Descoberta aplicação distribuída pela loja online de aplicações para Android que coletou dados privados de milhões de usuários e os enviou a um servidor na China.
“Uma aplicação distribuída pela loja online Android Market, da Google Inc., coletou dados privados de milhões de usuários e os enviou a um servidor na China, validando convincentemente a forte política de segurança da App Store do iPhone”, diz Daniel Eran Dilger no AppleInsider.
Segundo ele, o código malicioso — que não foi o primeiro a aparecer na loja de aplicações para celulares da plataforma Google Android — estava embutido numa aplicação que se apresentava como um inocente baixador de papéis de parede grátis e foi baixada entre 1 e 4 milhões de vezes (o número exato não é conhecido, pois a Android Market não oferece dados precisos).
“A aplicação coleta o histórico de navegação do usuário, mensagens de texto, número do cartão SIM do celular, identificação do assinante e até a senha do e-mail de voz. Ela envia esses dados ao site www.imnet.us, que é de propriedade de alguém em Shenzhen, China”, relata Digler.
“O roubo desses dados só foi descoberto posteriormente, por meio de investigação forense conduzida pela firma de segurança em mobilidade Lookout, que vende software de proteção contra virus e malware para aparelhos Android, Windows Mobile e BlackBerry. O problema foi anunciado na conferência Black Hat Security, que acontece em Las Vegas”, informa Dilger.
Leia mais, incluindo explanação do porquê o método de aprovação e controle de aplicações na iTunes App Store é mais seguro, no artigo completo de Dilger.
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Artigo publicado em quinta-feira, 29 de julho de 2010 às 13:40 e arquivado em Notícias. Comentários a este artigo podem ser verificados através do feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário ou fazer um trackback de seu próprio site.
Não se preocupem, pilantras virtuais e fabricantes de antivirus: a Google está pronta para ajudá-los em sua transição do mundo pós-Windows para esse novo e arriscado modelo de negócio de plataforma aberta e sem controle.
Interessante notar que quem opta por um modelo desses se acha muito esperto e enche a boca para falar em “liberdade”. Mas o mundo real tem provado na prática que esperto mesmo é quem não cai nessa ladainha e opta pelo fechado iPhone. E daí que a plataforma é fechada? Importa é que seja segura e de qualidade. Se liberdade e abertura fossem sinônimos de qualidade, sistema operacional algum seria mais popular que o Linux.
Um trabalho de mera cópia como o feito no Android é derivativo por natureza e sempre estará abaixo da curva (o Linux que o diga). A única diferença entre Android e Windows é que o primeiro não vem com uma salgada etiqueta de preço.
Como referência a quem está realmente interessado em se aprofundar no assunto, recomendo fortemente a leitura atenciosa do artigo Quando o Fechado É Melhor que o Aberto: Apple x Google, do Seeking Alpha (29/07/10).
Nossa, que idiotisse esse comentário. Só esqueceu de dizer que o OSX tem seu núcleo derivado de um sistema aberto chamado Darwin, que é baseado em um sistema aberto chamado FreeBSD.
Sobre o Linux, apesar de poucos e inteligentes usuários o colocarem em seu desktop, lembre-se que a Web em si é movida quase completamente por servidores rodando algum Linux. Aliás, os sistemas que fazem a web de fato funcionar – os DNS Servers – também são baseados em um software de código aberto.
Informe-se antes de querer comparar qualquer coisa. Ahhh, é preciso lembrar daquela fiasqueira da ATT também, onde dados de usuários de IPhone (só de IPHONE) foram expostos e ficaram à mercê de qualquer um.
Nossa, que idiotice a “idiotisse” desse comentário (idiotice é com “c”). Eu já imaginava que um sem noção desse iria aparecer.
Vamos lá:
E você, que se acha tão esperto, esqueceu de fazer a lição de casa. O Mac OS X é uma adaptação desse núcleo, que é aberto, mas o que foi feito em cima dele não é. E não é de graça. O OS X é um programa comercial protegido por copyright cuja violação pode sujeitar o infrator às penas da lei (procure saber o que aconteceu com a Psystar, por exemplo).
O que a Apple fez com o núcleo Unix do OS X é o mesmo que a Conectiva fazia com o Linux: adaptou o núcleo e criou sua própria versão comercial dele.
O desenvolvimento do OS X não é feito por voluntários abnegados, como é no Linux, e sim por um time de engenheiros de software contratados a peso de ouro. A Apple pode fazê-lo porque é uma empresa comercial que visa lucro. O OS X não é grátis. O resultado é um sistema operacional cuja interface, intuitividade e facilidade de uso colocam qualquer distribuição Linux no chinelo. É um dos motivos que tem ajudado o Macintosh a bater recorde atrás de recorde de vendas há anos, enquanto o Linux continua patinando no seu irrisório 1% de participação no mercado também há anos. O motivo não é outro senão o apontado pelo Ipso Facto: liberdade nunca foi sinônimo de qualidade.
Em momento algum o Ipso Facto falou do Linux no servidor, e sim no desktop do usuário doméstico. Era disso que ele estava falando, caso não tenha percebido. Em termos de participação no mercado não-servidor, o Linux sempre foi e continua sendo um fiasco. E a razão disso é simples: não é um sistema prático, nem fácil de usar, nem intuitivo (tenho o Ubuntu 10 em meu Mac, para sua informação). Linux pode ser bom para escovadores de bits, mas não para o usuário doméstico leigo, que não é técnico como o que administra servidores. Esse usuário não o adotou por um motivo e não é por ser burro. Ele prefere pagar por um sistema comercial ao invés de ter o Linux de graça. Vejamos se você é esperto o bastante para descobrir o porquê.
Não sei se você é sonso mesmo ou está só se fazendo…
Primeiro: a “fiasqueira” foi da AT&T, não da Apple.
Segundo: não aconteceu devido ao caráter aberto e sem controle da plataforma iPhone, ou seja, não aconteceu porque qualquer um pode colocar todo tipo de lixo para ser distribuído na loja online oficial da plataforma. Essa é a vantagem de se fechar o sistema: o risco de acontecer esse tipo de porcaria é muito menor. A notícia que estamos comentando representa a segunda vez em que o usuário do Android ficou exposto a malware na própria loja oficial da plataforma. O problema é mais grave que o ocorrido no caso da AT&T por ter sido perpretado por hackers maliciosos, envolve dados bem mais sensíveis e afeta muito mais gente.
Olhe-se no espelho antes de dizer isso, sim? Você não está lidando com ignorantes aqui.
Haha…
http://macmagazine.com.br/2010/07/29/estudo-indica-que-milhares-de-apps-para-iphone-possuem-acesso-direto-a-dados-de-usuarios/
Não li em lugar algum da notícia a informação de que essas aplicações roubam senhas, números de cartões SIM e outros dados sensíveis para enviar para algum servidor obscuro na China. Esse “privilégio” é exclusividade do Android, que distribui malware em sua loja online sem qualquer controle. Como disse o Alfredo nos comentários dessa notícia, “cadê a lista dos aplicativos maliciosos e o tipo de acesso não autorizado que eles efetuam?”
Haha pra você também!
Calma, Johnny! Poderia ser um pouco menos “Bravo”.