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Todos os argumentos são favoráveis ao PC e contrários ao Mac, donde fica fácil deduzir — sem necessidade de ler o que a empresa escreveu — que a argumentação não é equilibrada e não diz ao leitor toda a verdade.

 

Por MARCELO TODARO
Editor

Tá bom que no Brasil não há mesmo muita escolha. O Mac custa caríssimo — culpa da “política maluca de taxação superalta” imposta pelo (des)governo brasileiro, nas palavras do próprio Steve Jobs — e só por isso não é mais popular, resultando no fato de que muita gente sequer ouviu falar de um tal “Méquintoche” da “Êipou”. Para esses, portanto, o assunto não passa de conversa de gente doida, mas não é para eles que este artigo é direcionado, e sim para quem se interessa em fazer comparações e gosta de analisar estratégias de marketing — especialmente as costumeiramente desastrosas estratégias da Microsoft.

Publicidade: As melhores ofertas de produtos Apple

A empresa de Steve Ballmer acaba de divulgar em seu site uma nova página em que se propõe a dar uma mãozinha a quem está indeciso entre comprar um PC com Windows e um Mac. Como era de se esperar, todos os argumentos são favoráveis ao PC e contrários ao Mac, donde fica fácil deduzir — sem necessidade de ler o que a empresa escreveu — que a argumentação não é equilibrada e não diz ao leitor toda a verdade. Este artigo tem, portanto, a missão de mostrar ao leitor o outro lado da moeda que não convém à Microsoft que seja conhecido.

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que a empresa está promovendo um produto que ela nem sequer produz: computadores. Ela só vende sistemas operacionais (que nem sempre operam muito bem) e software que, em sua maioria, só roda no sistema operacional dela. Não PCs. Além disso, ela não diz ao público que, para quem precisa, seu sistema operacional roda no Mac também.

Analisemos alguns de seus argumentos mais profundamente, a começar por este: “Divertindo-se: quando for a hora do filme, dos jogos e da TV em alta definição em qualquer lugar da casa, os PCs estão prontos para funcionar“.

Tradução: os desenvolvedores produzem mais jogos para PCs, portanto você deve comprar um PC. Mas o fato é que, se você comprar um Mac, tem múltiplos computadores em um e é perfeitamente capaz de rodar os mesmíssimos jogos que rodaria num PC/Windows, além de qualquer outro programa para Windows. Sim, o Mac é o único computador capaz de rodar a maior biblioteca de software do mundo, ou seja, pode rodar programas para Mac, Windows, Linux, Solaris, BeOS, Unix, etc., etc. Mas, por alguma razão, a Microsoft quer limitar o usuário às opções de computadores e laptops (especialmente estes) montados com parafusos, ao invés do belissimamente projetado MacBook monobloco (sem parafusos), cujo gabinete dura, dura, dura…

Simplicidade: intuitivo, familiar e fácil de usar, o PC faz o que você quer: ele simplesmente funciona.

Há muito tempo, quando Steve Jobs passou um período fora da Apple, um despreparado vendedor de ar quente assinou com ela um contrato porcamente formulado que dava à Microsoft o direito de copiar o Mac OS ad infinitum. Daí surgiu uma cópia de sistema operacional que obrigava o usuário a aprender a fazer as coisas de maneira diferente da ideal para interfaces humanas. Depois que a massa de usuários habituou-se a isso, passou a confundir familiaridade com superioridade e a defender a tese de que essa cópia do Mac OS é melhor que o original do qual foi copiado, preferindo manter-se refém desse modo inferior de fazer as coisas por mera comodidade. Não por isso, ora: o Mac também roda essa cópia, portanto pode-se instalá-la nele sem estar limitado a um hardware de commodity.

Trabalhando duro: os PCs sempre estão prontos, desejosos e — mais importante — capazes de trabalhar nas empresas.

Novamente, de novo, mais uma vez, outra vez, repetindo: o Mac também roda Windows, seja nativamente ou via virtualização rápida, para qualquer pedaço de software de que as empresas eventualmente precisem, não sendo necessário limitar-se a um PC/Windows. Não por acaso, muitas empresas estão descobrindo justamente isso:

Compatibilidade: a maior parte do software é desenvolvida para PCs e seu PC ainda vai funcionar com seus tocadores MP3, celulares, câmeras e outros aparelhos.

