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Clonadora de Macs está permanentemente proibida de produzir e vender PCs com o sistema operacional da Apple preinstalado, bem como de tomar parte em qualquer ação que permita a terceiros instalar o Mac OS X em PCs.

 

Após 17 meses de litígio, o juiz federal William Alsup, da Corte da Califória, nos EUA, proibiu permanentemente a Psystar de vender PCs com o sistema operacional Mac OS X, da Apple, preinstalado — os chamados “clones do Mac”.

Segundo Neil Hughes, do AppleInsider, o juiz Alsup proibiu a Psystar de:

  • Copiar, vender, oferecer para venda, distribuir ou criar produtos derivados do Mac OS X sem a permissão da Apple;
  • Intencionalmente induzir, ajudar, assistir, cooperar ou encorajar qualquer outra pessoa ou entidade a violar o copyright do sistema operacional da Apple;
  • Contornar qualquer medida técnica de controle do acesso ao Mac OS X, incluindo (mas não se limitando a) medidas técnicas usadas pela Apple para impedir a cópia não autorizada do Mac OS X em computadores que não sejam da marca Apple;
  • Tomar parte em qualquer produto cujo propósito seja contornar os métodos da Apple de controle do Mac OS X, como os usados para impedir cópias não autorizadas do Mac OS X em computadores não Apple;
  • Fazer qualquer coisa que contorne os direitos possuídos pela Apple sob o Copyright Act com respeito ao Mac OS X.

A Psystar tem até a meianoite do próximo dia 31 de dezembro para cumprir a ordem.

“Se tal ordem aplica-se ao software Rebel EFI, aplicação de US$ 50 que permite a certos PCs Intel rodar o Mac OS X Snow Leopard, ainda está para ser visto. A Apple esperava impedir que a Psystar vendesse o software e alegava que a Psystar estava ‘traficando medidas de contorno’. De suas afirmações, o juiz Alsup parece inclinado a concordar com a Apple, mas recusou-se a mencionar especificamente esse software em sua decisão”, diz Hughes.

“O juiz o fez porque as alegações da Psystar à corte evitaram mencionar especificamente o que o Rebel EFI faz, portanto o juiz achou inapropriado determinar se o software cai no escopo da injunção. No entanto, ele disse que o argumento da empresa de que tem o direito de vender e distribuir o software é fraco e provavelmente não resistiria se fosse testado em juízo”, escreve Hughes.

Leia mais no artigo completo de Hughes. A leitura deste artigo do Edible Apple sobre a decisão final do juiz Alsup também é recomendada.

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19 comentários para “Apple ganha injunção permanente contra Psystar”
  1. Ipso Facto disse:

    Bem feito. Como diz o velho ditado, a justiça tarda mas não falha.

    Quer usar o Mac OS X? Compre um Mac. Não pode comprar um Mac? Então não use o OS X. Simples assim.

    Afinal, quem quer fugir do (bleargh!) Windows tem vários sabores de Linux à disposição. Ou então parcele um Mac mini em 12 x sem juros de R$ 166,59…

    http://store.apple.com/br/configure/MC238BZ/A?mco=MTM3NzU3MDQ

    …e seja feliz. 😉

  2. Knux disse:

    Estou curioso para ver se o Rebel EFI será mesmo proibido. Se for o caso, o juíz estará dando a Apple a propriedade de um padrão que não é dela. Quero ver o que a Intel terá a dizer sobre isso.

    • Johnny Bravo disse:

      Knux,

      Sempre me diverti vendo sua dificuldade de perceber que o buraco é mais embaixo.

      Ninguém está questionando nem nunca vai questionar de quem é a propriedade do padrão, E SIM O QUE SE FAZ COM ELE. Isso é o que está em questão.

      Se o Rebel EFI da Psystar for levado a juízo, muito provavelmente ela será proibida de vendê-lo como hack para a instalação do OS X em PCs. Se isso implicará em ser proibida de vendê-lo para qualquer outro propósito, é outra história.

      Entendeu agora ou quer que desenhe? 😉

    • Knux disse:

      o problema é que o único mecanismo de proteção do mac os x é o EFI. ao implementar o efi, você burlou o sistema de proteção.

      tanto é que basta ligar o efix (que é um usb dongle) e você pode instalar o mac num pc sem problema. o rebel efi é uma outra implementação…

      o que se faz com ele é da conta de cada um, não é? a apple vai sair caçando usuários individualmente? ou agora a apple vai impedir a implementação de um padrão aberto que não é dela, porque pode ser usado para burlar o “avançado” esquema de proteção do os x?

      é fato que efi é melhor que a bios, não é a toa que a intel criou, já usa em sua linha de servidores faz tempo. vai se impedir que melhoria e inovação cheguem a outros sistemas?

      não é a toa que o juíz (ou juíza) não quis se pronunciar sobre o rebel efi. dependendo de como for, dará a apple a propriedade de um padrão que não lhe pertence. e é aí embaixo que o buraco fica. entendeu agora, ou quer que eu desenhe?

