar pediu concordata só para atrasar o caso da Apple na Califórnia, a empresa pode sofrer sanções penais adicionais”, comenta Gamet.

Gamet conta que Apple e Psystar estarão frente a frente diante do juiz do caso nesta quinta-feira (20) para falar sobre a questão da destruição de evidências. “O juiz Alsup provavelmente fará perguntas muito específicas e, se a Psystar não der respostas satisfatórias — incluindo explicações razoáveis sobre porquê não preservou evidências ou forneceu à Apple o software requisitado —, o Sr. Pedraza. poderá ser acusado de crime de desobediência. ‘A promotoria dos EUA pode afirmar que destruir evidências é uma possível obstrução da justiça e/ou perjúrio, ambos os quais são crimes federais’, disse o contato legal do Mac Observer”.

Ainda segundo Gamet, a Psystar prometeu aparecer na corte com “metralhadoras fumegantes” contra a Apple. “Suas armas podem ser fumegantes, mas há uma boa chance de que estejam apontadas contra o próprio pé”, comenta Gamet.

Leia mais no artigo completo de Gamet.

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2 comentários para “Apple acusa clonadora de Macs Psystar de destruir evidências”
  1. Ipso Facto disse:

    Se a Psystar se acha tão cheia de razão, por que se sente na necessidade de apagar evidências? Está com medo de quê? Afinal, quem não deve não teme, certo?

    A resposta é simples: a Psystar sabe que está errada. Do contrário, não teria porquê apagar provas contra ela, atitude de uma “burrice incrível”, como disse o advogado.

    Então é isso? A real raison d’être da Psystar é nada mais do que uma inacreditável burrice? Até agora, nada indica o contrário — aliás, desde o princípio.

  2. Knux disse:

    é… não basta estar certo… você deve PARECER certo…

    se a psystar estava certa ou não, é uma coisa que nunca saberemos, porque no final ela vai se enrolar mais por suas atitudes após o início do julgamento…

    o que me faz, quem se beneficia com uma psystar tão burra? quem se beneficia por ter um adversário tão estúpido em um caso que provavelmente abrirá precendente ?

    falta uma alternativa na enquete

    “Quem realmente está por trás da Psystar?”

    – A própria Apple.

  3.  

 

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