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Empresa afirma estar agindo legalmente sem fornecer qualquer evidência que sustente sua alegação. Ela não faz qualquer esforço para provar que sua versão do OS X é uma cópia não infratora do sistema da Apple por saber que não pode prová-lo.

 

Quem realmente está por trás da Psystar?

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“Em agosto último a atrevida clonadora Psystar entrou com reclamação no estado da Flórida pedindo ao juiz que permita-lhe vender cópias de cópias do Snow Leopard em seu próprio hardware. Além disso, a Psystar também busca injunção contra a Apple para impedi-la de prender o OS X ao hardware Apple, alegando que a Apple monopolizou o mercado de computadores prêmium”, diz o site Edible Apple.

O artigo lembra que, na semana passada, a Psystar acrescentou mais um pedido ao original de agosto, desta vez para incluir seu software Rebel EFI — que, alegadamente, permite a instalação do Snow Leopard em PCs sem necessidade de alterações no código da Apple — e um novo argumento que pretende provar que suas ações não violam as leis de copyright porque não há modificações no Mac OS X, apenas a inclusão dele em um software proprietário de terceiros.

“Em essência, a Psystar argumenta não estar mexendo em parte alguma do código-fonte do OS X, mas simplesmente escrevendo software que estende a funcionalidade dele, como se fosse um navegador web ou um processador de textos. (…) É uma astuta manobra legal, com certeza, mas o argumento é falho por diversos motivos. Primeiro, porque a Apple não impede o Microsoft Word de rodar no OS X, ao contrário da Psystar, que tem que intencionalmente contornar as medidas de segurança da Apple para fazer com que seu software e o OS X rodem em hardware não-Apple, o que é uma violação do DMCA [Digital Millennim Copyright Act]. A Psystar alega que suas ações estão de conformidade com o artigo 1201(f) do DMCA”, comenta o Edible Apple.

Segundo ele, o artigo 1201(f) do DMCA diz, em parte:

…uma pessoa que tenha legalmente obtido o direito de usar uma cópia de um programa de computador pode contornar uma medida técnica que efetivamente controle o acesso a uma porção particular desse programa para o único propósito de identificar e analisar tais elementos do programa necessários à interoperabilidade de um computador com outros programas…

“O caso legal referente ao uso previsto no artigo 1201(f) diz respeito a se o ‘resultado da engenharia reversa é um programa independente não infrator’. Claramente, a versão adaptada do OS X da Psystar é um programa infrator, ao contrário do que seria se sua engenharia reversa tivesse resultado numa aplicação tipo Microsoft Word. A Psystar não está vendendo software que roda no OS X: está vendendo uma versão modificada do próprio OS X”, aponta o Edible Apple.

“Além do mais, a exceção da engenharia reversa do DMCA foi concebida como uma proteção para quem quer aprender, e não lucrar. Note que ela diz ‘para o único propósito de identificar e analisar tais elementos do programa necessários à interoperablidade’. Imagine o seguinte caso hipotético: alguém mexe no iPhone OS para descobrir como portá-lo para um outro smartphone. Isso é legal. Agora imagine que essa pessoa descubra como rodar o iPhone OS em um hardware próprio com o intuito expresso de vendê-lo como se fosse o iPhone. Basicamente é isso o que a Psystar está fazendo com o OS X e suas ações claramente estão fora do escopo do artigo 1201(f) do DMCA”, denuncia o site.

Além disso, diz ele, a Psystar está falando uma coisa e fazendo outra ao dizer que seu software inocentemente roda sobre o OS X, tal como se fosse um programa qualquer, mas então admite que contorna as medidas de segurança da Apple, ao contrário de qualquer outro programa.

“Devemos também apontar o fato de que uso legal é uma afirmativa defensiva, significando que cabe à Psystar provar que suas ações são legais. No entanto, ela meramente afirma estar agindo legalmente sem fornecer qualquer evidência que sustente sua alegação. Ela não faz qualquer esforço para provar que sua versão do OS X é uma cópia não infratora do sistema da Apple por saber que não pode prová-lo e porque não é”, acusa o site.

Leia mais no artigo completo do Edible Apple.

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6 comentários para “Psystar está, sim, hackeando ilegalmente o Mac OS X”
  1. Farlensia disse:

    Credo, a corda não tem fim… Eu tenho algumas conclusões já…

    1 pimenta nos olhos dos outros é refresco.

    2 Hackintosh está se popularizando, num crescimento comparável ao do sistema.

    3 não tenho idéia do que isso pode representar para a Apple… Por um lado temos nossas teorias próprias a respeito, por outro, o ato de não se manifestar deixa duvidas.

  2. knux disse:

    Hmmm o Rebel EFI não altera realmente o código da Apple, não é só uma alegação. A Psystar está apenas empacotando e vendendo um software de código aberto que não é dela para emular a EFI que, repito outros comentários passados, não é da Apple, mas de um consórcio liderado pela Intel que definiu um padrão aberto.

    Se a Psystar usava esse método desde sempre e nunca alterou o código da Apple, eu falho em ver como ela poderia estar violando a DMCA, pois um padrão aberto que pode ser livremente implementado não é exatamente um mecanismo de defesa de direitos autorais. Agora, o que a Psystar fazia antes de liberar o Rebel EFI, se realmente usava esse método, é uma coisa que cabe verficar. O fato é que agora realmente não há alteração no código e as provas estão abertas para qualquer programador capaz verificar.

  3. Marcos disse:

    Além de tudo eles estão violando a APSL, já que o rebel é baseado no boot-123: http://netkas.org/?p=310

    • Farlensia disse:

      O mais interessante é que o código em questão é liberado por uma licença aberta pela própria Apple…

      mais um fio no meio desse nó para aumentar as duvidas…

      Mas dizem ser boatos, afinal as fontes são 2 sites e como podemos ver o assunto não é muito claro de acordo com a OSnews:

      ”Sadly, neither Netkas nor the Russian site are particularly proficient in Engish, so it’s not all entirely clear what’s going on here, but I’m taking them – Netkas especially – on their word when they say they have found evidence that Rebel EFI is based on open source boot-132 code. Apparently, the Darwin Universal Bootloader, the tool Psystar uses, contains the same strings as boot-132 and tools based on boot-132 (e.g. Chameleon). ”

    • Farlensia disse:

      caso se torne real a psystar tem algo com que se preocupar dessa vez…

    • knux disse:

      Acho que a licençA ter sido criada
      pela Apple não tem muito com o assunto.

  4.  

 

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