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“O número de câmeras, celulares e iPods documentadamente superaquecidos é substancialmente menor do que o número de incêndios causados por lâmpadas. Quando foi a última vez que você viu algum alvoroço na mídia por causa de lâmpadas incendiárias?”

 

“A atenção da mídia sobre a questão da segurança de produtos é compreensível, especialmente quando os produtos em questão são da Apple, fabricante de alguns dos computadores, tocadores musicais e celulares mais populares do mercado. Mas a cobertura dada em notícias recentes sobre iPhones e iPods supostamente funcionando mal beira o absurdo”, diz Arik Hesseldahl no site da revista BusinessWeek.

Ele lembra que autoridades da União Européia buscam evidências da explosão de dois iPhones na França, sobre os quais a Apple manifestou-se dizendo terem sido casos isolados e quer analisar os aparelhos afetados antes de se pronunciar a respeito.

“As notícias na França seguem-se à de um iPod no Reino Unido que, após ser derrubado, fez um ‘ruído de assobio’, começou a esquendar e sofreu uma explosão que o vez voar 3 metros acima do chão. Também neste caso, a Apple quer examinar o aparelho antes de comentar. Mas parte da imprensa britânica concentrou-se menos no evento em si e mais no pedido da Apple para que os consumidores em questão assinassem um termo de sigilo. Esse é um procedimento padrão que ocorre sempre que uma empresa entra em acordo com um consumidor para algo mais que um mero reembolso. O Times de Londres referiu-se ao documento como uma ‘ordem de mordaça’, algo que só uma corte da justiça poderia emitir”, relata Hesseldahl.

Ele lembra também que, nos EUA, uma emissora de TV de Seattle divulgou uma “investigação exclusiva” sobre eventuais queixas envolvendo iPods, na qual mostrou documento de 800 páginas detalhando 15 incidentes nos quais iPods supostamente sofreram superaquecimento, fato ao qual o repórter referiu-se como “número alarmante”.

“Mesmo? Não quero subestimar nada realmente alarmante, mas tenha dó! Desde 2001 a Apple já vendeu 218 milhões de iPods no mundo todo. Digamos que tenha havido 1500 casos documentados desses incidentes — 100 vezes mais que o número citado na reportagem. Isso ainda seria algo em torno de 0,0007% dos aparelhos vendidos”, calcula Hesseldahl.

Ele observa ainda que problemas com eletrônicos que superaquecem geralmente têm a ver com a bateria usada neles, o que tem gerado recall dos fabricantes em torno de produtos dotados de baterias de íon de lítio similares às usadas no iPod e no iPhone. “Câmeras digitais de empresas como Olympus, Nikon e Fujifilm foram alvo de recalls em anos recentes por causa de baterias que superaqueceram, derreteram ou, em alguns casos documentados, entraram em combustão espontânea”.

Hesseldahl destaca que, historicamente, baterias em eletrônicos de consumo podem — e com frequência fazem — superaquecer. “Mas será que tais incidentes causam mais danos que outras das conveniências modernas? Vejamos os fatos: num ano típico, as residências americanas sofrem 28300 incêndios causados por fatores elétricos como fiação defeituosa, aquecedores e similares. Nesses incêndios, 360 pessoas morrem e 1000 ficam feridas. Entre 2003 e 2005, quase metade dos incêndios provocados por eletricidade começaram na fiação, quase um quarto por causa de lâmpadas e equipamentos de iluminação e quase um décimo por causa de aquecedores. Em comparação, o número de câmeras, celulares e iPods documentadamente superaquecidos é substancialmente menor do que o número de incêndios causados por lâmpadas. Quando foi a última vez que você viu algum alvoroço na mídia por causa de lâmpadas incendiárias?”

Mais detalhes no artigo completo de Hesseldahl.

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2 comentários para “iPhones explosivos geram exageros na mídia, diz BusinessWeek”
  1. Ipso Facto disse:

    É claro que os iPhones e iPods problemáticos foram casos isolados. Pegue dezenas de milhões de baterias fabricadas anualmente e você não terá um ou dois exemplares defeituosos que sequer merecem serem mencionados na mídia, exceto se equiparem algum produto com o logo da Apple estampado nele.

    Em outras palavras, se ou quando isso acontecer com produtos de outras marcas, não espere ver manchetes pipocando por todo lado, já que LG, Samsung, Sony, etc., não reinventam mercados como faz a Apple, o que a torna alvo de atenção muito maior (quando não de maledicências típicas das provocadas pela vil e torpe inveja). É muito bom ver uma publicação de peso como a BusinessWeek dedicada a colocar os pingos nos is.

  2. Daniel Carlos disse:

    Não só por isso Ipso… como podemos ver, a Apple é uma empresa relativamente “nova” considerando o tempo que as outras empresas tem no mesmo mercado. A diferença é: enquanto as outras empresas fazer os mesmos produtos das mesmas formas sempre do mesmo jeito, a Apple entra no negócio pra mudar a forma como as pessoas veem as coisas!!! Não quero dizer que as outras empresas não inovam, até que fazem uma inovaçãozinha ou outra, mas a Apple muda TUDO, até a forma do consumidor encarar os produtos!!! E isso, querendo ou não, gera fúria nos concorrentes. Se eu fabrico guitarras a 50 anos inovando apenas a aparencia, pintura, e outras coisas mais, mas vem alguém em 10 anos e já inventa uma guitarra como a minha, mas que afina sozinha, que tem controle digital de volume, que tem efeitos sonoros de distorção, flanger, reverb e outros mais, tudo embutido, claramente a minha furia e de outros milhares de fabricantes de guitarras vai ser grande, e vamos começar a inventar coisas sobre o concorrente!!! É o que tem ocorrido com a Apple: era conhecida como fabricante de computadores no começo… depois, partiu para os ipods, depois partiu pra notebooks, reinventou a forma como os computadores sao vistos, Reinventou seu sistema operacional, reinventou várias vezes seu próprio aparelho, entrou no mercado de telefonia e reinventou o celular, desse jeito, não só as empresas de computador, mas as de tocadores digitais e de telefonia ficaram irritados, e ae surgem os ataques diretos!!! Quer genialidade, aceite a loucura, quer fazer bons produtos, aceite criticas, quer ser o melhor, aceite a dificuldade e o desafio… dois lados da mesma moeda!!!

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