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É muito cedo para saber no que vai dar o processo da Apple contra a HTC. Mas a estratégia legal da Apple parece ter deixado a concorrência temporariamente amedrontada.

 

“O analista Yair Reiner escreveu um relatório de bastidores nesta terça-feira que joga muita luz na ação por violação de patentes aberta pela Apple contra a HTC, fabricante taiwanesa de smartphones”, diz Philip Elmer-DeWitt no site da revista Fortune.

Segundo ele, Reiner escreveu:

Começando em janeiro, a Apple começou uma série de conversas em âmbito de chefia com fabricantes de aparelhos de mão para expressar seu crescente descontentamento por ver sua propriedade intelectual relacionada ao iPhone sendo violada. O processo aberto contra a HTC parece ser o jeito Apple de tornar isso público, colocando um ponto de exclamação numa série de conversas que aconteciam a portas fechadas.

Nossas verificações sugerem que esses tiros de advertência estão abalando significativamente as agendas de desenvolvimento dos assim chamados matadores de iPhone. Os desenvolvedores rivais de hardware e software estão voltando à prancheta de desenho para trabalhar em alternativas. Os advogados estão redobrando esforços para descobrir respostas potencialmente defensivas e ofensivas. E as equipes de marketing estão planejando estratégias melhores.

Elmer-DeWitt observa que a história na verdade começou há mais de um ano, quando o diretor de operações da Apple, Tim Cook, falando das empresas que tentam replicar a experiência de uso do iPhone, advertiu: “Não permitiremos que nossa propriedade intelectual seja roubada”.

“A advertência original, diz Reiner, foi entendida como se referindo à tecnologia multitoque da Apple e pareceu ter tido algum impacto. Nos meses seguintes, grandes fabricantes de eletrônicos como LG, Samsung e Nokia, ficaram longe do multitoque. (…) [Mas] Essa deferência, escreve Reiner, começou a evaporar no fim de 2009, com a chegada de dois smartphones multitoque: o Motorola Droid e o HTC Eris”, comenta Elmer-DeWitt.

Sobre isso, diz ele, Reiner escreveu:

Os fabricantes de ponta continuaram evitando implementar multitoque, mas a Apple pode assumir com segurança que estavam apenas esperando para ver qual seria sua resposta a Motorola e HTC. Se não houvesse nenhuma, as outras empresas provavelmente leriam o silêncio da Apple como sinal verde, especialmente depois que a Google também implementou o multitoque em seu Nexus One.

Era provável que a Apple começasse a procurar esses fabricantes a partir de janeiro para dar o claro e duro recado de que estava pronta para partir para o ataque, e não apenas no que diz respeito ao multitoque. Estava pronta para disparar seu caso na defesa dos fatores que tornaram única a experiência de uso do iPhone, da interpretação de gestos ao design orientado a objeto do sistema operacional e ao âmago da construção e configuração dos elementos de hardware.

Para Elmer-DeWitt, a escolha da HTC como primeiro alvo era lógica: como uma das primeiras e mais agressivas usuárias do Android e considerando não haver relação de fornecimento de componentes entre Apple e HTC que pudesse ser prejudicada por uma batalha legal, a HTC era perfeita para atingir o verdadeiro alvo da Apple: a Google.

Segundo ele, Reiner acha que a combinação de discurso firme e processo judicial de alto nível já estão surtindo os efeitos desejados pela Apple:

Até recentemente, os melhores programas para smartphone concentravam-se primordialmente em tentar alcançar a experiência de uso do iPhone e, em seguida, evitar qualquer evidente violação das patentes da Apple.

Cremos que essa ordem de prioridade foi temporariamente alterada, junto com a expectativa da indústria sobre como a Apple pretende estender a batalha. Poucos fabricantes crêem que simplesmente evitar a violação das patentes multitoque possa, por si só, amenizar a ira da Apple. Cremos que muitos projetos de hardware e software estão sendo mandados de volta para a prancheta de desenho para que se encontrem soluções alternativas.

