Fundador e presidente da Microsoft repete o desdém com que avaliou o iPod, há seis anos. Se a história se repetir — e tudo indica que vai —, Gates queimará a língua mais uma vez.
“Encaremos os fatos: há críticas válidas sobre o iPad o suficiente para parecer que o produto pode ter sido aprontado às pressas, tal como no caso do último fracasso da empresa, o Apple TV”, diz Brent Schlender no BNET.
Ele conta que, ao perguntar a Bill Gates, fundador da Microsoft e arquirrival do CEO da Apple, Steve Jobs, o que achava do iPad, não sabia ao certo o que esperar como resposta — afinal, há anos Gates tem sido um proponente dos computadores tipo tablet e, quando o iPhone estreou no mercado, olhou para ele com respeitoso temor.
Quando a Apple anunciou o iPad, contudo, Gates não se convenceu, diz Schlender. “‘Sabe, sou um entusiasta do toque e da leitura digital, mas ainda acho que uma mistura de voz, caneta e um teclado de verdade — em outras palavras, um netbook — é o melhor para isso’, disse Gates. ‘Não é como me senti em relação ao iPhone, quando eu disse “Uau, a Microsoft não pensou tão alto”. [O iPad] é um leitor bacana, mas não há nada nele que me faça dizer “Ah, eu queria que a Microsoft tivesse feito isso”.”
“Então só posso me perguntar: será que o anúncio do iPad marca um ponto-chave após o qual a Apple é percebida como excessivamente autoconfiante? Poderia indicar que o perfeito senso de mercado de Jobs pode estar ficando um pouco embotado? Ou, para dar um crédito à Apple, este é simplesmente mais um exemplo da amplitude da visão da empresa, tão adiante da curva que muitos de nós simplesmente não percebem?”, pondera Schlender.
“Não será normal todas essas críticas e ceticismo perante a introdução de uma nova classe de computador? Deixe de torcer seu nariz por um momento e volte sua memória para o início de 2007, quando o hoje onipresente iPhone foi ‘pré lançado’ após meses de fervorosas especulações baseadas em rumores que a Apple não se empenhou em desmentir. Quando a Apple o lançou, seis meses depois, também houve essa choradeira toda a respeito do que aquele reluzente binquedinho endiabrado não tinha ou não podia fazer. (…) Mas agora, após ter vendido mais de 42 milhões de unidades do iPhone e mais de 33 milhões do iPod touch e após ter criado um vasto mercado novo no qual os desenvolvedores de software podem criar aplicações móveis que as pessoas já baixaram aos bilhões, todo aquele nhenhnhém já foi esquecido”, observa Schlender.
Leia mais no altamente recomendável artigo completo de Schlender.
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Fuja do lugar comum: venha para o AppleMania!


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Primeiro, uma merecida alfinetada no autor do artigo, que aparentemente não sabe ler relatórios estatísticos. A firma de análise de mercado Piper Jaffray estima que a Apple vendeu mais de 6,6 milhões de unidades do Apple TV até o fim de 2009. Se isso é um “fracasso”, como ele diz, que dizer dos 2,5 milhões de unidades do Kindle vendidas até hoje? Se o Apple TV é um “fracasso”, então o Kindle é o quê? Ah, claro, comparar estatísticas de vendas não é o que importa, é mais fácil regurgitar uma hipérbole vazia e sem sentido para cair bem na manchete: “Kindle é um sucesso!”. Ora, me poupe! Prefiro fatos.
Por falar em fatos, após UMA DÉCADA de “trabalho” em seu tablet, tudo que a Microsoft conseguiu foi uma qualquer coisa “vagarosa e letárgica”, com a qual “a experiência do Windows é pobre”, conforme avaliação da agência de notícias Associated Press de 10 de fevereiro de 2010. Por isso, quando Gates diz uma bobagem como “não há nada no iPad que me faça dizer ‘Ah, eu queria que a Microsoft tivesse feito isso’”, na verdade ele queria dizer “Ah, eu queria ter roubado isso também”.
Até Schlender percebeu o que há nas entrelinhas do anúncio do iPad ao admitir a hipótese de que a Apple está enxergando além da curva — e, nenhuma surpresa, Bill “Visionário” Gates não. Em 2 de setembro de 2004, o Sr. Originalidade soltou outra pérola: “Não há nada no iPod que me faça dizer ‘Oh, acho que não podemos fazer o mesmo’”. Acontece, Zune Boy, que você não fez! Que tal parar de parafrasear a si mesmo, imitador compulsivo?
