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O HTML5 incorpora uma nova tag de vídeo que suplanta e simplifica a exibição de vídeo em páginas web. Quase todo observador fora da Adobe acha que ele vai matar o Flash.

 

“Quando os historiadores documentarem a era da computação, a história da Apple Inc. e da Adobe Systems Inc. consumirá muitos pixels e tinta. É uma história sensacional de casamento, divórcio e ressentimentos. Ambas as empresas foram em grande parte responsáveis pelo sucesso uma da outra ao inventarem o desktop publishing usando tecnologia uma da outra. Mas nenhuma delas jamais mostrou qualquer sinal de reconhecimento ou gratidão à outra por isso”, diz Jonh C. Dvorak no site especializado em mercado MarketWatch.

Ele lembra que, semana passada, o relacionamento entre as empresas azedou de vez quando Steve Jobs, CEO da Apple, divulgou carta aberta em que, criticando os vários defeitos da tecnologia Flash — dentre os quais falhas de segurança, comprometimento de desempenho e elevado consumo de bateria —, explica porque não permitiu a adaptação dessa tecnologia em seus produtos de mão: iPhone, iPod touch e iPad.

“Isso levou a um acalorado debate, a maior parte dele online. Foi resumido na última parte dos comentários de Jobs: ‘Novos padrões abertos criados na era da mobilidade, como o HTML5, se tornarão padrão em aparelhos móveis (e PCs também). Talvez a Adobe devesse se concentrar mais em criar grandes ferramentas HTML5 para o futuro e menos em criticar a Apple por deixar o passado para trás'”, cita Dvorak.

“Devo explicar que o HTML5, que só foi lançado recentemente, incorpora uma nova tag de vídeo que suplanta e simplifica a exibição de vídeo em páginas web. Quase todo observador fora da Adobe acha que ele vai matar o Flash, que é a tecnologia onipresente responsável por exibir vídeos em websites”, observa ele.

“Embora o desaparecimento do Flash não irá arruinar a Adobe a longo prazo, levantará a questão da trombeteada compra da Macromedia, desenvolvedora do Flash, pela Adobe por US$ 3,5 bilhões em 2005. Eu gostaria de saber agora quanto exatamente a Adobe teve de retorno desse investimento”, pondera Dvorak.

“Estou com os que acham que o HTML5 vai matar o Flash um dia. Mas questiono o julgamento da Apple por não ter sido um pouco mais conciliatória com a Adobe. Agora ela tem uma tremenda batata quente nas mãos”, conclui ele.

Leia mais no artigo completo de Dvorak.

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3 comentários para “Dvorak: Apple e Adobe mostram os dentes uma à outra”
  1. Ipso Facto disse:

    Quem quer que tenha lido a carta de Jobs notou que ele até foi gentil com a preguiçosa Adobe. Está lá, para qualquer um ver.

    Vale lembrar: a Apple é uma empresa livre de dívidas com dinheiro em caixa suficiente para comprar a preguiçosa Adobe. Duas vezes. E com troco de US$ 10 bilhões. Se isso acontecesse, esteja certo de que os preguiçosos da Adobe desgrudariam seus traseiros de suas confortáveis poltronas e começariam a desenvolver software que tirasse proveito das vantagens da plataforma Mac OS X ao invés de ficar rosnando feito buldogue velho tentando defender o osso embolorado pela própria ociosidade.

    Nota aos anunciantes: seus banners baseados em Flash não estão sendo vistos por parte de seus clientes em potencial: cerca de 50 milhões de usuários de iPhone, 35 milhões de usuários de iPod touch e os novos usuários do iPad. Não é um volume desprezível. Se vocês querem que sua propaganda chegue até os que têm renda mais elevada, devem considerar trocar seus banners em Flash por outros de padrão aberto que pessoas com dinheiro poderão ver e eventualmente comprar seus produtos.

    Ajude a matar o Flash: opte pelo HTML5 no YouTube aqui. No Vimeo, clique em “Switch to HTML5 player” abaixo de qualquer vídeo. Convença os editores de seus veículos online prediletos a seguir o exemplo da grande mídia estrangeira, que já começou a trocar o Flash pelo HTML5 em seus vídeos.

  2. Knux disse:

    eu tenho flash desabilitado até no mac em casa e no desktop do trabalho.

  3. O comentário do leitor “vaseferrarapple” (IP 201.88.23.176), de Goiânia/GO, foi apagado por violar os Termos de Uso do AppleMania.

  4.  

 

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