É muito cedo para saber no que vai dar o processo da Apple contra a HTC, ou se a Apple terá apetite para disparar tiros adicionais contra outros fabricantes. Mas a estratégia legal da Apple parece ter deixado a concorrência temporariamente amedrontada.

Ainda de acordo com Elmer-DeWitt, mesmo antes da ação da Apple contra a HTC, os fabricantes de celulares já estavam desconfiados da Google pelo fato de que, com o Nexus One, ela se tornou concorrente direto delas. “Agora, sua fé no Android como meio mais fácil e barato de dar combate ao iPhone foi abalada, diz Reiner. A consequência inesperada, sugere ele, é enviar essas empresas direto para os braços da Microsoft com seu Windows 7 Mobile”.

Leia mais no artigo completo de Elmer-DeWitt.

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20 comentários para “Caso Apple x HTC abalou a fé da indústria no Android, diz analista”
  1. Ipso Facto disse:

    Tal como escrevi no dia em que a Apple divulgou ter processado a HTC:

    “Imagino que a divulgação dessa notícia deve estar causando calafrios nos escritórios de executivos de muitos fabricantes de imitações do iPhone. Ao contrário do que ocorreu no início do negócio de computadores da Apple, desta vez não há uma combinação de (1) concorrência com um imitador mentiroso vendedor de ar quente, (2) expulsão de seu próprio fundador e (3) pressão de advogados incompetentes para que seus sucessores assinassem contratos porcamente redigidos, incluindo o Pai de Todos os Contratos Idiotas: aquele que, basicamente, deu a jóia da coroa da Apple (a interface gráfica do Mac) à Microsoft em caráter permanente, permitindo-lhe copiar o Mac ad infinitum. Desta vez, os concorrentes têm pela frente alguém que ganhou vantagem por ter sido pioneiro com um produto com características únicas e que patenteou suas invenções. A Apple aprendeu com seus erros, fez a lição de casa e hoje é uma fera com garras e dentes afiados. Cuidado com ela, concorrência.”

    Google e Microsoft podem brigar pelo mercado de imitações do iPhone o quanto quiserem. A Apple tem as duas empresas (e todas as demais) bem onde quer: cada vez mais longe no espelho retrovisor, sob o estrito escrutínio de seus advogados de patentes. É melhor ter cuidado com o que colocam em seus celulares, meninos, pois desta vez vocês não poderão pegar o que querem impunemente.

    A Google ainda se arrependerá de ter decidido peitar a Apple ao invés de caminhar junto com ela.

    Temos promovido o estado-da-arte em cada faceta do design. (…) Temos inovado nisso como loucos nos últimos anos e já requisitamos mais de 200 patentes de todas as invenções contidas no iPhone. E pretendemos protegê-las. (Steve Jobs, CEO da Apple, na apresentação do iPhone, 9 de janeiro de 2007)

    Gostamos de concorrência, contanto que não roubem nossa propriedade intelectual, caso em que iremos atrás deles. Não vamos ficar parados vendo nossa propriedade intelectual sendo roubada. E usaremos quaisquer armas à nossa disposição. (Tim Cook, diretor de operações da Apple, 21 de janeiro de 2009)

    • merlin3d disse:

      Se a Apple não estivesse sendo processada por um não sei quantas empresas por quebra de patente, acreditaria nas palavras do Sr. Steve Jobs e do Sr. Tim Cook. Por enquanto so vejo uma coisa uma empresa que só consegue sobreviver as custas do sistema judiciário americano.

      • Victor disse:

        Nossa, então sua visão é curta mesmo, hein?

        Em primeiro lugar, daria pra você dizer por quê exatamente acha que a Apple só sobrevive graças ao sistema judiciário americano?

        Vamos lá, estou esperando.

  2. nemo disse:

    Aqui vai um ótimo artigo sobre essa palhaçada, a apple deveria cair na real e em vez de processar a htc ir melhorar o ipad.

    http://www.gizmodo.com.br/conteudo/como-seria-o-nexus-one-sem-patentes-da-apple

    • Caio disse:

      “Palhaçada” por quê?

