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Problema é a umbilical incapacidade da Microsoft em inovar. Empresa raramente inventou — e continua não inventando — algo de real relevância.

 

“Nortel Networks, Remington, Eastman Kodak: a lista de empresas de tecnologia que uma vez foram sensação e hoje estão moribundas ou são defuntas parecem como semáforos em uma estrada de ferro abandonada. Pode acrescentar a Microsoft nessa lista. Ela está a caminho da obsolecência. Nada pode ser feito. Ainda vai levar um bom tempo — talvez décadas —, mas essa empresa de US$ 200 bilhões está acabada”, diz Fabrice Taylor no site do jornal The Globe and Mail.

Segundo ele, o problema é a umbilical incapacidade da Microsoft em inovar. “Nos últimos três anos a empresa gastou cerca de US$ 25 bilhões em pesquisa e desenvolvimento. O que os acionistas tiveram para mostrar em decorrência desse investimento? O Windows Vista, um sistema operacional que os usuários furiosamente desinstalaram de suas máquinas dias após colocarem a incômoda besta em seus laptops? O Zune, o suposto concorrente do iPod e do iTunes? Kin One e Kin Two, a resposta da Microsoft aos smartphones? Após dois anos de intenso desenvolvimento antes de chegar às prateleiras, foram recolhidos e descartados em dois meses”.

Taylor aponta o fato de que a Microsoft na verdade raramente inventou algo de real relevância. “Ela não inventou o sistema operacional. Não inventou a interface gráfica. Não inventou a planilha eletrônica ou o processador de textos ou o navegador de Internet. Não inventou o console de games ou a ferramenta de busca ou o tablet ou o software de servidor. Em resumo: ela não inventou nada — ou pelo menos nada relevante. Que outra empresa de tecnologia na história da indústria inventou nada e sobreviveu por muito tempo? Muitas inventaram coisas muito legais e, ainda assim, não sobreviveram”.

Taylor observa que o fato de dominar cerca de 90% do mercado de sistemas operacionais e de ser uma jogadora de peso nos mercados de software de produtividade e de servidores não a livra da sina de ser uma perdedora em virtualmente qualquer outra coisa em que decida por a mão.

“Por que a Microsoft não consegue inovar? Isso pode mudar? Não, pois ninguém quer trabalhar lá. É como trabalhar em uma grande repartição burocrática: sufocante e estéril. Mais importante: ninguém enriquece com as opções de ações da Microsoft. Todos querem trabalhar na Apple ou na Google. A Microsoft não tem nenhum histórico de inovação e, portanto, nenhuma cultura que atraia gente inovadora. Isso é fatal em tecnologia, mesmo quando se domina o desktop. Gradualmente, tudo se move do desktop para tablets, smartphones e computação em nuvem. Nisso, a Microsoft tem pouco a oferecer. A longo prazo até seu domínio no desktop pode ser ameaçado”, destaca Taylor.

“A empresa tem que se orientar e começar a se comportar como uma utilidade: cortar custos, incluindo os de pesquisa e desenvolvimento, concentrar-se no que faz razoavelmente bem e dar aos acionsitas todo dinheiro que puder para maximizar seus retornos”, opina Taylor.

Leia mais no artigo completo de Taylor.

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5 comentários para “Microsoft percorre caminho dos dinossauros, diz The Globe and Mail”
  1. Ipso Facto disse:

    Finalmente o mundo está começando a acordar. 😉

    Dificilmente concordo com John Dvorak, mas há um ano ele disse algo de que ninguém pode discordar: fora das áreas de seu domínio, a Microsoft parece correr pra lá e pra cá feito barata tonta. Citando Dvorak, sobre a desorientação da Microsoft:

    — Anos atrás, na era pré-Internet, só se falava na AOL, daí a Microsoft tinha que copiá-la com o MSN. Nenhum dinheiro foi ganho com isso, nenhuma vantagem estratégica foi conquistada;

    — O navegador Netscape foi o sucesso de uma época em que Bill Gates chegou a dizer que a Internet era um modismo passageiro. Quando se deu conta da asneira que havia dito, a Microsoft chegou junto com um navegador distribuído de graça. Nenhum dinheiro foi ganho. A estratégia trouxe encrencas para a empresa com os caçadores de cartéis dos governos americano e europeu;

    — Nos primeiros dias da Internet, novas publicações online apareceram. A Microsoft decidiu tornar-se uma editora também, lançando uma avalanche de edições online que incluiam uma revista de informática e outra para mulheres. Todas foram extintas;

    — Livros eletrônicos tornaram-se populares. Então a Microsoft lançou a Microsoft Press. Após um período de sucesso inicial, a empresa logo perdeu interesse nisso e a divisão agora agoniza;

    — O brinquedo robótico Teddy Ruxpin se tornou um sucesso. Então a Microsoft lançou alguns brinquedos similares, incluindo o horripilante dinossauro roxo Barney que cantava “Amo você, você me ama”. A empresa logo perdeu o interesse nisso e se desfez da coisa toda;

    — Surgiu a AOL TV, junto com outros mecanismos de distribuição de canais de TV, nos anos 1990. Então a Microsoft criou sua divisão de TV, bem como um aparelho. Logo perdeu o interesse nisso também;