    • Ubiratan disse:

      O EFI é um padrão aberto, mas no Rebel EFI, o EFI-X, e o Chameleon não são somente uma implementação do EFI para máquinas que utilizam BIOS, eles além disso descriptografam alguns kext e programas do OS X, o que é feito por hardware em máquinas Apple. A questão não é utilizar um padrão aberto ou não, a questão é a descriptografia que é ilegal.

    • knux disse:

      Vai me desculpar, mas você acabou de falar algo que está muito impreciso.

      Realmente qualquer emulador de EFI faz isso, mas porque é parte do padrão! Não tem nada de autoria da Apple nisso.

      http://en.m.wikipedia.org/wiki/Extensible_Firmware_Interface

      isso que você falou é a parte de carregamento de drivers e aplicações, descrita na sessão
      contents (você pode até seguir as referências se quiser, mas acho que já sabe onde vai parar)

    • knux disse:

      Só para complementar, o lilo e o grub (bootloaders “do linux”) tem implementados o padrão EFI desde 2000. Acho que algum trabalho, e se houvesse interesse dessa comunidade, talvez ambos fossem capaz de iniciar o os x. Será que a Apple processaria?

    • Ubiratan disse:

      Knux, aqui vai uma última tentativa.

      A Apple não é contra a parte EFI do Rebel EFI, mas sim contra o Rebel.

      Vamos dar alguns exemplos:
      – EFI = implementação do padrão EFI = legal
      – Rebel = quebra do código criptografado de partes do OS X = ilegal
      – Rebel EFI = implementação do padrão com quebra do código criptografado do OS X = ilegal.

      Espero que tenha entendido, já que este é meu último post sobre o assunto “Apple tentando ter a propriedade de um padrão que não é dela”.

  3. Não existe ponto nebuloso nenhum no meu post.

    Onde está no documento que você apontou a parte que diz que o EFI descriptografa código por padrão? Não existe isso. Além disso para descriptografar é exigida uma chave que a Apple não libera, se foi feito isso por força bruta mesmo assim é um crime, é só ler a decisão do juiz nos EUA.

    Outro ponto, a Psystar também foi condenada por incentivar a quebra do copyright da Apple, você vai me dizer que a venda de um software que descriptografa parte do OS sem permissão da Apple não é incentivo para a quebra de copyright?

  4. Tião disse:

    noto que neste assunto o knux está sempre “ciscando” e tentando justificar alguma coisa… se há decriptografia então há quebra de copyright. o caso está encerrado e até o metralha cubano já percebeu que terá que voltar para sua terra a nado.

    não tenha dúvidas de que a apple (ou qualquer outra empresa que seja detentora de algum direito) vai acionar a justiça toda vez que uma outra tentar tirar vantagens do que é seu… até v. faria o mesmo, ou não?

  5. knux disse:

    Eu só quero saber onde há descriptografia indevida, não prevista no padrão, algo fora na comunicação definida entre o software e o firmware. Tem fonte, referência? Por por enquanto me parece que você está tirando tudo da cartola.

    A Psystar foi condenada por alterar o kernel do OS X e por instalar sempre da mesma master. A juíza não se proferiu sobre o Rebel EFI e há um
    motivo para tanto.

    • Ubiratan disse:

      Tirando desta cartola: http://www.groklaw.net/article.php?story=20091114101637997

      4. DMCA.

      Apple contends that Psystar has violated the anti-circumvention and anti-trafficking provisions of the DMCA. Apple has used a decryption key as a technological protection measure to prevent access to Apple’s Mac OS X and to prevent Mac OS X from running on a non-Apple computer.

      Section 1201(a)(1)(A) provides that no person shall circumvent a technological measure that effectively controls access to a work protected under this title. Psystar has used decryption software to obtain access to Mac OS X and to circumvent Apple’s technological measure when modifying Mac OS X in its production process. This is a violation of the Section 1201 anti-circumvention provision of the DMCA. 17 U.S.C. 1201(a)(1).

      Section 1201(a)(2) prohibits the manufacture, importation, offering to the public, providing, or otherwise trafficking in any technology, product, service, device, component, or part thereof, that meets one of three criteria, including the following:

      (A) is primarily designed or produced for the purpose of circumventing a technological measure that effectively controls access to a work protected under this title;

      (B) has only limited commercially significant purpose or use other than to circumvent a technological measure that effectively controls access to a work protected under this title; or

      (C) is marketed by that person or another acting in concert with that person with that person’s knowledge for use in circumventing a technological measure that effectively controls access to a work protected under this title.

      17 U.S.C. 1201(a)(2); see also 17 U.S.C. 1201(b). Section 1201(b) is very similar to Section 1201(a)(2). But (a)(2) focuses on effectively controlling access and (b) focuses on effectively protecting a right of a copyright owner.

