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Em 1998 a Apple matou o drive de disquete. Hoje está matando o Flash. Com 40 milhões de iPhones ao redor do mundo e com o iPad por chegar, Steve Jobs deixou bem claro que o Flash é o drive de disquete do Século XXI.

 

“Em 1998 a Apple matou o drive de disquete. Levou alguns anos para que o resto da indústria acompanhasse essa tendência, mas o recado estava claramente escrito na pichação no muro. Claro que qualquer um que tenha perdido dados importantes em um disquete defeituoso só poderia saudar o fim daquele problemático meio de armazenamento”, diz Gene Steinberg no The Tech Night Owl.

Ele lembra que a Apple fez algo semelhante em 2007, ao lançar o iPhone sem suporte à tecnologia Flash e que, apesar das queixas, vendeu a taxas cada vez maiores. “Hoje, com algo em torno de 40 milhões de iPhones ao redor do mundo e com o iPad já dobrando a esquina, Steve Jobs deixou bem claro que o Flash é o drive de disquete do Século XXI. É hora de ele ir embora”.

Steinberg observa que, conforme dezenas de milhões de novos consumidores compram os produtos de mão da Apple, o número de visitantes de sites baseados em Flash cai, aumentando a dor de cabeça da Adobe — que, embora distribuia gratuitamente o Flash Player, cobra (e muito!) pela ferramenta de desenvolvimento, que é onde ganha dinheiro com o Flash. “Os desenvolvedores de sites precisam construir duas versões de seus sites para acomodar os diferentes requisitos de seus visitantes em potencial ou podem simplesmente abandonar o Flash e abraçar os padrões abertos da Internet. Isso pode já estar acontecendo. A Google está em fase beta de testes de uma alternativa para o YouTube sem Flash e esta semana a companhia aérea Virgin America decidiu abandonar o uso do Flash em seu site. No artigo da Macworld em que abordou o assunto, o redator Dan Moren conclui: ‘Porque, como sabemos, o que realmente importa no mundo corporativo é o que acontece quando um executivo com um iPhone na mão se pergunta por que não consegue abrir o site da empresa em seu aparelho'”.

Steinberg acha que as chances de sobrevivência do Flash sem o suporte da Apple são quase nulas. “Sim, a Apple ainda tem uma parcela pequena do mercado de smartphones, mas tem também uma desproporcional taxa de acesso à Internet por meio de aparelhos de mão. Talvez essa disparidade por si só implique em motivar a concorrência a melhorar o acesso à Internet em seus produtos móveis, mas os problemas com o Flash persistirão”.

“Como já foi mencionado, mesmo se o Flash rodar com desempenho decente, se não for um voraz consumidor de recursos do sistema e não comprometer sua estabilidade, não significa que você poderá acessar magicamente todos ou a maioria dos sites em Flash em seu smartphone. O Flash foi concebido para funcionar em computadores pessoais comuns dotados de dispositivos de entrada convencionais. O universo multitoque pode causar muitos, muitos problemas, começando com a imprecisão do uso dos dedos como dispositivo apontador em uma telinha. Não só o Flash terá que ser atualizado para suportar tais problemas como também os sites podem ter que ser substancialmente reprogramados para acompanhar as mudanças. Não é um processo fácil. Como resultado, os desenvolvedores web podem começar a procurar alternativas grátis de código aberto que não exijam pagar taxas pelo uso dos produtos da Adobe”, pondera Steinberg.

Leia mais no artigo completo de Steinberg.

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5 comentários para “Como a Apple está matando o Adobe Flash”
  1. Ipso Facto disse:

    Tal como escrevi anteontem:

    Empresas inteligentes não ignoram clientes em potencial com renda maior.

    Em sã consciência, você optaria por atender apenas o tipo de gente que compra PCs do menor preço possível e que é mais propensa a roubar software, música e filmes? Ou preferiria servir clientes que são mais propensos a pagar por qualidade e comprar software, música e filmes? Veja:

    Usuários de iPhone são mais propensos a pagar por conteúdo digital
    http://www.appleinsider.com/articles/09/11/25/iphone_users_most_likely_consumers_to_pay_for_digital_content.html

    Usuários de iPhone compram muito mais aplicações e surfam mais na Internet do que os de outros smartphones
    http://www.itpro.co.uk/610327/iphone-users-addicted-to-mobile-web

    NPD: usuários de Mac são muito mais propensos a pagar por música do que os de Windows
    (Nota de pesquisa divulgada pela NPD em 19 de dezembro de 2007)

    Estudo mostra que usuários de iPod são bem menos propensos a roubar música do que a média
    http://recommended.typepad.com/recommend/2006/01/ipod_owners_mor.html

    A escolha é sua.

    Ajude a matar o Flash: opte pelo HTML5 no YouTube aqui. No Vimeo, clique em “Switch to HTML5 player” abaixo de qualquer vídeo.

  2. Knux disse:

    já vai tarde.

  3. teo disse:

    Vamos ver tb quem pensa ao contrário da apple >> http://www.openscreenproject.org/partners/current_partners.html

    • Marcos disse:

      Bem colocado… E sobre o artigo, é forçar demais dizer que a indústria seguiu a Apple no caso dos disquetes. Os disquetes morreram naturalmente porque deixaram de ser úteis, dada à ínfima capacidade de armazenamento deles. Os consumidores partiram para pendrives e sdcard… O correto é dizer sim que a Apple (ou melhor John Rubinstein, atualmente CEO da Palm) antecipou uma tendência que estava por vir naturalmente.

  4. Marco disse:

    Podiam acabar também com a Java VM, é outro cancro como o flash. Não entendo poque é que continuam a desenvolver camadas e camadas de tecnologia, so complicam o que é simples.

  5.  

 

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