      • HOOG disse:

        Ainda pergunta porque é palhaçada?
        Patentear multitarefa só pode ser palhaçada. Basta ler os comentários da matéria citada pelo nemo e você vai ver que fora dos sites de “Apple fans” só existe motivo pra se ficar triste com essas patentes malucas da Apple.

        http://www.gizmodo.com.br/conteudo/como-seria-o-nexus-one-sem-patentes-da-apple

        • Victor disse:

          Ô filho, dê uma boa lida, do começo ao fim, nos detalhes da patente do multitarefa do iPhone:

          http://bit.ly/bho7Hk

          Leu? Entendeu? Agora conteste a decisão do USPTO de dar a patente à Apple, se for capaz.

          É cada uma…

          • Caio disse:

            Um detalhe importante: a patente foi pedida em 1993 e concedida em 1996. Ou seja, muito antes de se sonhar com smartphones, quanto mais com multitarefa neles.

            • Farlensia disse:

              Caio o USPTO nunca teve grande credibilidade devido a dinâmica falha e venenosa de patentes.

              Você pode patentear idéias que nem foram criadas ou receberam se quer investimento, o mais louco de tudo, patentear o leque de possibilidades que se encontram dentro dos poucos itens fundamentais que se apresentam em nosso mundo limitado fisicamente, os quais não possuem variantes, por ser natuaralmente limitado.

              Sempre coube ao inflado sistema jurídico fazer esse papel absurdo de filtrar condições lógicas básicas para a presença de uma patente, para evitar uma estagnação total do desenvolvimento.

              Tenho minhas duvidas quanto a demora do USPTO para realizar as patentes, com tantas possibilidades e tanta gente gerando tudo que é tipo de patente fora da lógica como patente da roda e afins duvido que a culpa seja da analise de possíveis excludentes do pedido que passem além de uma pesquisa rápida por outra patente semelhante…

          • HOOG disse:

            Opa Victor,

            Li um pouco, mas entendi quase nada. Você pode contar pra gente o motivo dessa patente ser tão coerente? Gostaria de saber! Infelizmente não tenho o conhecimento necessário.

            Sabendo que a Apple detém a patente de multitask, independente de eu entender ou não o conteúdo, acho que é “palhaçada” sim, querer registrar isso como propriedade intelectual e processar empresas que implementam isso em seus dispositivos.

            Vocês achariam mesmo bom que só os aparelhos da Apple possuam essa funcionalidade e as outras citadas no artigo sobre o Nexus One sem as patentes da Apple.

            Se errei em algo, me ajudem a entender. Eu agradeço!

            • Victor disse:

              Independente da opinião do Farlensia, acima (que acha que o USPTO não tem credibilidade e acha que certas patentes não deveriam ser concedidas), o fato é que, como o Caio muito bem observou, o pedido de patente do multitarefa foi feito em 1993 (há quase 20 anos, portanto) e concedido à Apple em 1996. Na época em que a patente foi pedida, o mundo praticamente não sabia o que era isso. Portanto, na época ninguém achava isso “palhaçada”.

              O fato é que existe uma patente e é antiga, então a Apple ganhou o direito legal de reivindicar o uso exclusivo dessa tecnologia ou negociá-la com quem tiver interesse em usá-la.

              Note que, de acordo com a matéria, a Apple não foi simplesmente processar a HTC pela violação de suas 20 patentes. Antes, ela tentou negociar. É assim que geralmente acontece em qualquer caso semelhante: o processo na justiça só é aberto depois que a negociação falha.

              Note que ninguém nunca disse que alguém processou alguém pelo uso de multitarefa em desktops. A patente da Apple tem a ver com o uso desse recurso em aparelhos de mão, que é a bronca dela com a HTC/Google.

              Me lembro da época em que a Motorola era a única empresa do mundo que podia fabricar celulares com recurso de vibração embutido no aparelho porque isso era tecnologia patenteada dela. Se quisessem oferecer recursos semelhantes, os demais fabricantes tinham que embutir o vibrador nas baterias. Eu mesmo tive dois celulares Nokia com baterias vibratórias por causa da patente da Motorola. Hoje em dia, todo celular tem vibrador embutido. Não sei o que aconteceu, mas é possível que alguém tenha conseguido derrubar a patente da Motorola na justiça.