Imagine que você é dono de um restaurante e um punhado de empresas lhe oferece máquinas de refrigerante que só servem Pepsi. Elas insistem que você deve comprar o produto delas, os quais, aliás, têm defeitos e falhas que permitem a contaminação do refrigerante com virus e bactérias nocivas à saúde do consumidor (qualquer semelhança com o mundo Windows NÃO é mera coincidência). Além disso, por características intrínsecas ao funcionamento dessas máquinas, a cada dia de uso elas servem Pepsi mais e mais devagar. Mas aí aparece a Coca-Cola oferecendo-lhe uma máquina de refrigerante de fabricação própria capaz de oferecer uma solução verticalmente integrada. Como máquina e refrigerante foram feitos um para o outro, o resultado é a oferta de uma bebida cuja carbonatação e temperatura são sempre ideais à degustação, além de estar permanentemente imune à contaminação pelos agentes infecciosos que miram o produto da Pepsi. Como se não bastasse, a máquina da Coca-Cola também pode servir Pepsi, Guaraná e outros à sua escolha.

Qual das duas você escolheria?

Escolha: opte pela cor de sua preferência. Azul marinho, branco ou cinza? Os PCs oferecem a maior variedade e opções para adequar-se ao seu estilo e bolso.

O Mac não limita o usuário a um subconjunto da maior biblioteca de software do mundo. Muitas categorias de software são lideradas por aplicações exclusivas para Mac, fato que a Microsoft convenientemente omite em sua propaganda. O Mac sem limitação de opções de sistema operacional dura mais, mais que se pagando ao longo do tempo.

A Microsoft está tão perdida que sequer entende o que vende. Independente do computador em que roda, é o Windows que dá dinheiro a ela. Por que a Microsoft quer limitar seus usuários a PCs baratos incapazes de rodar as melhores aplicações do mundo e mantê-los permanentemente presos a um estado de insegurança? Porque ela tem medo: quando as pessoas experimentam o Mac, percebem quão superior ele é e, eventualmente, param de comprar PCs/Windows. É como diz Paul Thurrott, apologista roxo da Microsoft, em seu SuperSite for Windows: “Há algo inerentemente menos interessante em qualquer produto que seja em essência uma cópia de outro, pois as empresas que os fazem não são líderes, são seguidoras”. O mesmo Thurrot-apologista-roxo-da-Microsoft também disse: “Os usuários de Mac OS fizeram uma escolha tecnológica consciente e, portanto, são geralmente melhor informados que os outros”.

Não é por acaso que os maiores defensores do Mac são ex-usuários de Windows. Eu sou um deles.

Um último comentário: esqueça essas comparações bobas (e por vezes infantis) entre PCs e Macs em termos de processador, memória, placa de vídeo, etc., como quem diz “meu pirulito é maior que o seu”. A Apple não está interessada em concorrer com o PC nesses quesitos. Se ela quisesse brigar com o mundo PC em velocidade etc., poderia tranquilamente. Tecnicamente falando, fabricante de PC nenhum faz o que ela não poderia fazer. O detalhe é que o paradigma da Apple é outro.

Há quem diga que nenhuma máquina Apple é “topo de linha” como alguns poderosos PCs. Os computadores Apple são realmente topo de linha para quem compreende o valor do Mac OS X. Os apologistas do PC vivem “esquecendo” esse importante detalhe porque, para eles, hardware e software sempre andam dissociados. Não faz parte da cultura do mundo PC o modelo de integração vertical adotado pela Apple, ou seja, não existe hardware e software feitos um para o outro exclusivamente. Por isso, quem compra Mac não está interessado em saber se ele tem velocidade de foguete, e sim em quesitos em que o Mac é imbatível: estabilidade (garantida pela integração vertical), elegância da interface, facilidade de uso, feroz atenção aos detalhes, maior valor de revenda, menor custo total de propriedade, imunidade contra o inferno astral dos virus e malware que atormentam o mundo Windows, dentre outros. Não é à toa que, embora ainda pequena, a participação do Mac no mercado global de computadores cresce ano após ano, erodindo pouco a pouco a base de usuários do Windows. Isso não é sem motivo — e esse motivo não é o tamanho do pirulito que o usuário lambe.

Isso sem contar com o novo paradigma da computação móvel, no qual a Microsoft sequer é notada e quem dá as cartas é a Apple com sua versão adaptada do Mac OS X. Cadê o equivalente móvel do Windows? Amargando péssimas avaliações. Não é por acaso que, na computação do futuro, a Microsoft já é um fracasso. Mas isso a propaganda dela não diz, certo? 😉

Usuário de Windows: saia dessa vida, experimente um Mac!

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Fuja do lugar comum: venha para o AppleMania!

 

10 comentários para “Microsoft quer ‘ajudar’ usuário a decidir entre PC e Mac”
  1. Ipso Facto disse:

    Eu não teria dito melhor. 😉

  2. Zumbi dos Palmares disse:

    A Microsoft quer me ajudar a escolher? Mas ela já me ajudou. Por isso uso Mac. 🙂

  3. Jairo disse:

    Gosto quando a MS menciona drives Blu-ray. O Xbox 360 também não tem, ahahah! 😀

    Ela também não fala nas correções semanais de defeitos no seu sistema.

    Nem nas varreduras diárias por virus no sistema.

