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Cofundador da empresa não assume responsabilidade pelo mau gerenciamento do consumo de energia do sistema operacional Android.

 

“Se os aparelhos de mão de hoje em dia têm um ponto fraco é a duração da carga da bateria. Laptops, netbooks, smartphones, qualquer um. E, quanto mais os fabricantes tentam torná-los mais sofisticados, maior é o consumo”, diz Jim Goldman no site da rede CNBC.

Segundo ele, esse detalhe ficou evidente nesta terça-feira (18) quando, num evento em Londres, o cofundador da Google, Larry Page, proclamou que, se a bateria de um aparelho rodando o sistema operacional para aparelhos móveis da empresa, o Android, não estiver fornecendo 24 h de carga, há algo errado.

“Mas, ao invés de assumir responsabilidade pelo problema da plataforma que não administra adequadamente o consumo de energia de todo software que seus aparelhos podem rodar, Page cometeu o pecado capital de culpar os desenvolvedores de aplicações para Android. São os programas deles, e os usuários que os rodam o tempo todo, que consomem toda a bateria, e não o celular. Ai!”, comenta Goldman.

Então Goldman faz uma comparação entre o consumo de bateria de um computador desempenhando múltiplas tarefas simultâneas com o recém-anunciado suporte a multitarefa no iPhone OS 4.0. “Quando Steve Jobs anunciou a nova versão do sistema operacional do iPhone, o iPhone OS 4.0, ele revelou que a tão falada ‘multitarefa’ faria parte dele. Parece coisa para técnicos, mas a notícia essencialmente significa que o usuário do iPhone poderá abrir vários programas simultaneamente e alternar entre eles. É algo corriqueiro no desktop — porque ele está ligado a uma tomada na parede — ou no laptop — porque sua bateria é muito maior que a de um smartphone. Naturalmente que, com a Apple agora dando suporte à multitarefa no iPhone, imediatamente levantam-se questões sobre como isso vai afetar a bateria do aparelho e Jobs foi rápido em respondê-las: ‘É fácil implementar multitarefa de uma forma que consuma muita energia da bateria. Se você não fizer a coisa direito, seu celular vai ficar lento e a carga de sua bateria acaba rápido. Descobrimos como implementar multitarefa em aplicações de terceiros evitando tais problemas’, disse ele no mês passado”.

“Hmmmmmm. Eis aí a diferença entre Google e Apple no que diz respeito a inovação. Google: a vida da bateria de um aparelho Android é menor que a média e a culpa é dos desenvolvedores que suam tentando expandir a plataforma. Apple: identificamos um problema em nossa plataforma e criamos uma inovação para resolvê-lo, de modo que podemos ajudar vocês, desenvolvedores que suam tentando expandir a plataforma”, observa Goldman.

Leia mais no artigo completo de Goldman.

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5 comentários para “Google culpa desenvolvedores por baixo rendimento da bateria de aparelhos Android”
  1. Ipso Facto disse:

    Excelente artigo, exceto por um detalhe: Goldman quer fazer parecer que a multitarefa é um “problema” específico da plataforma da Apple. Na verdade, é um problema em qualquer plataforma, móvel ou não. A abordagem da Apple ao problema em sua plataforma móvel foi a melhor possível, enquanto que Google et al. — já que não podem copiar a solução da Apple — erroneamente aplicaram o conceito de multitarefa usado em sistemas operacionais para desktop em aparelhos de mão que, por design, têm escasso espaço para a bateria.

    A Apple deu ao resto do mundo o modelo para criar o smartphone moderno: um computador de bolso. As Googles da vida apressaram-se em copiá-lo o melhor que puderam, talvez baseadas no que suas toupeiras quatrolhudas foram capazes de enxergar. Em áreas do mercado nas quais a Apple não tinha pressa em entrar e por isso trabalhou com calma nos detalhes (cortar-copiar-colar, multitarefa, etc.), os artistas da imitação adotaram o estilo Microsoft de não pensar em como as coisas que estavam implementando afetariam negativamente o usuário.