              Se fosse naquela época, você diria que era “palhaçada” a Motorola ter patenteado o vibrador?

              O mérito da patente é o que menos importa. Importa é que, se alguém a conseguiu, ou negocia-se com ele para usar o que foi patenteado ou tenta-se quebrar a patente com ações judiciais. É assim que a coisa funciona. Se alguém acha que a patente é uma “palhaçada”, isso é totalmente irrelevante.

              Um abraço!

              • HOOG disse:

                Valeu, Victor!
                Muito bom comentário sobre como funcionam as negociações de patentes.

                Vamos esperar os acordos ou as quebras com ações judiciais para que a Apple não fique com o monopólio de tantas coisas que parecem de uso comum nos sistemas de todos os tipos. Acho que isso seria ruim até para os “Apple fans”.

                • Victor disse:

                  Lembre-se que o caso Apple x HTC não se resume a multitarefa e multitoque. A Apple alega que 20 patentes dela foram violadas. Mesmo que essa briga resulte na anulação das patentes sobre multitarefa e multitoque, ainda faltam 18 de coisas que a Apple efetivamente inventou. Se parece injusto concentrar na mão de uma única empresa o direito de usar as tecnologias desenvolvidas por ela, é mais injusto ainda que a empresa invista fortunas no desenvolvimento de novas tecnologias para que a concorrência tire proveito disso sem dar nada em troca. É por isso que existem as patentes e as negociações para licenciá-las a terceiros.

                  Um abraço!

                • Zumbi dos Palmares disse:

                  Olha aqui um caso do que o Victor está falando:

                  Nokia registra patente de bateria que carrega sozinha
                  http://bit.ly/cYG3Hs

                  Será que, daqui a algum tempo, quando todos os fabricantes tiverem desenvolvido a mesma tecnologia, alguém vai achar a patente da Nokia “palhaçada”?

              • Knux disse:

                ulalá! multi-tarefa foi inventado pela apple em 93? essa é nova? melhor avisar o tannenbaum

  3. nemo disse:

    Alguns comentários interessantes:

    “gora me digam, muito disso ja não existia antes do Iphone? Porque eu mexia em programas no meu E398 a 30 anos atras e ouvia musica e a cretina da apple nem existia no ramo do mobile…mostrar os icones ali em cima falando oq ta rolando no seu celular? Oras e que celular não isso desde o startak”

    “putz… agora a ideia é patentear ideias pra que os outros não possam usar? várias coisas ja existiam antes do iphone aí… multitarefa, no symbian basta segurar o botao de menu q aparecem os apps rodando em fundo… organizar icones? como ja dito aí o Symbian tb faz isso muito antes da apple pensar num telefone… notificações? repito do Symbian e mto antes do iphone… ”

    “Meu dumbphone infringe 4 dessas patente o.0 , e olha que ele é anterior ao iPhone, se continuar neste ritmo em pouco tempo vão patentear a tela, os botões…
    A Apple entrou a pouco no mercado de telefonia e já quer ser dona, tudo bem que o iPhone revolucionou em muitos aspectos mas se todas empresas fossem assim a Apple nem faria celulares. Espero que a Nokia detone com eles na história das patentes, só para deixarem de se achar donos de tudo. ”

    “Vou alí patentear um smartphone que faz ligações.
    Vejo você no tribunal daqui a um ano, Apple. ”

    “a) Já tinha multitarefa no WM PPC 2003 (2003)
    b) Notificações no palmos 3 (1998)
    c) rearranjo de ícones no palmos 1 (1996)
    d) Iphone 1st Gen (2007)!!!!!!!! o.0 “

    • Zumbi dos Palmares disse:

      Copiando comentário anterior do Ipso Facto:

      De uma coisa todos podem ter certeza: a Apple não processaria a HTC sem ter plena confiança em sua posição legal. A ação pretende abrir precedentes legais para futuras ações similares.