    — O Adobe Photoshop tornou-se um enorme sucesso, então a Microsoft contratou Alvy Ray Smith para desenvolver um software editor de fotos. Smith foi demitido quando a empresa perdeu interesse na idéia;

    — Yahoo e Google mostraram que uma ferramenta de buscas pode ser uma máquina de fazer dinheiro, então a Microsoft copiou a idéia. Hoje ela tem o Bing;

    — Aplicações em nuvem atualmente são uma tendência, junto com noções sobre software como serviço. A Microsoft decidiu que deveria entrar nesse negócio também (agora, um ano depois, nenhum passo perceptível foi tomado);

    — A Apple chegou com um tocador MP3, o iPod. Então a Microsoft veio com seu próprio tocador MP3, o Zune: um colossal fracasso. A empresa agora diz que quer transmitir música;

    Dvorak citou também outras incursões mal sucedidas, incluindo automação doméstica, sistemas operacionais para celulares, ferramentas para web design e outros casos que demonstram uma necessidade quase compulsiva de pular de uma idéia para outra (acrescente-se os natimortos smartphones Kin One e Kin Two e temos mais um ítem na lista de iniciativas fracassadas).

    Vários e vários autores de diferentes fontes são unânimes em afirmar que, teimando em prender-se as suas duas únicas galinhas dos ovos de ouro — Windows e Office — e sendo incapaz de inovar em outras áreas que definem a atual tendência da tecnologia (tablets, smartphones e a nuvem, por exemplo), a Microsoft está perdendo o bonde da história e percorrendo o caminho dos dinossauros. Ela não vai sobreviver de Windows e Office por muito tempo. Pode levar décadas, como disse Taylor, mas, se a empresa não acordar e conseguir estabelecer-se em uma ou mais áreas novas, terá o mesmo destino deles.

    Vida longa a Steve Ballmer como CEO da Microsoft. 😉

    Atenção para os deslumbrados de Ballmer citando trocentos zilhões de cópias do Windows 7 vendidas como prova da “inovação” da Microsoft a começar em 3… 2… 1…

  2. Gian disse:

    Quanta lamera…

    Essa lenga-lenga MSxApple ja deu. To usando Linux nas aplicações que me são possíveis e torcendo para que um dia somente o software livre exista (no momento estou no rWindows, mas é mero acaso).

    Pelo menos nesse ramo, as pessoas não ficam torcendo por empresas que so se enriquecem mais vendendo produtos que não precisamos e, so pq lançam, queremos comprar e “passamos a precisar”, mas as pessoas defendem açoes de pessoas que tem boa vontade de fazer o melhor possivel sem cobrar por isso.

    • Johnny Bravo disse:

      Gian,

      Felizmente o mercado tem uma visão diferente da sua. Prova disso é que, se gratuidade e boa vontade fossem sinônimos de qualidade, SO nenhum bateria o Linux.

      Tenho a versão mais recente do Linux Ubuntu (que dizem ser a melhor distribuição Linux e de interface mais amigável) instalada no meu Mac e que uso para fazer algumas coisas. Portanto, como conhecedor de ambas as plataformas, posso dizer que o Linux ainda tem que comer muito arroz com feijão para alcançar a intuitividade, facilidade de uso e elegância do Mac OS X. Não por acaso, o OS X não é desenvolvido por gente de boa vontade, e sim por uma empresa comercial que visa lucro — e MUITO lucro.

      E daí que visa lucro? Não estou nem aí para essas questões ideológicas periféricas terceiromundistas. O que me interessa é qualidade. Uso Mac por isso. Como diz o velho ditado, qualidade tem seu preço. Na minha opinião, o Mac vale cada centavo que custa a mais, por isso fiz questão de comprar um pagando em 12 x sem juros no cartão. É uma máquina que só me dá satisfação, tanto como o Ubuntu não me dá (e o Ubuntu já era meu SO padrão antes do Mac).

      O que você chama de “lenga-lenga MS x Apple” é só uma forma de confrontar uma empresa que visa quantidade com uma que mira a qualidade. A Apple não está nem aí para quantidade. Ela nunca teve essa megalomania tipicamente microsoftiana de querer dominar o mundo (como aquele camundongo Cérebro do desenho). O que ela faz é para fazer bem feito, não para vender para as massas. Isso, aliás, explica porquê, entre Linux e OS X, este tem uma participação no mercado mundial cinco vezes maior que o Linux, que há anos patina num insignificante 1%. Você deveria se perguntar porquê o Linux não decola mesmo sendo grátis e feito por gente de “boa vontade”.

      E, como sonhar não custa nada, pode sonhar à vontade com a predominância do software livre. O Linux já existe há tempo suficiente para provar que a idéia não é viável. Só não vê quem não quer.

    • Zumbi dos Palmares disse:

      Essa lenga-lenga MSxApple ja deu.

      Curioso, não vi comparação entre Apple e Microsoft em lugar algum, seja no artigo ou no comentário do Ipso. Acho que o Gian está vendo coisas.

  3. Dee disse:

    Tens razao Ipso. Levara decadas. Espero que estejas vivo para comemorares.

  4.  

 

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