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Senador deveria empregar seu tempo “arrumando a economia ao invés de ficar ameaçando uma das corporações mais bem sucedidas, visionárias e centradas no consumidor”.

 

“Um dos lugares mais perigosos da Terra, como tem sido frequentemente observado, é o espaço entre o senador Chuck Schumer (do estado de Nova York) e uma câmera de TV. Por isso, não é surpresa que, por meio de uma lamuriosa carta a Steve Jobs, sua desgastada máquina de propaganda o esteja inserindo na altamente elevada novela de um celular que nem sempre funciona perfeitamente. Não é surpresa, mas é perturbador. Profundamente perturbador”, diz Bob Evans no site da revista InformationWeek.

“De um lado, visto puramente pelo valor de face, a última cartada de Schumer em busca de publicidade e notoriedade nada mais é que um truque barato que o coloca em algum lugar do espectro ‘olhe pra mim!’ entre Perez Hilton e Jersey Shore Snooki. (…) Sua última incursão nas operações do mercado livre não são engraçadas nem tidas como mero trabalho trivial de um bisbilhoteiro mercenário tentando desesperadamente parecer relevante. Porque, se você acha que Chuck Schumer e outros políticos não usarão essa comoção que cerca o iPhone 4 como oportunidade para se meterem profunda, agressiva e ruinosamente no negócio de TI, é porque você não viu o que tem acontecido na saúde, na indústria automobilística, nos bancos, nos seguros, no (antigo) negócio de bolsas de estudo e no de hipotecas”, denuncia Evans.

“Quando um membro do senado americano — um que não só implora pela luz dos holofotes como também concentra incrível poder — começa a se meter no setor privado de maneiras que nada têm a ver com o trabalho de legislar do senado, onde isso vai parar?”, questiona Evans.

“Temos aqui um político de carreira — que em sua vida profissional fez coisa alguma de valor, criou zero empregos e cuja ‘marca’ está, junto com a de todos os seus colegas congressistas de ambos os lados, amargando recordes de impopularidade — se pronunciando e implicitamente ameaçando o diretor-presidente de uma empresa fenomenalmente bem sucedida e admirada que não violou nenhuma lei, estatuto ou diretriz. Mas, no assimétrico ponto de vista de Chuck Schumer, o que Steve Jobs fez foi construir uma plataforma na qual subir e ser ovacionado pelo público e nosso herói do senado quer encontrar uma brecha nela. Por isso, em sua patética tentativa de posicionar-se como amigo do consumidor, protetor dos fracos e indefesos e campeão de todas as causas grandes e nobres, tenta intimidar Jobs com avisos condescendentes e ameaças implícitas”, critica Evans.

“Meus amigos, é assim que tudo sempre começa: com um nariz de camelo dentro da tenda (embora eu deva dizer que, neste caso, uma metáfora mais apropriada incluiria um cavalo ao invés de camelo, além de uma parte maior e do lado dorsal da anatomia ao invés do nariz). E, uma vez começado, é virtualmente impossível parar. É essa a indústria que queremos nutrir? Do fundo do meu coração, espero que não. Eis porque também espero que Steve Jobs diga ao senador Schumer que cale a boca e empregue seu tempo arrumando a economia ao invés de ficar ameaçando uma das corporações mais bem sucedidas, visionárias e centradas no consumidor, que todos os dias agrega mais valor aos mercados americano e global do que Chuck Schumer e sua intrusiva espécie jamais conseguiriam fazer”, diz Evans.

Leia mais no artigo completo de Evans.

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Um comentário para “InformationWeek: Jobs deveria mandar o senador Schumer calar a boca”
  1. Ipso Facto disse:

    Eu não teria dito melhor. 😉

    Agora, falando francamente, desconfio seriamente que o motivo pelo qual muitos eleitores elegem certos bufões (de todos os partidos) para o congresso (qualquer um) é simplesmente para não ter que vê-los de volta em suas cidades de origem. “Que fiquem no zoológico de Brasília” (ou, naquele caso, no de Washington) parece ser a única razão lógica para votar em certos oportunistas egomaníacos que pensam que foram mandados para lá para serem servidos pelo povo ao invés de servirem ao povo.

    Vida longa à chamada Lei da Ficha Limpa. É uma luz no fim do túnel.

  2.  

 

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