      As patentes que a Apple acusa a HTC de ter violado são:

      7,362,331: Time-Based, Non-Constant Translation Of User Interface Objects Between States: The present invention relates to a method for moving objects within the graphical user interface (GUI) of an operating system in a manner that provides a transitional effect between window states, which is pleasing to the user. This transitional effect includes changing the shape of a window while scaling and moving the window between two different sizes and positions. In one embodiment of the present invention, the transitional effect may be employed as a window is minimized into an icon, or restored from an icon. In another embodiment of the present invention, the transitional effect is employed as a window is minimized within its title bar, or restored therefrom. The rate of movement of objects is controlled in a non-linear manner, to further enhance the pleasing effect.

      7,479,949: Touch Screen Device, Method, And Graphical User Interface For Determining Commands By Applying Heuristics: A computer-implemented method for use in conjunction with a computing device with a touch screen display comprises: detecting one or more finger contacts with the touch screen display, applying one or more heuristics to the one or more finger contacts to determine a command for the device, and processing the command. The one or more heuristics comprise: a heuristic for determining that the one or more finger contacts correspond to a one-dimensional vertical screen scrolling command, a heuristic for determining that the one or more finger contacts correspond to a two-dimensional screen translation command, and a heuristic for determining that the one or more finger contacts correspond to a command to transition from displaying a respective item in a set of items to displaying a next item in the set of items.

      7,657,849: Unlocking A Device By Performing Gestures On An Unlock Image: A device with a touch-sensitive display may be unlocked via gestures performed on the touch-sensitive display. The device is unlocked if contact with the display corresponds to a predefined gesture for unlocking the device. The device displays one or more unlock images with respect to which the predefined gesture is to be performed in order to unlock the device. The performance of the predefined gesture with respect to the unlock image may include moving the unlock image to a predefined location and/or moving the unlock image along a predefined path. The device may also display visual cues of the predefined gesture on the touch screen to remind a user of the gesture.

      7,469,381: List Scrolling And Document Translation, Scaling, And Rotation On A Touch-Screen Display: In accordance with some embodiments, a computer-implemented method for use in conjunction with a device with a touch screen display is disclosed. In the method, a movement of an object on or near the touch screen display is detected. In response to detecting the movement, an electronic document displayed on the touch screen display is translated in a first direction. If an edge of the electronic document is reached while translating the electronic document in the first direction while the object is still detected on or near the touch screen display, an area beyond the edge of the document is displayed. After the object is no longer detected on or near the touch screen display, the document is translated in a second direction until the area beyond the edge of the document is no longer displayed.

      5,920,726: System And Method For Managing Power Conditions Within A Digital Camera Device: A system and method for recovering from a power failure in a digital camera comprises a power manager for detecting and handling power failures, an interrupt handler for responsively incrementing a counter device, service routines which register to receive notification of the power failure, and a processor for evaluating the counter and providing notification of the power failure to the service routines which may then assist the digital camera to recover from the power failure.

      7,633,076: Automated Response To And Sensing Of User Activity In Portable Devices: The various methods and devices described herein relate to devices which, in at least certain embodiments, may include one or more sensors for providing data relating to user activity and at least one processor for causing the device to respond based on the user activity which was determined, at least in part, through the sensors. The response by the device may include a change of state of the device, and the response may be automatically performed after the user activity is determined.

      5,848,105: GMSK Signal Processors For Improved Communications Capacity And Quality: A method and apparatus for separating and removing distortion from interfering co-channel signals and suppressing adjacent-channel interfering signals of the Gaussian Minimum-Shift Keyed (GMSK) or other MSK type with filtering structures that exploit the cyclostationarity of the received GMSK or other MSK signals in order to accommodate a greater number (or the same number, but with greater quality) of transmitted signals received by one or more antennas than can be accommodated by existing filters. The parameters in these filtering structures are adapted by either of two adaptation apparatus that exploit both the known training sequence that is transmitted in most wireless communications systems, and the constant modulus property exhibited by each of the transmitted GMSK or other MSK signals.

