Se o que lhe interessa é tamanho e formato, beleza, durabilidade da bateria, elegância e prazer em usar, então o iPhone 4 está chamando seu nome.
“Apesar da forte reação positiva inicial, ser a Apple ainda deve requerer nervos de aço. O iPhone não é mais o único concorrente que vale a pena. Aparelhos rodando o Google Android estão ganhando ótimas avaliações e trazendo recursos com os quais os donos de iPhone só podem sonhar. A loja de aplicações para Android está explodindo, múltiplos fabricantes estão concorrendo e a Google atualiza o software várias vezes por ano. A Apple só lança um modelo novo por ano, portanto é melhor que o novo iPhone seja mesmo muito bom para concorrer com isso. E é”, diz David Pogue no site do jornal The New York Times.
Sobre o fato de o iPhone 4 usar o mesmo processador personalizado projetado pela Apple para o iPad, Pogue é enfático: “É realmente muito rápido. Faz a diferença cada vez que você toca na tela sensível a toque”.
Ele observa que o iPhone 4 não é o primeiro a ter câmera tanto na frente quanto atrás do aparelho, nem o primeiro a fazer chamadas com vídeo, mas fazê-lo na nova versão do smartphone da Apple é diferente. “O iPhone 4 é o primeiro celular a fazer boas chamadas com vídeo, confiáveis, sem necessidade de assinaturas ou configurações e com um simples toque na tela. A qualidade de vídeo e áudio é ótima, com bem pouco atraso, e funciona logo na primeira tentativa todas as vezes. Esse recurso, chamado FaceTime, é a pura Apple”.
Mas ele lembra que esse benefício só funciona entre dois iPhones 4 com uma boa conexão Wi-Fi entre eles. “Ambas as limitações devem mudar com o tempo. Outras empresas de software estão livres para criar programas compatíveis com o FaceTime para outros aparelhos. E a Apple indica que no próximo ano você será capaz de fazer tais chamadas pelas ondas das redes celulares. Claramente, a Apple está dando à AT&T tempo para aprontar sua rede”.
“Com mais contraste, a nova tela [do iPhone 4] é excelente. Ela tem 4 vezes mais pixels que a anterior. Com 326 pontos por polegada, é a tela de celular mais nítida do mercado”, destaca Pogue.
“Agora, peculiar como pode parecer, as chamadas telefônicas sempre foram o ponto fraco do iPhone. Muitos passos eram necessários para fazer uma ligação. A qualidade do áudio não era o estado-da-arte. E, desde o dia 1, ligações derrubadas em várias grandes cidades levaram usuários a arrancar os cabelos. Com o iPhone 4, a Apple tentou aliviar esse tormento. O som está muito melhor em ambos os lados da chamada, em parte graças a um microfone que elimina ruídos e uma melhorada câmara de áudio (que também ajuda o altofalante e o som da música). A parte metálica do corpo do aparelho agora é parte da antena. (…) Será que isso vai significar o fim das ligações interrompidas em cidades como Nova York e São Francisco? Não, mas deverá diminuir”, avalia Pogue.
Ele conclui dizendo que o iPhone não é mais o rei dos smartphones, especialmente por causa das características abertas de rivais rodando Android. “Eles são mais complicados e sua loja de aplicações não é tão boa, mas têm recursos atraentes como instruções GPS turn-by-turn, reconhecimento de voz que dispensa digitação, baterias removíveis e a escolha da rede celular. Mas se o que lhe interessa é tamanho e formato, beleza, durabilidade da bateria, elegância e prazer em usar, então o iPhone 4 está chamando seu nome. Mas você provavelmente não precisaria de um artigo que lhe dissesse isso”.
Muito mais detalhes no extenso e altamente recomendável artigo completo de Pogue.
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Nao vejo a hora de obter tambem um aparelho igual a este, espero o mais rapido possivel adquirir. E muito bom este artigo parabens.