    Nem no bloatware embutido nessas variadas cores.

    Em linhas gerais, foi por isso que escolhi o Mac.

  4. Caio disse:

    Alguns dos programas de ponta para aplicações profissionais não rodam no Windows. Por exemplo, não existe versão para Windows do Final Cut Pro. Nem do Aperture. Nem do Logic Studio. Nem do Sedna Presenter. Nem do Lightspeed da Xsilva. Nem do Delicious Library. Nem…

    Mas quem não se importa em usar software escrito segundo os paradigmas da década de 90 por desenvolvedores incapazes de reconhecer a diferença entre uma idéia nova e a necessidade de mudar de idéia, é melhor mesmo que fique preso ao Windows.

    Quem quer facilidade de uso, não quer ter dores de cabeça cada vez que se liga ou reinicia a máquina, quer um dos melhores sistemas de firewall já criados para um sistema operacional, então essa pessoa quer um Mac. Quem não acredita, é só experimentar um para ver.

    Agora, cá pra nós, o marketing da Microsoft tá cada dia pior. Cada nova tentativa de se promover é mais hilária que a anterior:

    http://themacadvocate.com/2010/08/09/the-microsoft-marketing-deathray-once-again-fully-operational/

    Recomendo a leitura. 🙂

  5. Jr. disse:

    Meu comentário favorito vem da parte em que falam do hardware:

    “On a Mac, out of the box, you can only encrypt your home folder. With Windows 7 Ultimate, you can encrypt your entire hard drive and even USB drives. So your stuff can be safer wherever you go.”

    A *ÚLTIMA* coisa que vou querer na vida é encriptar minhas aplicações. Só se for para enlouquecer com a perda de desempenho da máquina.

    Essa Microsoft é mesmo uma sem noção…

  6. Victor disse:

    Notaram que a Microsoft copiou até o mote “simplesmente funciona” padrão do Mac?

    Caramba, essa empresinha chulé não tem vergonha na cara?

    Isso me lembra o SBT de Sílvio Santos. Houve época em que eles tiveram a cara de pau de anunciar em sua programação algo assim: “Às X horas, na Globo tem programa tal. Se você não gosta desse programa, no SBT tem programa tal”.

    A Microsoft vai pelo mesmo caminho. RIDÍCULO!

  7. Observador disse:

    A Microsoft está desesperadamente tentando imitar o jeito Apple de ser legal do qual tem tanta inveja e pelo qual pagaria uma fortuna se estivesse à venda. Mas, mesmo se pudesse comprá-lo, não teria competência para usá-lo. Não sem se deixar levar pelo estilo MS de tentar dominar o mundo típico de tudo em que põe a mão.

    A MS deveria aprender a realidade da competição, como todo mundo faz. Seria bom para ela.

  8. Johnny Bravo disse:

    Por que a Microsoft quer limitar o usuário ao uso de PCs baratos? Porque a única maneira de manter seu domínio em sistemas operacionais é por meio do volume de vendas de licenças OEM. Quantos usuários efetivamente pagaram por cópias não OEM do Windows 7? Dos usuários de PC com Windows 7 que conheço, TODOS estão usando cópia pirata!

  9. Shirley disse:

    O editor disse: “quando as pessoas experimentam o Mac, percebem quão superior ele é”. Assino embaixo. Sou engenheira e comprei meu primeiro Mac há dois anos. Nunca me arrependi. Quando me lembro dos anos que desperdicei usando o Windows vejo como eu era cega. Eu saltava de uma tela azul da morte para outra, tinha travamentos constantes, era obrigada a ficar reinstalando o Windows porque ficava lento ou cheio de problemas e me conformava achando que as coisas simplesmente tinham que ser assim. Quando decidi comprar meu primeiro Mac, percebi o quanto eu estava cega! Foi como deixar de enxergar o mundo em tons de cinza para passar a vê-lo colorido (e em alta definição!). Não consigo ver qualquer razão para um dia voltar a usar Windows novamente.

  10. Sérgio Yuri disse:

    “Compatibilidade: a maior parte do software é desenvolvida para PCs e seu PC ainda vai funcionar com seus tocadores MP3, celulares, câmeras e outros aparelhos.”

    Fico imaginado de que cor é o céu no Planeta Microsoft…

    Há alguns anos tive que configurar um PC HP rodando Windows XP Pro como servidor de impressora para uma nova impressora HP com placa de rede e gastei HORAS tentando fazer o computador enxergar a impressora, sem sucesso.

    Então me lembrei que a Apple tinha o Bonjour para Windows. Baixei-o, instalei-o e… voilá! Lá estava a impressora sendo vista pelo PC.

    Me cansei de desperdiçar meu precioso tempo tentando fazer as coisas funcionarem no Windows. Nunca tive dor de cabeça semelhante no Mac.

    Windows, nunca mais!

  11.  

 

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