      7,383,453: Conserving Power By Reducing Voltage Supplied To An Instruction-Processing Portion Of A Processor: One embodiment of the present invention provides a system that facilitates reducing static power consumption of a processor. During operation, the system receives a signal indicating that instruction execution within the processor is to be temporarily halted. In response to this signal, the system halts an instruction-processing portion of the processor, and reduces the voltage supplied to the instruction-processing portion of the processor. Full voltage is maintained to a remaining portion of the processor, so that the remaining portion of the processor can continue to operate while the instruction-processing portion of the processor is in reduced power mode.

      5,455,599: Object-Oriented Graphics System: An object-oriented graphic system is disclosed including a processor with an attached display, storage and object-oriented operating system. The graphic system builds a component object in the storage of the processor for managing graphic processing. The processor includes an object for connecting one or more graphic devices to various objects responsible for tasks such as graphic accelerators, frame buffers, page description languages and vector engines. The system is fully extensible and includes polymorphic processing built into each of the support objects.

      6,424,354: Object-Oriented Event Notification System With Listener Registration Of Both Interests And Methods: An event notification system for propagating object-change information. The notification system supports change notification without queues in an object-based application or operating system and can be scaled to propagate large numbers of events among a large plurality of objects. The event notification system interconnects a plurality of event source and event receiver objects. Any object, such as a command object, may operate as either an event receiver object, an event source object or both. A notification object is created by a source object to transport, from a source to a receiver, descriptive information about a change, which includes a particular receiver object method and a pointer to the source object that sent the notification. A receiver object must register with a connection object its “interest” in receiving notification of changes; specifying both the event type and the particular source object of interest. After establishing such connections, the receiver object receives only the events of the specified type for the source objects “of interest” and no others. This delegation of event selection avoids central event queuing altogether and so limits receiver object event processing that the invention can be scaled to large systems operating large numbers of objects.

      5,481,721: Method For Providing Automatic And Dynamic Translation Of Object Oriented Programming Language-Based Message Passing Into Operating System Message Passing Using Proxy Objects: The present invention provides a method and apparatus for the distribution of objects and the sending of messages between objects that are located in different processes. Initially, a “proxy” object is created in the same process as a sender object. This proxy acts as a local receiver for all objects in the local program. When the proxy receives a message, the message is encoded and transmitted between programs as a stream of bytes. In the remote process, the message is decoded and executed as if the sender was remote. The result follows the same path, encoded, transmitted, and then decoded back in the local process. The result is then provided to the sending object.

      5,519,867: Object-Oriented Multitasking System: An apparatus for enabling an object-oriented application to access in an object-oriented manner a procedural operating system having a native procedural interface is disclosed. The apparatus includes a computer and a memory component in the computer. A code library is stored in the memory component. The code library includes computer program logic implementing an object-oriented class library. The object-oriented class library comprises related object-oriented classes for enabling the application to access in an object-oriented manner services provided by the operating system. The object-oriented classes include methods for accessing the operating system services using procedural function calls compatible with the native procedural interface of the operating system. The computer processes object-oriented statements contained in the application and defined by the class library by executing methods from the class library corresponding to the object-oriented statements. The object-oriented application includes support for multi-tasking.

      5,566,337: Method And Apparatus For Distrubuting Evenets In An Operating System: In a computer including an operating system, an event producer for generating an event and detecting that an event has occurred in the computer and an event consumer which need to be informed when events occur in the computer, a system for distributing events including a store for storing a specific set of events of which the at least one event consumer is to be informed, an event manager control unit for receiving the event from the event producer, comparing the received event to the stored set of events, and distributing an appropriate event to an appropriate event consumer, and a distributor for receiving the event from the control unit and directing the control unit to distribute an appropriate event to an appropriate event consumer.

      5,929,852: Encapsulated Network Entity Reference Of A Network Component System: A network-oriented component system efficiently accesses information from a network resource located on a computer network by creating an encapsulated network entity that contains a reference to that resource. The encapsulated entity is preferably implemented as a network component stored on a computer remotely displaced from the referenced resource. In addition, the encapsulated entity may be manifested as a visual object on a graphical user interface of a computer screen. Such visual manifestation allows a user to easily manipulate the entity in order to display the contents of the resource on the screen or to electronically forward the entity over the network.

