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Lição para os atrevidos em potencial dispostos a desafiar o status quo da tecnologia: não entre numa briga que não pode ganhar.

 

“Qualquer que seja o destino da Psystar na atual batalha, a saga traz consigo algumas importantes lições para os atrevidos em potencial dispostos a desafiar o status quo da tecnologia: não entre numa briga que não pode ganhar (ou, em outras palavras, não mexa com a Apple). A antes azarada da tecnologia agora é uma das mais ferozes defensoras de sua propriedade intelectual e tem US$ [34] bilhões em caixa para ajudar a defender seus casos na justiça”, diz Peter Burrows no site da revista BusinessWeek.

Após resumir a história da volta de Steve Jobs à Apple em 1997, ocasião em que acabou com os acordos de licenciamento assinados com Motorola, Power Computing e Umax para a produção autorizada de clones do Mac, Burrows comenta que, ciumentos das conquistas da Apple, sua leal base de usuários quer para si todas as fatias do bolo.

“O mundo mudou imensamente desde que a Power Computing e as outras clonadoras tentavam tocar seus negócios. Naquela época, a base de clientes do Mac era composta basicamente de empresas e consumidores sofisticados. Agora, a empresa vende milhões de Macs por ano para todo tipo de consumidor. Quando eles saem para comprar um computador, não definem o Mac como um sistema operacional. O Mac é uma máquina elegante que roda um sistema operacional bem projetado e que tem por trás uma empresa com uma das marcas mais fortes do mundo”, observa Burrows.

Ele então se propõe a explicar porquê a Psystar não prosperou comercialmente vendendo clones não autorizados que custavam cerca de metade do Mac mais barato e relaciona, dentre outros motivos, o fato de o comprador de Mac estar, sim, disposto a pagar mais por um produto melhor, o que explica porquê a Apple domina com mais de 70% o segmento de computadores de mais de US$ 1000.

“‘O ponto onde a Apple realmente brilha hoje em dia é serviço’, diz Tim Bajarin, observador de longa data da Apple e fundador da consultoria Creative Strategies. A Psystar, por outro lado, sequer pode assegurar a seus usuários que seu hardware poderá tirar pleno proveito de futuras versões do Mac OS”, aponta Burrows.

“O advogado da Psystar, Kiwi Camara, da Camara & Sibley em Houston [Texas], está esperançoso de que o caso de copyright [aberto pela Apple] na Califórnia possa ser revertido nas apelações (o acordo parcial [estabelecido semana passada entre as empresas] estipula que a Psystar não terá que pagar por danos à Apple até que todas as apelações sejam exauridas). E Camara diz que a decisão da Apple de retirar um dilúvio de outras acusações contra a Psystar — violação de marca, concorrência desleal e outras — mostra que a Apple também quer encerrar essa saga. ‘Esse [acordo parcial] é bom demais para ser verdade’, diz ele. ‘Não sei porquê ela fez isso’. Mistério maior, no entanto, é porquê os fundadores da Psystar resolveram peitar a Apple”, pondera Burrows.

Leia mais no artigo completo de Burrows.

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