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A Microsoft previu a tendência na direção dos tablets. Ela só não previu não estar fazendo parte desse grande jogo.

 

“Apesar dos numerosos poréns, o iPad já é um vitorioso. O aparelho provavelmente vai continuar se saindo bem pelo resto do ano à medida que mais gente o adota por não ser um tablet tradicional, e sim um dispositivo utilitário que faz todo tipo de coisa nova”, diz John C. Dvorak no site da revista PC Magazine.

Ele aponta o fato de que o iPad escapa do velho paradigma dos tablets de serem reconhecedores de escrita. “Suponho que a lição tenha sido aprendida com o Newton, a primeira tentativa da empresa de produzir tal máquina. Ficou marcada por sua miserável função de reconhecimento de escrita. A Apple sequer tentou algo assim desta vez. Ao invés, a empresa fez a estranha porém lógica opção pela interface simples, fácil de usar, orientada a aplicações e sensível a toque. O iPad engrandeceu este novo paradigma, eliminando completamente a metáfora do desktop com suas intermináveis pastas. [Nos PCs] temos botões em todo lugar. [Mas no iPad], ao invés de usar um mouse para ir a todo lugar no desktop ou abrir e fechar pasta após pasta ou garimpar listas intermináveis, você só precisa ir de uma aplicação para outra”.

Então Dvorak se pergunta quais segmentos do mercado serão impactados pelo iPad e o que a concorrência precisa entender ao projetar seus “matadores de iPad”. “Antes de mais nada, a única empresa que me parece capaz de entender essa mudança de paradigma é a Google com seu celular Nexus One. Mas ela não parece estar ativamente inserida no espaço do tablet como deveria. Isso nos deixa pensando (inclusive a Microsoft): qual sistema operacional será empregado na maioria dos tablets? (…) Diversas corridas do ouro nos manterão ocupados nos meses à frente. A primeira é a corrida para otimizar aplicações para o iPad ao invés de para o iPhone/iPod touch. A segunda é para produzir um matador de iPad. Já que todos esses outros serão derivativos, a probabilidade de surgir um matador de iPad é nula, mas provavelmente nunca testemunhamos um ataque como o que estamos prestes a presenciar”.

“O que está passando totalmente despercebido no momento é o potencial de afundar a Microsoft de uma vez por todas — ou pelo menos relegar a empresa à computação de commodity (antes conhecida como desktop computing). A ironia, é claro, é que a Microsoft previu a tendência na direção dos tablets. Ela só não previu que, como empresa, não estaria fazendo parte desse grande jogo. Há uma possibilidade muito real de que agora o Linux finalmente seja capaz de ganhar espaço no desktop, uma vez que o Android OS é o único concorrente do iPad OS”, opina Dvorak.

“As pessoas têm me perguntado se vou comprar um desses. Posso ver sua utilidade para todo tipo de tarefa não muito importante, como navegação casual na Internet enquanto assisto TV. Ele daria também um ótimo aparelho GPS. Mas vou esperar. Eu gostaria de ver nele uma câmera de verdade, algum tipo de entrada/saída como uma porta USB e uma tela OLED do tipo da do Nexus One. Enquanto isso, a Apple disparou um foguete com carga desconhecida. Uma coisa é certa: nos próximos meses e anos teremos muito o que falar desse aparelho”, conlui Dvorak.

Leia mais no artigo completo de Dvorak.

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8 comentários para “Dvorak: como a Apple venceu onde a Microsoft fracassou”
  1. Ipso Facto disse:

    Não é surpresa que o artigo do saco de banha contenha vários erros e é neles que me concentro agora.

    Para começar, como ele provavelmente sabe mas não admite, as iterações finais do Newton tinham um reconhecimento de escrita que funcionava perfeitamente bem. Na verdade, aquela tecnologia hoje faz parte do Mac OS X e é chamada “Inkwell” (ou simplesmente “Ink”). O usuário que conecta um tablet gráfico ao Mac pode escrever no tablet usando uma caneta apontadora e o Inkwell traduz o que foi escrito (ou até mesmo rabiscado) em palavras. Funciona bastante bem.

    Ele acha que uma interface simples, fácil de usar, orientada a aplicações e sensível a toque foi uma opção “estranha”. Ainda não entendi o que ele quis dizer com isso. Às vezes o saco de banha joga as palavras sem se importar com seu real significado.

