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Após todo trabalho que a Apple teve para convencer a AT&T a abrir mão da política de controle sobre os aparelhos e de todo esforço que a Google fez para conseguir abrir as regras como parte do leilão da banda de 700 MHz, o Android está pegando todas essas conquistas e jogando-as de volta no colo das operadoras.

 

“O Google Android nasceu com a melhor das intenções: liberdade, abertura e software de qualidade para todos. No entanto, a liberdade sempre tem um preço e geralmente resulta em consequências inesperadas. Com o Android, uma das mais importantes dessas consequências inesperadas está se tornando evidente à medida que a Google Inc. fica cada vez mais pragmática a respeito do mercado de smartphones e cada vez menos ligada a seus ideais originais”, diz Jason Hiner no TechRepublic.

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“Eis aqui o segredinho sujo embutido no Android: após todo trabalho que a Apple teve para fazer a [operadora] AT&T abrir mão da política de controle sobre os aparelhos no caso do iPhone e de todo esforço que a Google fez para conseguir que a FCC [Federal Communications Commission, órgão regulador das telecomunicações nos EUA equivalente à Anatel no Brasil] e as operadoras americanas concordassem em abrir as regras como parte do leilão da banda de 700 MHz, o Android está pegando todas essas conquistas e jogando-as de volta no colo das operadoras”, avalia Hiner.

“Quando a Apple convenceu a AT&T a não colocar seu logo no iPhone ou carregá-lo com um caminhão de suas porcarias, foi um passo importante para que os smartphones emergissem como computadores independentes que não vinham mais presos às limitações dos interesses egoístas das operadoras, que geralmente tentam convencer o assinante a comprar aparelhos mais caros e cobra deles por cada aplicação e recurso extra no aparelho. O cofundador da Apple, Steve Jobs, disse: ‘O iPhone é o primeiro celular no qual operadora e hardware estão separados. Ela se preocupa com a rede e nós nos preocupamos com o aparelho’. Quase que por causa dessa razão sozinha, o iPhone foi um sucesso imediato”, lembra Hiner.

“Segundo algumas notícias, a Open Handset Alliance [grupo de companhias de hardware, software e telecomunicação dedicadas ao projeto Android] está às moscas. Membros como a HTC saíram e adicionaram muito de seu próprio software e personalizações a seus aparelhos Android sem contribuir com uma única linha de código à Alliance. Motorola e Samsung começaram a adotar a mesma atitude. O espírito colaborativo se foi — se é que alguma vez existiu. E a Google está provando ser um pastor pobre para os lobos em pele de cordeiro que integram a Alliance”, observa Hiner.

“Como resultado, agora temos uma situação em que as operadoras americanas estão reconsolidando seu poder e colocando o usuário em desvantagem. E o motivo disso é o Android. Operadoras e fabricantes de aparelhos podem fazer o que quiserem com ele. Infelizmente, agora isso inclui carregar toneladas de crapware nesses aparelhos Android, usando esquemas de marketing que confundem o usuário (veja o caso do Samsung Galaxy S) e cobram deles mais dinheiro para rodar certas aplicações como tethering, navegação GPS e vídeo móvel”, denuncia Hiner.

“Apesar da verdade feia de que o Android está permitindo às operadoras americanas exercer um excesso de controle sobre os aparelhos e manter o mercado móvel num balcanizado estado de interesses, o Android permanece sendo a antítese do ecosistema fechado do iPhone e ainda é muito atraente para muitos tecnólogos e profissionais de negócios. Mas a consequência de não colocar muros em torno do produto é que tanto os caras bons quanto os maus podem fazer o que quiserem com ele. No caso do Android, isso significa ser manipulado, modificado e mutilado por empresas que se importam mais em preservar seus velhos modelos de negócio do que dar poder ao usuário nessa nova grande onda dos dispositivos computacionais”, pondera Hiner.

Leia mais no altamente recomendável artigo completo de Hiner.

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6 comentários para “O segredinho sujo do Android: compre um celular Android e dê mais poder às operadoras”
  1. Ipso Facto disse:

    É isso. A plataforma cujo maior argumento de venda (além do “a Verizon não tem o iPhone” [ainda]) é ser “aberta” na verdade é a plataforma que está fechando a porta das conquistas da Apple em favor do usuário. Pense nisso antes de se deslumbrar com a “abertura” do Android (e também leia cada um dos artigos relacionados da lista acima para abrir seus olhos para o que há por baixo do capô).

  2. Knux disse:

    não é por nada, mas as operadores nem precisavam colocar crapware para ferrar o android…

    só o que samsung e motorolla colocam é o suficiente… alguém já viu aquele blur?! pqp, é ruim demais.

    a única que faz um android bom é a HTC… mas os caras são tão bons que deixam até o winmob apresentável.

  3. celulares disse:

    Com tudo isto eu ainda prefiro Android, claro que respeitando as opinioes.

  4. Patrik disse:

    Sujo sim, mas não acho que seja um segredo.
    O Android sempre foi aberto mesmo. Isso permite que o fabricante e a operadora modifiquem como quiser. Com isso é muito mais fácil as operadoras aceitarem os aparelhos
    Isso poderia ser bom, mas tem um preço. Um exemplo ruim é a Claro, que tirou o Market de vários aparelhos Android, visando mais lucros.
    Mesmo o Android sendo livre, isso não significa que seja aberto ao consumidor. Na maioria dos aparelhos é fácil fazer alterações, mas o fabricante pode anular a garantia se perceber que o firmware foi modificado.
    Um bom exemplo é o N900, que as operadoras não podem personalizar ou bloquear. Nenhuma operadora venderá. Com o Android o Google procurou agradar as operadoras, que na maioria das vezes só pensa no lucro.

  5.  

 

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