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Ao contrário da Apple, a Microsoft parece estar perdendo o bonde da história ao não estar pronta para a nova era da computação: mobilidade e aplicações específicas.

 

“Há vários conceitos nos quais a Microsoft se baseia nos dias de hoje. Se alguém conseguir imaginar como demolir tais conceitos, a Microsoft ficará em apuros tão sérios que mesmo uma soberba liderança terá dificuldade em salvar a empresa”, diz John Martellaro no The Mac Observer.

Os conceitos aos quais se refere são:

  • “Um computador pessoal deve ter um monstruoso sistema operacional com 50 milhões de linhas de código. Um grande leque de opções de personalização deve estar à disposição do usuário. Deve conter muitos drivers de dispositivo. Deve ser capaz de gerar conteúdo por meio de várias ferramentas, como compiladores, editores para a web, CS4 e assim por diante — mesmo que talvez apenas 1% dos usuários sejam capazes de entender e explorar tais ferramentas”;
  • “Um computador pessoal deve ter um sistema operacional grande e complexo que permita aos desenvolvedores criar aplicações complexas, que são o subproduto de problemas de segurança não intencionais. Ambos juntos devem fazer do usuário um grande alvo, incentivando pessoas de todas as partes a roubar dados, identidades e ciclos de processamento da CPU. Deve exigir muito tempo e energia para atualizar o sistema e tentar mantê-lo seguro”;
  • “Um computador pessoal deve ter uma suíte Office complexa e cara que apenas algumas pessoas podem aproveitar por completo. Pelo bem da compatibilidade com o lado comercial, a mesma suíte complexa deve ser comprada e usada em casa e o usuário deve lutar para aprender a usar”.

“Uma das coisas que se deve procurar em um visionário como Steve Jobs é a recorrência de temas. Lembra dos comerciais da Apple de 1984 mostrando o Mac original sendo carregado numa mochila? Até me lembro de um comercial mostrando o Mac numa cesta de bicicleta. Aquele conceito era prematuro, mas, graças à tecnologia, o iPad pode finalmente ser capaz de realizar o sonho de Jobs de um dispositivo definitvo de computação para propósitos específicos”, pondera Martellaro.

Para ele, a Microsoft tem mostrado uma especial incapacidade de desenvolver um sistema operacional voltado a propósitos específicos ao invés de para todo tipo de uso e cita o caso da versão para smartphones de seu sistema operacional para ilustrar esse ponto. “Bem quando a Microsoft pensou que o Windows Mobile fosse a resposta à questão do smartphone, descobriu tarde demais que é na verdade a resposta à questão da computação móvel de propósitos específicos. E, nessa conjuntura crítica em informática, o Windows Mobile está patinando. Está bem claro que a Apple finalmente conseguiu mover-se para uma posição na qual o sonho de Jobs de um computador como ferramenta para propósitos específicos é altamente ameaçador para os conceitos da Microsoft. Ela agora terá que lidar com o prospecto de um sistema operacional para fins específicos, e não com o Windows 7, para concorrer com o iPhone OS no iPad — algo no qual a Apple já está dez anos à frente”.

Além disso, diz Martellaro, a Microsoft terá também que encarar a ameaça representada pela promessa de uma plataforma menos complexa e mais segura (do ponto de vista do usuário) representada pelo iPad. “Tenho visto em primeira mão o empenho do governo americano em trancar o Windows para que os usuários não sejam capazes de instalar software ou mudar configurações que comprometam a segurança. Que propósito tem usar um sistema complexto como o Windows 7 se ele precisa ser tão severamente engessado que permita apenas abrir o Office para preparar relatórios e imprimi-los?”

Diante das ameaças representadas por Apple e Google com seu Android, Martellaro acha que a galinha dos ovos de ouro da Microsoft — o Windows — vai começar a emagrecer. “À medida que governo, empresas e consumidor se movem na direção de computadores mais amigáveis, baratos e seguros para fins específicos, o número de PCs que exigem um sistema operacional tão complexo como o Windows 7 começará a minguar. Empresas e famílias não vão mais querer saber de comprar um computador capaz de rodar ferramentas complexas. Ao invés, preferirão uma tábua que possa ser carregada por aí e que faça apenas o necessário: navegar na Internet, comunicar-se e entreter”.

Além disso, Martellaro acha que, conforme a demanda por PCs diminuir em favor de conceitos como o tablet, a Microsoft se verá também diante de outro desafio: além de ter que desenvolver um sistema operacional mais enxuto para fins específicos, terá ainda que mudar radicalmente outra de suas galinhas dos ovos de ouro: o Office. “Não será suficiente apenas disponibilizar uma versão complexa equivalente. (…) Contraste isso com o que a Apple oferece: Keynote [criador de apresentações], Pages [editor de texto] e Numbers [planilha de cálculo] no iPad no apenas US$ 9,95 cada. Agora podemos entender o pensamento da Apple com o iWork no iPad: um substituto sério e barato que mina o conceito do MS Office”.

“A Microsoft tem muito atrás do que correr. Seu excessivamente complexo Windows 7 parecerá cada vez mais inadequado em uma sociedade móvel voltada a propósitos específicos. A família Windows foi concebida unicamente para atender as necessidades das empresas dos anos 90 e início do Séc. XXI, período que foi o apogeu do PC desktop, mas agora enfrenta enorme pressão do iPad e dos computadores para fins específicos em geral (alguns rodando Android) e de suítes de produtividade de US$ 10”, pondera Martellaro.

Leia mais no altamente recomendável artigo completo de Martellaro.

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4 comentários para “Saiba quais são as surpresas matadoras à espera de Steve Ballmer”
  1. Nairan disse:

    Isso vem mostrar exatamente aquilo que eu estou falando desde a apresentação do iPad.

    O óbvio e o simples, aquilo que todos esperavam mas ninguém se dava conta de que esperava por isso.

    A fúria e as criticas contra o iPad mostram apenas que esse conceito não foi aibda devidamente identificado e compreendido pela maioria das pessoas, mas ele é inevitavel e ira mudar o modo como lidamos com computadores…

  2. Claudio disse:

    O iPad vai reduzir seu preço, tal como o iPhone.
    Isso é marketing da Apple, começar com um preço mais alto, para dar água na boca, depois reduzir e aí ter a enxurrada de vendas.
    Foi a mesma política aplicada no iPhone e no iPod.

  3. Gian disse:

    Vi o video do Windows Mobile 7. Achei bem interessante. O 6.5 é uma =-)(*&, mas eles parecem ter acertado. Vamos ver se não demora 1:30min pra entrar, tal como no 6.5 hahahahah

  4.  

 

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