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Eles esperam que novas medidas de contenção da pirataria no ambiente Android aplicadas pela Google ajudem a conter o problema.

 

“A Google Inc. anunciou recentemente novas medidas para ajudar os desenvolvedores a combater a pirataria de aplicações para o Android”, diz Jay Yarow no The Business Insider.

“É uma coisa boa, pois David Peroutka, diretor da desenvolvedora de jogos para Android Hexage, diz que a pirataria de suas aplicações passou do teto. (…) Na Ásia, 97% dos usuários de jogos usam uma cópia ilegal [do ‘Radiant’, jogo da Hexant]. Na América do Norte, a taxa de pirataria é de 43%. Na Europa, de 70%”, conta Yarow.

“Enquanto [os números da Hexant] sugerem que as vendas poderiam ser três vezes maiores sem a pirataria, Peroutka diz que ‘muitas pessoas que usam cópias ilegais não comprariam as aplicações se tivessem que pagar por elas’, mas ele acha que a proteção da Google contra pirataria deve aumentar as vendas”, observa Yarow.

“A Apple não sofre com o problema da pirataria dessa forma. Para conseguir um jogo pirata para o iPhone, o usuário tem que desbloqueá-lo. No Android, diz Peroutka, ‘pode-se baixar o arquivo APK no PC, copiá-lo para o aparelho e então instalá-lo usando um gerenciador de arquivos. É muito simples'”, informa ele.

Leia mais no artigo completo de Yarow.

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3 comentários para “Pirataria no Android custa caro aos desenvolvedores”
  1. Azibael disse:

    Esperando a noticia de que o Android passou o iPhone nos EUA pra fazer algum comentário.

    • Johnny Bravo disse:

      Ué, por que não comenta agora mesmo então?

    • Johnny Bravo disse:

      Já que não quis, comento eu no seu lugar.

      Essa informação é de uma pesquisa da NPD com usuários acima de 18 anos que relataram ter comprado um celular. A NPD não pesquisa vendas feitas no setor corporativo. Essa pesquisa cobriu apenas as vendas do segundo trimestre de 2010, sendo que o iPhone 4 foi lançado em 24 de junho, sete dias antes do fim do trimestre pesquisado pela NPD.

      Como era de se esperar, a notícia está sendo amplamente regurgitada pela mídia papaclique, por concorrentes/críticos da Apple e fanboys do Android. Para estes, aliás, desejo boa sorte tentando encontrar um outro período no qual maciços vazamentos de notícias sobre um modelo de iPhone de próxima geração possam ser usados para fazer o Android PARECER melhor sucedido que o iPhone num mercado de operadora exclusiva.

      Isso, claro, excluindo-se as vendas corporativas. Segundo executivo da AT&T, 40% dos iPhones vendidos vão para empresas:

      http://www.zdnet.com/blog/btl/at-t-exec-4-out-of-10-of-our-iphone-sales-to-enterprises/35145

      Se houvesse uma pesquisa da NPD ou qualquer outra empresa de pesquisa de mercado contabilizando também as vendas para o setor corporativo, a mídia papaclique, os concorrentes/críticos da Apple e os fanboys do Android não teriam o que festejar. Aliás, já não têm mesmo.

      Portanto, é altamente improvável que o próximo modelo de iPhone vaze no trimestre que antecede seu lançamento, nem também é provável que o iPhone ainda esteja preso a uma operadora única nos EUA em qualquer futuro trimestre que anteceda o lançamento de um novo modelo de iPhone. Em outras palavras, aproveitem bem o gostinho dessa efêmera “vitória”, Android freaks. Admitam vocês ou não, o que vocês realmente querem é um iPhone…

      http://digitaldaily.allthingsd.com/20100524/verizon-stands-to-sell-7-8-million-iphones-a-year/

      …ao invés dessa imitação que está potencialmente violando a propriedade intelectual da Apple (lembram do processo contra a HTC?), tem 1/3 das aplicações (que geralmente são de pior qualidade), um ínfimo mercado de acessórios, não tem iPod embutido, não é compatível com o iTunes (música, filmes, programas de TV, podcasts, livros, iTunes U, etc.), não tem o recurso de chamada por vídeo FaceTime e sofre com telas opacas e imprecisas:

      http://news.yahoo.com/s/ytech_wguy/20100608/tc_ytech_wguy/ytech_wguy_tc2458

      http://www.electronista.com/articles/10/03/24/robot.test.shows.apple.htc.best.at.touch.accuracy

      Haha!

  2.  

 

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