Toda vez que você desdenha de algum produto Apple, isso faz bem a ela, Billy Boy. Mas sua encenação já cansou. Ela está presa num loop infinito (para quem não entendeu o sarcasmo, “Infinite Loop” é o endereço da Apple em Cupertino). A Era Negra da Computação Pessoal da qual você se aproveitou por décadas está próxima do fim. Então, Sr. Visionário, agora faça um favor ao mundo: cale a boca e suma, sim?
O filme não é historicamente fiel aos fatos. A PARC criou o Smalltalk e ofereceu o sistema para a Xerox que o recusou, pois julgava ser inutil. A Apple já era uma empresa considerável nessa época foi convidada para assistir a uma apresentação do sistema em Palo Alto. Como o Steve Jobs ficou entusiasmado com o projeto, O projeto foi oferecido para a Apple, pelos seus desenvolvedores. Portanto, não houve roubo ou cópia, apenas, como tudo hoje em dia, transferencia de tecnologia. Se uma empresa não tem knowhow em alguma área, ela compra outra que tenha.
bill gates dormiu com sua esposa IPSO? Saiste do assunto para o ringue.
então juntamente bill gates apenas utilizou-se da ideia de jobs, que tinha se aproveitado da ideia da xerox, ou seja n existe nenhuma diferença entre eles, ate que se gates fosse na xerox n poderia tb ter usado para criar o seu, so q ele pegou de jobs!
Caramba, não acredito que vocês não conseguem enxergar o que está tão óbvio…
O Zumbi foi mais do que claro: Jobs inspirou-se numa idéia que não iria adiante, não viraria produto, não teria patente, nada. Gates, ao contrário, copiou um produto já pronto e já no mercado e o lançou como se a idéia tivesse sido dele.
Nessa história toda, Jobs cometeu um pecado muito grave pelo qual a Apple paga o preço até hoje: não ter patenteado a interface gráfica que a Apple desenvolveu. Isso permitiu ao malandro do Gates copiar tudo sem ter que dar satisfação a ninguém. A diferença é que ele foi desleal e desonesto, enquanto Jobs não.
Como Jobs não é burro, aprendeu a lição e não cometeu o mesmo erro no iPhone. Resultado: em termos de sistema operacional para smartphones, a Microsoft é uma ignóbil irrelevância, pois desta vez não pôde copiar nada da Apple. Simples assim.
E, ao que tudo indica, em termos de tablets a Microsoft já está entrando pelo cano também — mais uma vez, por não poder copiar a Apple.
Ou seja, a Microsoft só se dá bem quando pode copiar a Apple. Quando não pode, entra pelo cano.
Isso explica o desdém de Gates pelo iPod em 2004 e agora pelo iPad. Não pode copiar, então faz pouco caso.
ele não “se aproveitou” da mesma maneira. Um fez um acordo com a Xerox e acrescentou mais idéias ao conceito original, o outro simplesmente olhou e copiou o que o outro estava fazendo, sem consentimento nenhum.
Cara vcs são muito xato!
v6 não fazem a noticia.. v6 só sabem criticar e criticar..isso é muito xato para um leitor.
façam a noticia e deixe as criticas para os comentários…
eu sei que ak é a “applemania.info” pelo nome da pra saber que se defende a apple, mas kra isso fica feio, fica informal…
Deixe que o publico tire suas proprias conclusões…
…é só uma dica
Não entendi… Onde é que tem crítica na notícia ao invés de nos comentários?
Percebe-se que é ironico por exemplo:
Bill Gates menospreza iPad tal como fez com iPod. “E daí?”
ele não menosprezou o ipad ele só não ficou tão supreso quanto o Ipod…
ah e ele não menosprezou o Ipod ele até flw “Uau, a Microsoft não pensou tão alto”…
O principal cientista envolvido era o Alan Kay, que em um artigo chamado “The Early History of Smalltalk”, escreveu isto sobre as demonstrações que fizeram para a Apple:
“Thus, more than eight years after overlapping windows had been invented and more than six years after the ALTO started running, the people who could really do something about the ideas, finally to to see them.”
O Alan Kay não achou que suas idéias foram roubadas, na verdade ficou feliz pois alguém que as podia por em prática apareceu.
O artigo todo pode ser encontrado no link abaixo e o trecho a que me refiro está no final da quinta parte.
http://smalltalk.org/smalltalk/TheEarlyHistoryOfSmalltalk_Abstract.html