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O mau desempenho do valor de cada marca no primeiro semestre do ano tem uma causa em comum: a Apple.

 

“Tem sido um ano difícil para os que estão no negócio de marcas das grandes corporações. Investigações da SEC, maciços recalls de produtos e vazamentos de petróleo (dentre fatores mais tradicionais, como concorrência e vendas em baixa) têm causado danos às reputações, bem como ao preço das ações, de algumas das mais bem conhecidas empresas [do mundo]“, diz Douglas McIntyre no DailyFinance.

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“Calcular o valor da marca de uma empresa é tanto arte quanto ciência, pois requer olhar uma série de fatores. As duas maiores firmas de avaliação de marcas — BrandZ e Interbrand — chegam a números radicalmente diferentes para as mesmas empresas ou produtos. Cada uma dá descrições gerais de suas metodologias, mas mantém os detalhes de seus cálculos em segredo”, revela McIntyre.

“Usando os dados das firmas como referência, Wall Street escolheu 10 dentre as maiores dos EUA que perderam substancial valor na primeira metade deste ano. Então examinamos um grande número de outros critérios, incluindo o valor que a marca tem para a capitalização da empresa que a detém, a variação no valor das ações nos primeiros seis meses do ano comparados aos índices S&P 500 e outros do mesmo grupo (o desempenho das ações de cada uma dessas empresas ficou abaixo da média do mercado no período) e os ganhos da empresa no ano calendário de 2009 e no primeiro semestre de 2010. Claro, outro fator considerado foi se a empresa sofreu algum grande evento negativo que gerou manchetes, como os recalls da Toyota e o maciço vazamento de petróleo da BP”, diz McIntyre.

Na avaliação de McIntyre, estes foram os 10 maiores desastres de marcas em 2010:

  1. BP
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 20 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 0.
    Variação: -100%
  2. Dell
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 16 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 9 bilhões
    Variação: -44%
  3. Adobe
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 7 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 4 bilhões
    Variação: -43%

    “A Apple prejudicou os prospectos de várias das empresas desta lista, mas nenhuma mais que a Adobe. Seu tocador Flash tem sido o software multimídia dominante no PC, posição que tomou da Microsoft e da RealNetworks anos atrás. Mas o Flash precisa migrar para os dispositivos móveis, nos quais a Apple bloqueou muito eficientemente a porção dessa migração recusando-se a permitir o software Flash em seu iPhone, iPod e iPad. Em abril, Jobs escreveu: ‘O Flash foi criado durante a era PC para PCs e o mouse. A era móvel é para a aparelhos de baixo consumo, interfaces sensíveis a toque e padrões web abertos, todas áreas em que o Flash é fraco’. Ai! A partir daquele dia, as ações da Adobe caíram de US$ 35 cada para US$ 32,50 cinco dias depois. A loja online de aplicações da Apple, que tem mais de 200 mil aplicações e afirma exceder os 3 bilhões de downloads, permite à empresa de Jobs controlar quase totalmente o tipo de software e tecnologia multimídia que roda em seus produtos. (…) Recentemente a Adobe divulgou fortes vendas, mas seu futuro no mercado móvel ainda assombra a empresa”, avalia McIntyre.

  4. Sony
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 12 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 7 bilhões
    Variação: -42%
  5. Goldman Sachs
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 16 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 10 bilhões
    Variação: -38%
  6. Research In Motion (RIM)
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 25 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 16 bilhões
    Variação: -36%

    “O BlackBerry da RIM dominou o mercado de smartphones de 2002 a 2009. Mas então começou a perder tração em grande parte graças ao iPhone da Apple. Os celulares baseados no Google Android, bem como smartphones de LG, Motorola e Samsung também ajudaram a erodir a liderança da RIM. Dados recentes da Changewave, bem conceituada firma de pesquisa em redes móveis, mostram que, em junho, 52% dos entrevistados disseram planejar a compra de um iPhone (mais que os 31% de março), 19% pensavam num HTC baseado em Android (mais que os 12% de antes) e apenas 6% consideravam um BlackBerry (menos que os 14% da pesquisa anterior). Dados recentes da firma de pesquisa Comscore mostram mudança semelhante”, conta McIntyre.

  7. Nokia
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 40 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 27 bilhões
    Variação: -33%

    “Embora a Nokia ainda reine como maior fabricante de aparelhos de mão do mundo e alegue ter mais de 37% do mercado global, fracassou em ganhar tração no setor dos smartphones de ponta. Suas ações mergulharam 67% nos três anos em que a Apple começou a vender o iPhone e agora rumoreja-se que a diretoria da Nokia está à caça de um novo CEO em substituição a Olli-Pekka Kallasvuo. A Nokia virtualmente entregou o mercado de smartphones de ponta ao iPhone, ao BlackBerry e aos aparelhos Android. A perda de participação no mercado está começando a afetar o desempenho financeiro da Nokia”, avalia McIntyre.

  8. Johnson & Johnson
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 45 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 33 bilhões
    Variação: -27%
  9. Google
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 100 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 74 bilhões
    Variação: -26%
  10. Toyota
    Valor da marca em 1 de janeiro de 2010: US$ 30 bilhões
    Valor da marca em 30 de junho de 2010: US$ 24 bilhões
    Variação: -20%

Leia mais no artigo completo de McIntyre.

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Um comentário para “DailyFinance: Nokia, RIM e Adobe entre as marcas mais desastradas de 2010”
  1. Ipso Facto disse:

    Apple, a destruidora. ;-)

  2.  

 

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