    Para ele, a única empresa que parece capaz de entender a mudança de paradigma é a Google com seu celular Nexus One. É fácil acompanhar uma mudança dessas quando se tem uma toupeira com assento no quadro de diretores da Apple planejando como vai violar pelo menos 20 de suas patentes. Antes de proclamar o Android como “único concorrente” do iPhone OS, Dvorak deveria primeiro esperar para saber o que os juízes vão dizer disso. É muito fácil proclamar o Android como “único concorrente” quando sua tecnologia se baseia nas patentes da Apple que a Google violou ao invés de desenvolver sua própria tecnologia independente.

    “Câmera de verdade”? Se quer tirar fotos ou fazer vídeos, use uma câmera de verdade, Dvorak. Quanto à entrada/saída, o iPad tem várias entradas/saídas: Dock Connector com uma sofisticada porta I/O wired, mais Wi-Fi 802.11a/b/g/n, Bluetooth 2.1 + EDR e/ou 3G: UMTS/HSDPA (850, 1900, 2100 MHz) GSM/EDGE (850, 900, 1800, 1900 MHz). E quanto à tela OLED do Nexus One, ela empalidece diante da tela IPS do iPhone e do iPad (vejas as provas aqui e aqui).

    No geral, Dvorak parece estar aos poucos acertado o passo. Afinal, até um relógio quebrado está certo pelo menos duas vezes por dia. É só comparar o tom geral do artigo acima com uma declaração dele próprio de 29 de janeiro último: “Agora que boa parte do auê em torno do iPad já se dissipou, podemos olhar objetivamente para o aparelho e concluir que ele provavelmente não terá o mesmo impacto no mercado que teve o iPhone. (…) O mercado de tablets tem sido de nicho ao longo dos anos e esperava-se que a Apple sonhasse com algum paradigma novo que mudasse isso. Do que tenho visto e ouvido, não será desta vez“.

    • Knux disse:

      olha, da câmera… tiro fotos casuais, então não tenho do que reclamar do iphone… e no que falta de resolução, ganha no software de edição de vídeos, imho. mas é inegável que poderia ser melhor, basta olhar para os novos androids lançados pela sony.

      quanto às patentes… não vou discutir as patentes da apple de novo, quem quiser pode procurar meus comentários aqui no site. só quero lembrar que a palm está a venda e tem um portfolio de patentes beeeeem consideráveis. esse jogo está em aberto… de repente o google compra a palm e a apple passa de caçador a caça.

      • Zumbi dos Palmares disse:

        A eventual compra da Palm pela Google não afeta em rigorosamente nada o andamento do processo da Apple contra ela, já que a violação e o processo foram anteriores à compra.

        • Knux disse:

          o portfolio de patentes da palm é mais do que suficiente para abrir mais processos do que a apple consegue abrir.

          não é esse o jogo que a nokia está fazendo? 😉

      • Steve disse:

        Google comprar a Palm? E seus parceiros do Android? Como vão se sentir com a Google comprando uma empresa que produz telefones? HTC, Motorola e outros? Muitas não gostaram quando ela lançou o Nexus One, imagine comprando uma fabricante de celular. Acho que a google não faria isto.

        • Knux disse:

          o nexus one é fabricado pela htc.

          a possibilidade (não levantada por mim, vi em algumas análises pela internet) do google comprar a palm é apenas pelo portfolio de patentes.

  2. Dee disse:

    UM DISPOSITIVO UTILITARIO QUE FAZ TODO TIPO DE COISA NOVA. enumere 5; INTERFACE SIMPLES, FACIL DE USAR, ORIENTADA A APLICACOES E SENSIVEL A TOQUE. O IPAD ENGRANDECEU ESTE PARADIGMA. nao foi o ipad, foi o iphone; INTERMINAVEIS PASTAS…PARA USAR UM APLICATIVO BASTA CLICA-LO.nao e verdade,para usar um aplicativo existe sempre uma sequencia de funcoes que devemos estar sempre clicando como open,next,yes,no,etc; A UNICA EMPRESA CAPAZ DE ENTENDER ESSE PARADIGMA E A GOOGLE COM O NEXUS ONE. espere um pouco dvorak, o ADAM da notion ja o fez; AFUNDAR A MICROSOFT DE VEZ. nao percebi, seja especifico

  3. Dee disse:

    POSSO VER SUA UTILIDADE PARA TODO TIPO DE TAREFA NAO MUITO IMPORTANTE. biiiinnnngooooo

  4.  

 

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