      Psystar’s circumvention technology was installed on Psystar computers and sold with Mac OS X. Psystar also marketed the computers as running Mac OS X. This facilitation of circumvention was a violation under Section 1201(a)(2).

      Section 1201(b)(1) was likewise violated. When an end user turned on a Psystar computer and ran Mac OS X, there was also an act of circumvention, as Psystar concedes (Def. Reply 2). As stated, running the modified Mac OS X results in an unauthorized copy to RAM. Thus, Psystar’s circumvention technology has not only provided access but also resulted in copies in RAM. Although Apple’s technological measure may have been primarily aimed at controlling access, it also effectively protected its right to copy, at least for the copy made in RAM. Cf. 321 Studios v. MGM Studios, Inc., 307 F. Supp. 2d 1085, 1097 (N.D. Cal. 2004) (Illston, J.) (finding that Section 1201(b)(1) applied when copying the encrypted DVDs was not particularly useful, as any copy made without circumventing could not be accessed or viewed).

      Psystar asserts, nonetheless, that it has not violated the DMCA and provides two reasons: (1) Psystar did not facilitate infringement; and (2) Apple’s technological protection measure was not effective. Because unauthorized copying and access have been proven, Psystar’s first argument is rejected. See Chamberlain Group, Inc. v. Skylink Techs., Inc., 381 F.3d 1178, 1193 (Fed. Cir. 2004). As to the second argument, Psystar contends that Apple’s anticircumvention technology was ineffective because the decryption key for circumvention is publicly available on the internet. This argument fails. “The fact that circumvention devices may be widely available does not mean that a technological measure is not, as the DMCA provides, effectively protecting the rights of copyright owners in the ordinary course of its operation.” Sony Computer Entm’t Am., Inc. v. Divineo, Inc., 457 F. Supp. 2d 957, 965 (N.D. Cal. 2006). Generally, measures based on encryption “effectively control” access to copyrighted works. Here, when the decryption key was not employed, the encryption effectively worked to prevent access to Mac OS X. And that is all that is required. See Universal City Studios v. Reimerdes, 111 F. Supp. 2d 294, 318 (S.D.N.Y. 2000) (noting that when a decryption program was not employed, the encryption worked to control access to the protected work). Accordingly, Psystar has violated the DMCA by circumventing Apple’s protection barrier and trafficking devices designed for circumvention. Apple’s motion for summary judgment on its DMCA claim must be granted.

    • Ubiratan disse:

      O juiz falou sobre o Rebel EFI, o que ele disse é como não foi incluído a análise técnica no julgamento do Leopard ele não pode emitir um parecer sobre isso, por esse motivo a corte da Flórida vai julgar se o Rebel EFI é legal ou não.

      Mais detalhes aqui: http://www.groklaw.net/article.php?story=20091215225827172

    • Ubiratan disse:

      Veja só esse paragrafo da sentença sobre o Rebel EFI.

      “Thus, it is not only inappropriate, but impossible to determine on this record whether Rebel EFI falls within “the same type or class of unlawful acts” found at summary judgment. This order declines to “bless” a product about which it knows little of substance. Psystar’s second argument is therefore rejected, and Psystar — if it continues to do so — sells Rebel EFI at its peril.”

      Interessante que o juiz avisa que se a Psystar continuar vendendo o Rebel EFI é por sua conta e risco. Deve ser por isso que a Psystar agora está se dedicando do lucrativo negócio de vender camisetas e receber doações.

  6. knux disse:

    Complementando, do link de referênvia que eu passei:

    In addition to standard architecture-specific device drivers, the EFI specification provides for a processor-independent device driver environment, called EFI Byte Code or EBC. System firmware is required by the UEFI specification to carry an interpreter for any EBC images that reside in or are loaded into the environment.

    Resumindo, não há descriptografia alguma. Quem deve fornecer o interpretador é o firmware. Não precisa nem ser igual ao do firmware do mac, basta apenas que sejam os mesmos drivers 😉

    • Ubiratan disse:

      Nunca disse que no EFI padrão existe criptografia, o que afirmei é que o OS X tem algumas partes do sistema criptografadas, por exemplo o Finder, e que descriptografa-las em um computador não Apple é crime. Como postei acima.

  7. knux disse:

    Tratei dos EBCs porque são os únicos que requerem alguma interpretação por parte do EFI. Drivers padrãoes da arquitetura não requerem interpretação alguma.

    • Ubiratan disse:

      Uma pergunta.

      Se como você diz a Apple está querendo tornar um padrão aberto desenvolvido pela Intel proprietário qual o motivo da Intel não ter protestado até o momento? Ao menos que você se chame Paul S. Otellini.

    • Knux disse:

      eu não disse que a apple quer isso, mas que será o efeito prático. e não vejo motivo para a intel protestar enquanto não houver decisão.

      como eu disse, grub e lilo implementaram tudo isso em 2002, se houvesse interesse de suas respectivas comunidades, com certeza daria boot no OSX. será que a apple iria processar?

  8.  

 

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