    A Apple claramente lidera, enquanto Google, Microsoft, etc., seguem anos atrás. Enquanto a Apple emprega tempo extra para fazer as coisas direito (ou por causa de suas patentes), as imitadoras cegamente lutam entre si. Sem a mão da Apple para guiá-las, estão perdidas. “Perguntem-se se existiria algum Android se o iPhone não tivesse nascido, ou porquê não havia Android antes do iPhone” (leitor Jairo, 18 de maio de 2010).

    • Roberto disse:

      Que boa fase a Apple goza nesse momento. Pode não ser tão melhor quanto lá por 2007. Mas existe um crescente fenomeno que antes eu não tinha percebido, que é a crescente aversão e debandada dos produtos. Digo isso pois leio cada vez mais comentários de gente dizendo que vai abandonar a plataforma etc. Mas peraí, os numeros mostram o contrário, o numero de produtos Apple vendidos está aumentando. Acho que isso é verdade, talvez muitas pessoas estão comprando produtos Apple pela primeira vez só agora nesses ultimos anos. Mas os macmaníacos das antigas ou usuários que não concordam com a política atual da Apple estão pensando bem mais antes de decidirem por um Apple. Foi só uma reflexão.

      Agora a respeito da Apple ser lider, inovadora, ousada, e inventora dos smartphones, concordo com isso. E tem que aproveitar bem esse momento pois isso não dura para sempre. Não conheço nenhuma empresa que não teve nos altos e baixos da montanha russa. Não me lembro da Apple liderando nada lá em 2005, ok passado é passado.

      Em tecnologia Apple e Microsoft já viveram isso, só é dificil de prever exatamente quando será o proximo “baixo”, mas que ele virá pode ter certeza, pois como os fãs da Apple e os números de mercado afirmam a Apple lidera, inova, vende como nunca, ou seja, está no topo.

      Ipso Facto, você sempre tem uns comentarios bem embasados, e é hábil na palavra, só não fica bem quando você extrapola como chamar os engeheiros de outras empresas que não a Apple de “toupeiras quatrolhudas” seria como chamar os engenheiros da Apple de “hippies”, “metidos as espertos”, “bixo grilos”, “supercool” e mesmos “fanboys”. Esteriótipos não são legais. Foi só um toque, continue postando.

      • Roberto disse:

        Cometi um erro no meu comentário acima quando disse.”Não me lembro da Apple liderando nada lá em 2005, ok passado é passado. ” Me referi ao ano de 1995.
        Desculpem a confusão.

  2. Marcelo disse:

    O Android nasceu multitasking e claro, vai melhorar nesse quesito. O iphone ainda é papo.
    Jobs é bom de papo, também.
    Vamos ver o quão melhor o iphone os4 será nesse quesito que o froyo, o android 2.2.

  3. 01 disse:

    O iPhone também nasceu mutitasking… aliás… qq sistema é multitasking… a diferença é que a Apple simplesmente não deixou que o multitasking funcionasse.. Quem tem iPhone desde o lançamento sabe que com um jailbreak é possível mudar de aplicativo sem fechar o que esta usando, mas a experência é terrível e acaba com espetacular funcionamento do iPhone.

    Me diga, como uma pessoa que sequer sabe o que é multitasking iria lidar com isso? Certamente ao final de um dia de uso do aparelho deixaria uma leva de programas abertos consumindo recursos.. Agora, a proposta da Apple para o multitasking simplesmente contorna este problema com uma solução engenhosa e muito bem feita que evita tal problema, pois os programas ficam praticamente congelados.

    Não se trata de fanatismo. O OS do iPhone esta amadurecendo e ainda tem um longo caminho até que se torne algo tão sofisticado quanto um OSX (que já tem mais de 10 anos!).

    Android, é só uma copia que serve de salva-vidas a toda indústria de celular que se viu 25 anos atrás da Apple com seus OS medíocres de celular. O Androide vai fazer bonito, mas como o linux no desktop, não vai superar.

  4.  

 

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