      5,946,647: System And Method For Performing An Action On A Structure In Computer-Generated Data: A system and method causes a computer to detect and perform actions on structures identified in computer data. The system provides an analyzer server, an application program interface, a user interface and an action processor. The analyzer server receives from an application running concurrently data having recognizable structures, uses a pattern analysis unit, such as a parser or fast string search function, to detect structures in the data, and links relevant actions to the detected structures. The application program interface communicates with the application running concurrently, and transmits relevant information to the user interface. Thus, the user interface can present and enable selection of the detected structures, and upon selection of a detected structure, present the linked candidate actions. Upon selection of an action, the action processor performs the action on the detected structure.

      5,969,705: Message Protocol For Controlling A User Interface From An Inactive Application Program: Method and apparatus for a first process operative in a computer system controlling a user interface on a computer system display under control of a second process operative in the computer system. An event handler is installed for the second process, the event handler servicing events generated for controlling the user interface display under control of the second process. The first process may then perform a first set of functions in the computer system. The first process generates events for controlling the user interface display, the events related to the functions performed by the first process. The event handler receives the events generated by the first process and updates the user interface on the computer system display according to the events generated by the first process and received by the event handler.

      6,275,983: Object-Oriented Operating System: An apparatus for enabling an object-oriented application to access in an object-oriented manner a procedural operating system having a native procedural interface is disclosed. The apparatus includes a computer and a memory component in the computer. A code library is stored in the memory component. The code library includes computer program logic implementing an object-oriented class library. The object-oriented class library comprises related object-oriented classes for enabling the application to access in an object-oriented manner services provided by the operating system. The object-oriented classes include methods for accessing the operating system services using procedural function calls compatible with the native procedural interface of the operating system. The computer processes object-oriented statements contained in the application and defined by the class library by executing methods from the class library corresponding to the object-oriented statements.

      6,343,263: Real-Time Signal Processing System For Serially Transmitted Data: A data transmission system having a real-time data engine for processing isochronous streams of data includes an interface device that provides a physical and logical connection of a computer to any one or more of a variety of different types of data networks. Data received at this device is presented to a serial driver, which disassembles different streams of data for presentation to appropriate data managers. A device handler associated with the interface device sets up data flow paths, and also presents data and commands from the data managers to a real-time data processing engine. Flexibility to handle any type of data, such as voice, facsimile, video and the like, that is transmitted over any type of communication network with any type of real-time engine is made possible by abstracting the functions of each of the elements of the system from one another. This abstraction is provided through suitable interfaces that isolate the transmission medium, the data manager and the real-time engine from one another.

      5,915,131: Method And Apparatus For Handling I/O Requests Utilizing Separate Programming Interfaces To Access Separate I/O Service: A computer system handling multiple applications wherein groups of I/O services are accessible through separate application programming interfaces. Each application has multiple application programming interfaces by which to access different families of I/O services, such as I/O devices.

      RE39,486: Extensible, Replaceable Network Component System: An extensible and replaceable network-oriented component system provides a platform for developing networking navigation components that operate on a variety of hardware and software computer systems. These navigation components include key integrating components along with components configured to deliver conventional services directed to computer networks, such as Gopher-specific and Web-specific components. Communication among these components is achieved through novel application programming interfaces (APIs) to facilitate integration with an underlying software component architecture. Such a high-modular cooperating layered-arrangement between the network component system and the component architecture allows any existing component to be replaced, and allows new components to be added, without affecting operation of the network component system.

  4. Steve disse:

    Sendo curto e grosso, se a HTC violou as patentes da Apple, ela tem que pagar sim. Se a Nokia violou patentes da Apple e a Apple patentes da Nokia elas que se entendam nos tribunais.
    Este conceito de liberdade as vezes fica tão ampla que tira o direito de quem passou anos inovando.
    Sou a favor da liberdade mas contra o roubo de propriedade intelectual alheia.
    Software Livre é assim, vejo muita gente pregando a liberdade e só chupando o trabalho alheio, monte de hipocritas.

  5. HOOG disse:

    Pode até ter abalado, e acho que nem tanto. Mas como dizem: “Balança mais não cai”. 🙂

  6.  

 

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